Brasil tem 14 novos árbitros internacionais White Badge

12/02/2016 15:29

Aprovados em exame da ITTF poderão atuar em todas as competições, com exceção dos Jogos Olímpicos

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) – 12/2/2016

O Brasil tem 14 novos árbitros aptos a atuarem em todas as competições internacionais, com exceção dos Jogos Olímpicos. O grupo foi aprovado no exame realizado pela Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF) no dia 9 de janeiro em quatro cidades: Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), João Pessoa (PB) e Porto União (SC).

Ivam Lasaro da Silva, Danilo Pastoriza dos Santos, Raimundo Barjonas Miranda Filho, Bruno Augusto Claro, Hugo Suzuki, Douglas Pereira, Flavio Both, Helton Luis Bahur, Juvenal José da Silva, Lara Rodrigues Cruz, Luzia Marta Galvão Silva, Mario Paz de Sousa Sampaio Barros, Ravi Jesumary Matos e Marco Aurélio Mancini se tornaram árbitros internacionais White Badge – apenas a Blue Badge está acima.

Os 14 profissionais fizeram parte de um grupo de estudo criado para elevar e padronizar a arbitragem brasileira. A equipe foi liderada por Maricleia Gomes com o apoio de Leonor Demário, Musa Ferrer e Fernando Moleda. O objetivo final era justamente alcançar o maior número possível de aprovações no exame White Badge.

“Estou muito feliz, agora já pensando em novas etapas para crescimento da base e lapidação dos novos árbitros internacionais. Ser árbitro de tênis de mesa é uma carreira de crescimento em conhecimento das leis e procedimentos do desporto. Não paramos por aqui, que venha 2016. A equipe se prepara para novos passos”, afirmou Maricleia.

Desde a formação da equipe de coordenação, em março do ano passado, todos eventos nacionais passaram a ter cursos de reciclagem, dinâmicas e outras atividades para desenvolvimento dos árbitros.

O grupo espera agora atrair novos árbitros para a modalidade, além de seguir elevando o nível do quatro atual.

“Estamos buscando pessoas com respeito e compromisso com a equipe de arbitragem nacional. Acredito que todos agora vejam que podem alcançar a uniformidade na arbitragem, é só demonstrar interesse”, completou Maricleia.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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