Circuito das Estrelas: Em final 'olímpica', Hugo Calderano bate Cazuo Matsumoto e leva o título

05/11/2016 18:09
Vitor Ishiy e Eric Jouti completaram o pódio 100% brasileiro. Competição também teve jogadores sul-americanos
 
Alexandre Araújo e José Augusto Assis, em Chapecó (SC) - 05/11/2016
 
Foto: Christian Martinez
 
O Circuito das Estrelas tem um novo campeão! Sob os olhares de Biriba - grande homenageado do dia e que deu nome à etapa da competição - e com arquibancada cheia, Hugo Calderano bateu Cazuo Matsumoto por 4 sets a 0 (11/7; 11/6; 11/9 e 11/5) e conquistou o título competição. Vitor Ishiy e Eric Jouti completaram o pódio 100% brasileiro, em um torneio que contou também com Gastón Alto (ARG), Rodrigo Gilabert (ARG), Gustavo Gomez (CHI) e Damian Moleda (URU). 
 
O dia no Circuito das Estrelas começou com a semifinal entre Cazuo Matsumoto e Eric Jouti. Em um jogo equilibrado, Cazuo conseguiu bater o adversário por 4 sets a 1 (14/12; 2/11; 11/9; 11/9 e 12/10). Logo depois, foi a vez de Calderano encarar Vitor Ishiy, que brigava para manter o título da competição. Mais uma vez, os presentes ao Pavilhão 4 do Efapi viram um duelo de igual para igual. O 31º do ranking mundial triunfou 4 sets a 2 (6/11; 11/3; 6/11; 11/3; 11/4 e 11/4) e assegurou vaga na final.
 
Calderano e Cazuo fizeram um jogo que levantou a galera. Com trocas de bolas emocionantes e pontos impressionantes, os fãs de tênis de mesa viram uma disputa digna de Jogos Olímpicos. No fim, Calderano conquistou a vitória e a taça inédita.
 
"Acho que consegui jogar muito bem a final, na semifinal. A gente se conhece muito e, com isso, o jogo pode se tornar fácil ou mais complicado. Tem de estar sempre muito concentrado. E, claro, que é sempre conquistar títulos. Quanto mais vitórias, melhor", disse.
 
Cazuo, por sua vez, admitiu que cometeu algumas falhas na decisão, mas salientou a qualidade da partida apresentada ao público.
 
"Foi um jogo bom, apesar de ter perdido por 4 a 0, mas foram sets bem disputados. Acho que faltou um pouco concentração no meu jogo, mas ele foi muito bem. A gente conhece bem um ao outro, o que torna o jogo mais difícil, mas foi uma boa partida", afirmou.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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