Brasil x Lendas Olímpicas: Matsumoto cita realização de sonho ao falar sobre participação no evento

07/07/2016 17:19
Um dos integrantes da seleção brasileira nos Jogos 2016, número 80 do ranking mundial garante que deixará 'lado fã' de lado
 
Da redação, no Rio de Janeiro - 07/07/2016
 
Falta pouco para a equipe masculina de tênis de mesa, que vai representar o Brasil nos Jogos Olímpicos 2016, enfrentar grandes lendas do esporte. O Desafio Internacional será na manhã deste domingo (10), em General Severiano, sede do Botafogo, Zonal Sul do Rio de Janeiro (RJ). Em um evento inédito, Cazuo Matsumoto, Hugo Calderano e Gustavo Tsuboi estarão frente a frente com o chinês Wang Liqin, o belga Jean-Michel Saive e o sueco Jörgen Persson.
 
Para Cazuo Matsumoto, número 80 do ranking mundial, participar do Desafio Internacional é a oportunidade de realizar um sonho, mas ele ressalta que o evento será um bom parâmetro para os atletas brasileiros em relação às Olimpíadas.
 
"Jogar contra lendas do esporte é uma coisa bem legal, um sonho realizado. Sempre tive vontade de jogar com o Liqin e o Persson. O Saive já tive oportunidade, mas, com os outros dois, ainda não. Acho que, para o público brasileiro, vai ser muito legal ter atletas desse porte jogando aqui. É como se fosse um amistoso, igual faz a Seleção Brasileira de futebol, para se preparar para os Jogos. Vai ser uma prévia para a gente e bom para começar a entrar no clima também", disse.
 
Apesar de estar próximo de jogadores que marcaram época no tênis de mesa, Cazuo garante que vai deixar o lado fã de lado durante o evento. O atleta lembra que enfrentar pessoas que admira não é novidade para ele e dá a receita para deixar a mesa com a vitória.
 
"Estamos ansiosos e animados para os confrontos contra eles. Também estamos em um nível bom e vai ser essencial para sentir como estamos atuando. Vai ser muito legal para todo mundo, mas temos de pensar em jogar. Em um torneio normal, já joguei contra várias pessoas que assistia apenas em vídeo e achava que era quase impossível ganhar deles, mas consegui. Muitas vezes, eu perdi também por pensar dessa maneira: 'Estou jogando contra um campeão mundial, o cara é bom'. Mas temos de pensar em jogar, depois que acabar, podemos tirar foto, mas enquanto estivermos na mesa, tem de pensar em jogar, no que fazer contra eles e nos mantermos concentrados", afirma.
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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