Após Aberto do Japão, Jean-René faz boa projeção para próxima temporada de Calderano

20/06/2017 11:49

Treinador revelou que brasileiro teve um mal-estar à véspera da partida contra Ho Kwan Kit, de Hong Kong

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 20/06/2017

Foto: Christian Martinez / RGB Studios / CBTM

Após a participação no Aberto do Japão, Hugo Calderano terá um período de férias até o retorno das competições europeias.  Para o técnico Jean-René Mounié, o jovem brasileiro tem motivos para se orgulhar das atuações que teve neste fim de temporada e, segundo ele, resultados positivos estão por vir na nova etapa, que se inicia no mês que vem.

O treinador lembrou que Hugo - que também esteve no Mundial, no fim do mês passado - teve boas apresentações, mesmo tendo retornado de uma séria lesão muscular na coxa direita.

“Mesmo com essa derrota (Ho Kwan Kit, de Hong Kong), Hugo pode ficar satisfeito com a maneira que voltou após se machucar. Jogou muito bem no Mundial também (perdeu para o chinês Xu Xin, na terceira rodada). Agora, ele vai descansar e voltará com um ciclo de preparação física intensa em julho. Podemos esperar muitas boas coisas do Hugo para a próxima temporada”, disse.

Jean-René não escondeu a frustração pela eliminação precoce de Calderano no Aberto do Japão, mas revelou que o atleta, na noite anterior ao jogo com Ho Kwan Kit, esteve doente, o que modificou a condição física dele para o confronto.

“É uma decepção porque o Hugo estava jogando muito bem nesse período. Infelizmente, ele esteve doente na noite anterior ao jogo, quase não dormiu...  Mesmo tendo se sentido melhor na hora do jogo, perdeu muita energia. Nesse nível, é difícil não estar 100%” ressaltou o técnico, que elogiou a postura do brasileiro:

“Ele fez o melhor e eu gostei bastante o jeito de agir dele, sempre buscando uma solução, sem cair na frustração de não ter todos os meios normais do jogo dele”.

O treinador fez questão de lembrar ainda que, apesar de tudo, Hugo fez um jogo equilibrado (perdeu por 4 sets a 3):

“No final, mesmo sem jogar muito bem, ele teve oportunidade, mas errou em vários momentos por causa de dados fundamentais: mexer melhor, jogar mais pra frente, etc. Enfim, consequências da questão física”.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.
 

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