Caroline Kumahara avalia experiência da Rio 2016 como um grande aprendizado para carreira

29/12/2016 14:18

Atleta fez questão de lembrar da torcida que deu um show no Pavilhão 3 do Riocentro

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 29/12/2016

Foto: Christian Martinez/RGB Studios/ CBTM
O ano de 2016 foi um ano especial para o tênis de mesa brasileiro. A disputa dos Jogos Olímpicos Rio 2016 tornou essa temporada diferente das outras para os nossos atletas. Para Caroline Kumahara, foi um ano de muito aprendizado, principalmente por ter disputado a maior competição esportiva do país. A mesatenista fez questão de relembrar do público que lotou o Pavilhão 3 do Riocentro, no Rio de Janeiro (RJ), e de uma torcida especial nos Jogos.

"A Olimpíada foi mágica, marcante! A torcida brasileira e a presença da minha família e da minha namorada foi o que tornou isso tudo inesquecível. Joguei bem e enfrentei uma jogadora muito forte de igual para igual com chances reais de vencer, mas infelizmente acabei perdendo no segundo jogo. Ficou um aprendizado enorme que vou levar comigo", analisou.

Carol ainda comentou sobre o intercâmbio que realizou para a China em outubro. Ela, Bruna Takahashi, Lin Gui, Rafael Torino e Vitor Ishiy passaram por um período de treinamentos no Shandong Luneng, clube que ficou conhecido no futebol pelo grande número de contratações de jogadores brasileiros.

"Tive a oportunidade de treinar mais uma vez na China, no Shandong Luneng. Dessa vez, foi por um período um pouco mais longo. Foi bem cansativo, porém proveitoso. Essa experiência vai ser uma das que eu vou levar para o próximo ano e para os seguintes como motivação", disse.

Porém, a atleta lamenta não ter sido mais regular em 2016. Carol lembra que chegou a alcançar o melhor ranking de sua carreira na temporada (105ª colocada no ranking mundial do mês de março), mas que, depois disso, não conseguiu permanecer nessa posição.

"Após uma época de muito mais baixos do que altos, conquistei a vaga no pré-olímpico, o que foi muito motivador na época. Atingi meu melhor ranking na carreira depois do mundial por equipes na primeira divisão, onde venci dois bons jogos, mas infelizmente não consegui ser regular e manter", concluiu.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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