Após Jogos Abertos de Brasília, presidente da federação de tênis de mesa afirma: 'Pessoas têm visto a seriedade do trabalho'

03/01/2017 16:41
Joran Freire ressaltou que a última temporada foi muito boa para a modalidade no Distrito Federal
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 03/01/2017
 
Foto: Tony Winston/Agência Brasília
 
O tênis de mesa, pela primeira vez, foi contemplado nos Jogos Abertos de Brasília na última temporada. Depois de alguns anos longe do calendário, a competição voltou a ser realizada e com o acréscimo da modalidade, o que animou ainda mais Joran Freire, presidente da Federação de Tênis de Mesa do Distrito Federal, que ressalta que o torneio foi uma demonstração da evolução do esporte no Estado.
 
"Em um passado longínquo eram realizados os Jogos Abertos do Distrito Federal, mas por questões desconhecidas, foram abandonados. O governo atual está realizando um trabalho de resgate, onde tem buscado parceiros privados e federações para auxiliar na promoção do evento. Foi o primeiro ano de inclusão do tênis de mesa nos Jogos Abertos de Brasília. Considerando o prazo de divulgação e quantidade de inscritos, podemos dizer que foi um sucesso. O Tênis de Mesa no Distrito Federal ainda é uma modalidade embrionária, mas por onde passamos, as pessoas têm visto a seriedade do trabalho e a vontade de expansão da modalidade", disse.
 
Além disso, Joran acrescentou que os Jogos Abertos também democratizam ainda mais o acesso dos jovens aos esporte de uma maneira geral, saindo um pouco das modalidades com maior notoriedade no país.
 
"Os Jogos Abertos nos estados democratiza o acesso ao ambiente esportivo de forma geral. Ele possibilita que as modalidades consideradas "menores" possam ser conhecidas, pois acaba permitindo aos espectadores terem as perguntas mais comuns respondidas, tais como “onde tem competição?”, “onde vocês treinam?”, entre outras", avisou.
 
O mandatário salienta ainda que os Jogos Abertos, de forma indireta, podem influenciar no aumento de praticantes não só do tênis de mesa, citando como exemplo também os Joguinhos, que acontecem em Santa Catarina, com um público alvo de idade mais baixa:
 
"Eu não diria que os Jogos Abertos poderia ser essa porta de forma direta, mas talvez de forma indireta, sim. Os Jogos Abertos do DF, por exemplo, são para maiores de 16 anos e, no caso do tênis de mesa, isso é muito tarde para se descobrir um talento, mas não deixa de ser um bom momento para se ter mais um adepto da modalidade. Dessa forma, esse adepto pode acabar influenciando um irmão mais novo ou um primo. Enfim, acredito que o modelo dos joguinhos, realizados em SC é mais eficiente para detectar um futuro talento de alguma modalidade".
 
E se 2016 foi um ano especial para o tênis de mesa brasileiro, no Distrito Federal não foi diferente. Joran considerou a último temporada como espetacular, lembrando os eventos e parcerias realizadas no decorrer dos últimos meses, o que vai auxiliar, inclusive, na massificação da modalidade.
 
"O ano de 2016 para a FTMDF foi um ano espetacular no que se diz respeito ao desenvolvimento da modalidade dentro do Distrito Federal. Tivemos a realização de um evento nacional na cidade, um curso preparatório de árbitros, firmamos parcerias importantes com a Secretaria de Esporte e realizamos algumas ações em Shopping que auxiliam na massificação e visibilidade da modalidade. No fim do ano, firmamos outra parceria importante, que é o CETEFE, uma associação de treinamento de Educação Física Especial. Será uma porta de captação de atletas paralímpicos de alto rendimento, pois é uma das premissas da parceria e de um dos projetos do CETEFE", finalizou. 
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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