Coordenador da seleção brasileira conclui curso no COB: 'É um crescimento profissional grande'

06/01/2017 11:24

Lincon Yasuda comandou a deleção verde e amarela na Rio 2016 e no Pan-Americano de Toronto (CAN), em 2015

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 06/01/2017

O tênis de mesa brasileiro continua evoluindo e se aprimorando cada vez mais em todas as sua áreas. Exemplo disso, é que o treinador Lincon Yasuda, que foi chefe de delegação da modalidade nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e no Pan-Americano de Toronto, em 2015, concluiu com êxito o Curso de Capacitação de Chefes de Equipe (CCCE) oferecido pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), por meio do Instituto Olímpico Brasileiro (IOB).
 
O curso teve uma duração de dois anos (dezembro de 2014 a novembro de 2016) e seus participantes assistiram a oito módulos presenciais, nos quais tiveram palestras, debates e dinâmicas de grupo, além de terem vivenciado a experiência de serem chefes de equipe em missões organizadas pelo COB.
 
Segundo o treinador, ter realizado o curso permitiu que ele tivesse contato com diversas pessoas de outras áreas e que isso o fez crescer ainda mais na profissão.
 
"É um crescimento profissional grande, pois eu tive oportunidade de ter contato e adquirir conhecimento com profissionais qualificados e de diversas modalidades. Nós tivemos um trabalho de media training também para aprendermos a lidar com a imprensa. Tudo isso agregou muito na minha experiência como profissional", disse.
 
Lincon ainda ressaltou a importância que um chefe de delegação tem nessas grandes competições. Segundo ele, é esse profissional que trabalha com os eventuais problemas para os atletas e treinadores se concentrarem somente na parte desportiva.
 
"Ter feito esse curso vai ser importante não só para mim, mas para a confederação. O chefe de equipe é um personagem oculto, não aparece aos olhos do público e da imprensa, mas ele é fundamental para o bom funcionamento da delegação. Nós resolvemos todos os tipos de problemas e situações que eventualmente têm nessas competições para os treinadores e atletas trabalharem o mais tranquilo possível", explicou.
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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