Copa Brasil: Árbitra e atleta, Michele Silva conta como é estar nos dois lados: 'Ajuda bastante'

20/04/2017 18:17
Mesatenista arbitra no Rio de Janeiro há cinco anos e está em Brasília para defender o Hebraica Rio
 
Alexandre Araújo e José Augusto Assis, de Brasília (DF) - 20/4/2017
 
Michele Silva (Hebraica Rio - RJ) está acostumada a estar em partidas de tênis de mesa como árbitra, mas na Copa Brasil Centro-Norte-Nordeste I, em Brasília (DF), ela está participando em uma função diferente: a de atleta. A mesatenista, que está na arbitragem carioca há cinco anos, garante que atuar nos dois lados ajuda bastante à mesa.
 
"No início da competição, eu estranhei um pouco, pois nos últimos torneios nacionais eu tenho arbitrado, mas vejo essa troca de experiência como algo positivo. Quando jogamos, pensamos na posição do árbitro e vice-versa, isso ajuda bastante, principalmente, na parte de novas regras, conhecimento que tenho por causa do meu papel como árbitra", disse.
 
Michele explica que decidiu vir como jogadora nessa edição da Copa Brasil para ajudar o seu clube, que é novo no cenário do tênis de mesa.
 
"Nos meus últimos torneios, eu fui arbitrando. Mas meu clube é novo, eles me deram oportunidade de participar dessa Copa Brasil como atleta para conseguir alguns resultados bons para eles", contou.
 
Por já ter tido a experiência como árbitra e jogadora, a mesatenista revela qual dos dois lados tem a rotina mais pesada durante as competições:
 
"A vida de atleta é mais complicada. Passei dois meses treinando muito, perdi oito quilos em apenas três meses, infelizmente, eu não conquistei o resultado que eu queria, mas fico contente de ter a oportunidade de disputar como atleta".
 
Michele disputou nesta quinta-feira (20) o Rating H feminino. A atleta conquistou a medalha de bronze ao ter sido superada por Glauciane Mendes (Pará Clube- PA) por 3 sets a 0 (11/7, 11/7 e 12/10) na semifinal. Na Copa Brasil, ela ainda vai para a disputa do Absoluto D feminino e vai estrear na categoria neste sábado (22).
 
A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.
 

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