Brasileiro de Inverno: Após período na Europa, Paulo Salmin e Luis Manara voltam com título nas duplas da Classe 8

18/05/2016 18:38

Mesatenistas da seleção brasileira paralímpica superam longa viagem no início da semana

Matheus Quelhas e José Augusto Assis, de Fortaleza (CE) - 18/5/2016

Após 22 dias longe de casa, viajando com a seleção paralímpica para a disputa de suas etapas do Circuito Mundial, Paulo Salmin e Luis Manara (FranTT-Tibhar/Café Morro Grande/Selam/Piracicaba – SP) esticaram um pouco mais o período e partiram para Fortaleza (CE), onde conquistaram o título de duplas da Classe 8.

Na decisão, eles superaram Mario Lúcio Pires e Nilson Oliveira (Centro Social Chinês/Superar/Unimed/Butterfly-SP) por 3 a 0 (11/7, 11/6 e 11/1). Antes, na estreia, os campeões bateram Sergio Ofugi e Paulo Henrique Fonseca (Associação Esportiva e Paradesportiva de Itapoá-SC) por 3 a 0 (11/6, 11/7 e 11/3) – medalhistas de bronze ao lado de Gustavo Laskosky e Luis Bernardino (Associação Joinvilense de Tênis de Mesa-SC).

“Acho que a maior dificuldade, para além da mesa e da bola diferentes, é realmente o fuso horário acertado e a parte psicológica, que podem atrapalhar. Mas eu e Paulinho conversamos bastante para conseguirmos impor o nosso jogo”, declarou Manara.

Já seu companheiro de seleção e de título na capital cearense, lembrou que a leitura da melhor forma de jogo em diferentes locais faz parte da rotina dos atletas de alto nível.

“Nós temos que estar nos adaptando o tempo inteiro. Na Eslovênia jogamos com uma bola, na Eslováquia com outra totalmente diferente e aqui com uma de outro tipo. Mas vamos aproveitar a tarde de folga para treinar aqui em Fortaleza e chegar bem ao individual”, contou Salmin, após a conquista, perto da hora do almoço.

 Ainda sobre a decisão, Mario Lúcio lembrou que o cotidiano de atletas que irão disputar os Jogos Paralímpicos do Rio, como é o caso dos oponentes, é bem diferente do dele e de seu parceiro, e destacou o principal ponto negativo da partida.

“Além da questão do entrosamento, que eles estão bem, tivemos dificuldade para receber o saque deles”, contou.

“A dificuldade em enfrentar atletas da seleção é o nível de treinamento diário deles. Atualmente eu treino quatro vezes na semana, sem técnico, então é muito diferente do alto rendimento”, completou Nilson.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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