Classificada para o Pan-Americano, Caroline Kumahara afirma que Seletiva 'teve um gostinho especial'

11/01/2017 14:33

Atleta lembrou fim de ano após temporada intensa e admitiu altos e baixos durante a competição

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 11/01/2017

Classificada para o Pan-Americano de tênis de mesa, que acontecerá em setembro, na Colômbia, Caroline Kumahara garantiu que esta Seletiva Nacional teve um sabor especial. Integrante da seleção brasileira que estava nos Jogos Olímpicos Rio 2016, a atleta lembrou que a última temporada foi bastante intensa, mas conseguiu manter o foco e se preparar bem para este início de ano.
 
Carol Kumahara fez ainda uma autoavaliação, onde salientou que, apesar de ter conquistado a competição, passou por alguns momentos complicados no decorre das partidas.
 
"Como toda seletiva, foi um campeonato muito importante, mas, desta vez, teve um gostinho especial. No fim do ano, eu estava bem cansado, mas não pude parar de treinar por causa da seletiva, que já aconteceria agora em janeiro. Então, vim treinando direto, mesmo estando meio esgotada fisicamente. Dei um gás a mais para continuar e acho que, de certa forma, consegui me preparar bem, com um foco legal", disse ela, que completou:
 
"Minha concentração foi um ponto fraco no primeiro dia de competição, mas consegui dar um jeito. Tive muitos altos e baixos. Estava perdendo para a Ligia e, por um ponto, não fiquei fora da Seletiva. Foi um momento bem difícil para mim, onde estava errando várias bolas seguidas e ela abriu vantagem. De alguma forma, consegui virar o jogo e continuar brigando pela vaga".
 
Na final, Kumahara enfrentou Bruna Takahashi, uma velha conhecida. As duas estiveram juntas na Rio 2016 e treinam juntas no São Caetano, além de, ao lado de Lin Gui, terem feito um intercâmbio na China:
 
"Contra a Bruna, foi um jogo caseiro, como chamamos. Treinamos muito juntas e levar a vitória vai muito do dia. Felizmente, consegui encaixar meu estilo, jogando agressivo o tempo inteiro".
 
Depois das duas últimas Seletivas, quando não conseguiu chegar ao lugar mais alto do pódio, Carol admite que estava pressionada.
 
"Nas duas últimas seletivas, infelizmente, não consegui a vaga na mesa. Então, querendo ou não, tinha uma pressão a mais para essa (Seletiva). Uma pressão para, no mínimo, jogar melhor. Nos outros anos, não senti que joguei bem", afirmou.
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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