Cidades que sediaram eventos da CBTM exaltam realização das competições

20/12/2016 16:30

Brasília, Fortaleza, Piracicaba, Toledo e Chapecó, cidades-sede de 2016, se dizem de portas abertas para 2017

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 20/12/2016

Os eventos da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) geraram diversos ganhos às cidades-sede ao longo de 2016. Considerando as competições nacionais, foram cinco localidades que receberam torneios: Brasília (DF), Piracicaba (SP) e Toledo (PR) tiveram edições da Copa Brasil, enquanto Fortaleza (CE) e Chapecó (SC), do Campeonato Brasileiro. E todas já afirmaram repetir a parceria na próxima temporada!

Os frutos colhidos foram em muitos âmbitos, como financeiro e esportivo, e não apenas diretamente ligado ao tênis de mesa. Segundo Emerson Jerônimo, presidente da Federação Paranaense de Tênis de Mesa, a Copa Brasil deixou um legado em Toledo, que teve reflexo em outras modalidades.

"Para Toledo, receber esse evento foi de extrema importância. Não só para o tênis de mesa, mas para todas as modalidade que a cidade desenvolve. Um evento com estrutura que foi oferecida são poucos que acontecem, não só em Toledo, mas no Brasil e isso alavancou bastante porque os outros esporte viram como espelho. Além disso, muitos profissionais da secretaria de esporte estiveram envolvidos na organização e tiveram um grande aprendizado. Então, na parte esportiva, ficou esse legado", disse ele.

José Jeová Siebra Neto, presidente da Federação dos Mesatenistas do Ceará, por sua vez, salientou a influência que competições como essa têm nos que ainda estão dando os primeiros passos no esporte.

"Ter um evento da CBTM em Fortaleza representou muito, principalmente para os jovens que estão começando, pois serve de estímulo. Favorece a divulgação do esporte, se tem um olhar diferenciado sobre a modalidade. E essa abertura na mídia influencia na população, sem dúvida. É bom a criança poder olhar e se espelhar em coisas boas".

Há também o fato de que muitos clubes conseguem mostrar a estrutura que têm à disposição e atrair novos atletas, como foi o caso citado por Filipe Luigi Prando, presidente da Associação Piracicabana de Tênis de Mesa.

"O principal ganho, foi a visibilidade que o Clube de Campo de Piracicaba ganhou na modalidade. Considerando que em 2011 não havia tênis de mesa no clube, terminamos 2016 como a terceira melhor equipe no Troféu Eficiência do Brasileiro de Chapecó. Com certeza, com eventos aqui, muitos atletas gostaram do local e tem vindo para Piracicaba treinar"

Fora da mesa, é unânime que a cidade lucrou financeiramente com os inúmeros atletas, familiares e membros das comissões técnicas que desembarcaram para as competições.

"A parte hoteleira ganhou bastante, assim como a parte ligada a comércio e restaurantes. Com a boa quantidade de participantes do torneio, sempre há uma boa movimentação nessas áreas", avisou Jerônimo.

No caso de Fortaleza, esse ganho foi ainda maior, uma vez que se trata de uma cidade turística, como lembra Jeová:

"Há muitos atletas, técnicos e familiares. Isso, por si só, já movimenta a cidade e leva capital, mas, além disso, Fortaleza é um destino muito procurado, né? Então, muitos aproveitaram e foram visitar a cidade também. Alguns até ficaram depois da competição para fazer turismo e claro que isso é muito bom".

A princípio, o calendário da temporada 2017 prevê quatro edições da Copa Brasil - em 2016, só foram três por conta dos Jogos Olímpicos - e dois Campeonatos Brasileiros.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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