Brasileiro ministra curso no Peru sobre classificação funcional

15/12/2016 19:32

Coordenador da CBTM, Luis Gustavo, lecionou para uma turma de 23 pessoas

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 15/12/2016

Não é só na mesa que o Brasil vem mostrando ser uma potência no tênis de mesa latino-americano, mas também nos bastidores da modalidade. O fisioterapeuta e Coordenador de Classificação Funcional da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Luis Gustavo Amorim, ministrou um curso sobre o assunto, o qual é responsável na CBTM, para 23 participantes em Lima, no Peru.

O curso faz parte de um convênio entre Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Associação Paralímpica Peruana. Essa parceria entre as entidades tem o intuito de formar e  qualificar profissionais na área técnica e na classificação funcional, promovendo o desenvolvimento do paradesporto na América Latina.

"É muito gratificante compartilhar o conhecimento e contribuir para o desenvolvimento do esporte também fora do nosso país. A comunicação com os participantes foi muito boa, tivemos aulas expositivas e práticas referentes à classificação funcional de um​ atleta de tênis de mesa", enalteceu o coordenador de classificação funcional da CBTM.

​O fisioterapeuta acredita que cursos como esse podem ajudar a melhorar o nível da modalidade no continente. Para ele, um exemplo disso aconteceu no Aberto do Chile, disputado em novembro, em que pôde reencontrar técnicos que já fizeram o curso e que, por isso, adquiriram conhecimento na área.

Luis ainda falou sobre a procura das pessoas pelo tênis de mesa paralímpico depois da realização dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Segundo ele, as Paralimpíadas foram um grande incentivo e que o Brasil tem o status de destaque nesse cenário.

"Os jogos em um país da América do Sul incentivou o desenvolvimento do esporte em nosso continente e o Brasil tem um lugar de destaque no cenário internacional. Nosso tênis de mesa vem se desenvolvendo , tanto no olímpico como no paralímpico e, com isso, nossos vizinhos querem acompanhar este desenvolvimento", afirmou.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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