CBTM fica entre as cinco melhores confederações em governança, segundo Sou do Esporte

25/11/2016 14:37
Este é o segundo ano consecutivo que a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa aparece na seleta lista
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 25/11/2016
 
Foto: Christian Martinez
 
A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) está entre as cinco melhores confederações do país no quesito governança esportiva em 2016, segundo a Sou do Esporte, associação sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento do esporte brasileiro. A iniciativa tem o respaldo da organização dinamarquesa Play the Game, que atua na promoção da democracia, transparência e liberdade de expressão nos desportos. A premiação será na próxima terça-feira (30), na Escola Superior de Marketing e Propaganda (ESPM) de São Paulo.
 
O Prêmio Sou do Esporte, único na América Latina destinada às confederações esportivas com melhores práticas de governança, foi criado em 2015 e avalia a prática da governança a partir de 111 atributos, de acordo com os seguintes indicadores: transparência, equidade, prestação de contas, integridade institucional e modernidade.
 
“A exemplo do que já ocorre na Europa e América do Norte, as confederações esportivas brasileiras vêm buscando maior eficiência na gestão, adotando modelos de governança mais eficazes que, consequentemente, se refletem na potencialização do esporte de alto rendimento com o desenvolvimento da base, na atratividade aos patrocinadores, e no aumento da confiança e reputação destas confederações”, explica Fabiana Bentes, presidente da Sou do Esporte.
 
Ser eleita uma das melhores confederações em governança às vésperas do início de um novo ciclo olímpico pode ter um grande peso.
 
"Em um momento crítico do financiamento esportivo, estar atento às questões de governança traz credibilidade para a instituição e, consequentemente, facilitará o acesso ao patrocínio/financiamento, além de colaborar para um planejamento sustentável", disse Fabiana.
 
E esta não é a primeira vez que a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa figura nesta seleta lista. No último ano, a CBTM esteve na segunda colocação, perdendo apenas para a Confederação Brasileira de Rugby. 
 
"Importante estar sempre aprimorando os processos, mas como a matriz vai mudando a cada ano, o importante é verificar a evolução.  Não necessariamente uma confederação que cai uma posição teve um retrocesso, mas talvez outras tenham tido maiores progressos. Então a importância é progredir independente da colocação", afirma a presidente da Sou do Esporte.
 
Para Luís Felipe M. Barros, diretor da Sou do Esporte e responsável pelo estudo, o esporte vem sofrendo diversas mudanças ao redor do mundo e as confederações tem de se adequar para que continuem em crescimento:
 
"Quem estiver atento às mudanças estará em linha com a governança corporativa de empresas privadas e às necessidades de transparência exigidas pelo financiamento público; quem não estiver vai ver sua fonte de financiamento diminuir, trazendo sérios danos ao desenvolvimento do esporte".
 
Segundo a Sou do Esporte, pelo resultado apresentado na análise de 2016, pode-se concluir que houve, por parte das entidades de administração do esporte, um aumento na preocupação com a adoção das práticas de boa governança. Esta conclusão se baseia no número de entidades que conseguiram obter nota final superior a 5 dos 10 pontos possíveis. Mesmo com o aumento dos quesitos analisados pela matriz (que passaram de 105 para 111), das 29 entidades estudadas, sete pontuaram acima da média, um crescimento substancial ao último ano (133%) onde apenas três entidades conseguiram atingir este patamar.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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