Após Jogos, Caroline Kumahara auxilia Bruna Alexandre para Paralimpíada e garante: 'Experiência muito interessante'

30/08/2016 13:21
Mesatenista brasileira afirmou que ficou admirada com a superação mostrada pelos membros da nossa seleção
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 30/8/2016
 
Já houve festa de encerramento, mas a Rio 2016 não acabou para todos os atletas. Depois da boa participação nos Jogos, Caroline Kumahara ainda está mantendo a rotina de treinos envolta ao espírito olímpico. Isso porque ela está auxiliando as atividades de Bruna Alexandre, uma das nossas representantes da seleção paralímpica, no centro de treinamento paralímpico, em São Paulo.
 
Para fazer com que Bruna Alexandre chegue aos Jogos ainda melhor preparada, Carol Kumahara também tem conversado muito com a amiga, com quem já treina no São Caetano/Seest/ Xiom. Porém, este período tem sido de muito crescimento também para a própria atleta, que tem visto de perto como os membros da seleção paralímpica conseguem deixar para trás qualquer tipo de obstáculo para desenvolver um bom nível no tênis de mesa.
 
"Estamos treinando bastante. Sempre nos ajudamos no dia a dia, mas agora, nessa reta final, estou tentando ajudá-la ainda mais. Como a Bruna 'me contratou' como sparring, estamos com mais tempo de conversar sobre técnicas e táticas. Apesar de estar treinando apenas com a Bruna, estar presente na preparação deles é uma experiência muito interessante para mim, principalmente, ao ver o treino dos cadeirantes. É um tênis de mesa muito diferente, com táticas e estilo de jogo específicos. E a superação de todos eles é muito admirável. Muito mesmo! É impressionante as capacidades que eles desenvolvem para compensar as limitações", disse.
 
Kumahara acredita que a seleção paralímpica nunca esteve tão bem preparada e, experiente, fez um pedido aos atletas:
 
"Assim como no olímpico, imagino que nunca teve um investimento tão grande no paralímpico. Então eu acho que é a geração mais bem preparada para lutar por bons resultados. Eu espero que eles consigam jogar com a máxima concentração que puderem, jogo a jogo, ponto a ponto, e o resultado é consequência. E que deem o melhor de si do começo ao fim".
 
Durante os Jogos Olímpicos, Caroline Kumahara enfrentou uma atleta que também atuará na Paralimpíada. Na estreia, ela encarou a australiana Melissa Tapper, que tem os movimentos do braço direito limitado e atua na Classe 10 - a mesma de Bruna Alexandre. Carol venceu por 4 sets a 2.
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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