Brasil Afora: Do sonho à realidade, Caxias do Sul se prepara para receber Gaúcho

28/09/2017 16:25

Alexon Piccolin, um dos idealizadores do projeto, lembra trajetória até criação do centro de treinamento

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 28/09/2017

Foto: Arquivo Pessoal e Christian Martinez / RGB Studios / CBTM

Uma caminhada que começou de forma solitária, a cada passo, ganhou companheiros e não para de conquistar adeptos. Quando entrou para o tênis de mesa, em 2010, Alexon Piccolin saia de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e percorria cerca de 150 quilômetros até São Leopoldo, onde tinha o centro de treinamento mais próximo. Seu maior desejo, à época, era que conseguisse um local e parceiros para fazer as atividades na cidade onde morava. O tempo passou, o sonho virou realidade, o projeto cresceu e, domingo, o CT de Caxias do Sul será a sede de uma das etapas do Estadual da modalidade, que contará com quase 100 atletas - entre olímpicos e paralímpicos.
 
"Não imaginava que poderíamos promover um evento desse porte, para 93 atletas, e sendo 37 de Caxias do Sul. Não pensava que chegaríamos a esse ponto. Quando comecei, queria uma mesa e companheiros para treinar. Hoje, temos a responsabilidade de ensinar. E é muito bom ver um aluno querendo aprender. Estou muito feliz", disse.
 
Alexon ficou um ano nesta rotina, até achar um lugar em Caxias do Sul, mas, em 2013, o proprietário da sala onde aconteciam os treinamentos pediu o local de volta. Neste momento, Tinoco Esportes, que até tinha apenas tênis de quadra, abriu os braços para o tênis de mesa e, em 2015, o espaço conseguiu o registro da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) como centro municipal da modalidade. Mais do que isso, desde o início deste ano, é um dos clubes representados nas competições nacionais. 

 
"Neste período, foram surgindo várias pessoas interessadas e, atualmente, temos alunos desde 7 a 60 anos, de vários segmentos sociais. Inclusive, já conseguimos formar alguns campeões estaduais. Com os bons resultados, hoje somos vistos como referência no tênis de mesa aqui na cidade. Além dos alunos da própria Tinoco Esportes, também damos aula em duas escolas públicas. Então, temos cerca de 60 pessoas treinando regularmente", ressalta Piccolin, que completa:
 
"Estamos querendo formar uma base, tendo muita atenção aos atletas do pré-mirim, mirim e infantil. Temos uma meta de despontar nas competições nacionais e vamos trabalhar para isso".
 
Orgulhoso quanto aos rumos que o projeto tomou no decorrer do tempo, Alexon faz questão de enaltecer aqueles que, em algum momento, ajudaram para que ele atingisse o patamar de hoje:
 
"É engraçado olhar e lembrar que, um dia, sonhei com isso. É muito gratificante saber que, quando falarem de tênis de mesa em Caxias do Sul, vão lembrar desse projeto. É bom fazer algo que sabe que vai ficar marcado. E queria agradecer ao professor Antenor Castro, que me abriu as portas da Tinoco Esportes, à Marta Castro, que vem nos ajudando bastante, Ilton Gardelin, que está nos auxiliando, e também ao Jorge Fanck (atual coordenador do Diamantes do Futuro, programa de detecção de talentos da CBTM), que me recebeu super bem no CT de São Leopoldo".
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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