Coordenador da seleção faz balanço positivo da atuação brasileira no Latino-Americano Mirim e Pré-Mirim

14/11/2016 12:20

Lincon Yasuda destacou que jovens conseguiram superar os obstáculos e conquistaram bons resultados na competição internacional

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 14/11/2016

Fotos: ULTM

A base do tênis de mesa brasileiro demonstra estar bem preparada e ter tudo para conquistar grandes resultados em breve. Lincon Yasuda, coordenador da seleção brasileira, acompanhou a delegação que disputou o Campeonato Latino-Americano Mirim e Pré-Mirim, que aconteceu em Lima, no Peru, no fim do mês passado, e avaliou de forma bastante positiva a atuação verde e amarela na competição. Giulia Takahashi, Kenzo Carmo, Gustavo Carvalho, César Menezes, Arthur Santana e Laira Silva foram os nossos representantes no torneio internacional e conquistaram triunfos animadores.

Lincon ressaltou que Giulia Takahashi, por exemplo, conquistou vitórias e chegou ao pódio mesmo jogando contra atletas mais velhas. A irmã de Bruna Takahashi não perdeu um set sequer na disputa individual, ficando com o lugar mais alto do pódio na categoria Mirim. Além disso, ela conquistou três bronzes - duplas mistas mirim, duplas femininas pré-mirim e por equipes pré-mirim.

"Individualmente falando, a Giulia teve o melhor resultado. Ela conquistou o título mirim, sendo que ela não é dessa categoria e isso é um grande feito. Chamou atenção porque ela ainda está iniciando a carreira internacional. Foi apenas o primeiro ano e já mostrou excelentes resultados, com uma diferença grande do nível dela para as garotas com a mesma faixa de idade no continente. No Latino, por exemplo, ela não perdeu nenhum set. É um talento que temos de olhar com mais carinho", disse.

O coordenador salientou ainda que Kenzo, assim como em competições anteriores, conseguiu ir bem. Ele enfrentou grandes desafios, devido ao bom nível do torneio Sub-13, e conseguiu superar os obstáculos de maneira satisfatória.

"Kenzo foi muito bem. Ele manteve a média de participação dele tanto em Sul-Americanos, como em Latino-Americanos. Ele chegou ao pódio e faltou muito pouco para ele vencer a semifinal. Eu digo que esse terceiro lugar foi bom, porque foi um dos campeonatos sub-13 mais disputados que vi em toda a carreira. A igualdade foi tanta que no torneio por equipes, ao menos um time forte acabou ficando fora da fase decisiva. Antes de o campeonato começar, poderíamos apontar umas oito ou dez seleções que seriam possíveis campeãs. Por isso, ter chegado ao pódio foi um ótimo resultado"

Os atletas que foram pela primeira vez tiveram de superar a ansiedade, mas mostraram uma boa evolução ainda durante a competição, tendo boas atuações na competição individual, que aconteceu posteriormente às disputas por equipes.

"Os demais mostraram qualidades interessantes. O César, o Arthur, o Gustavo e a Laira estavam indo pela primeira vez e, claro, tinha o fator nervosismo, mas eles foram evoluindo dia a dia e jogando bem mais soltos, tanto é que, no individual, eles jogaram bem melhor do que no torneio por equipes. Acho que eles aprenderam bastante e mostraram qualidade e um potencial interessante, acredito que o campeonato tenha sido importante para continuarem evoluindo", concluiu.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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