Copa Brasil: Com incentivo do pai/treinador, a pequena Mahayla Sardá joga como gente grande em Brasília

22/04/2017 10:12
Mesatenista conta que o tutor Gilberto Sarda, o Giba, costuma pegar mais pesado nos treinamentos que antecedem competições
 
Alexandre Araújo e José Augusto Assis, de Brasília (DF) - 22/04/2017
 
Foto: Christian Martinez/RGB Studios/CBTM
Em meio a diversos momentos que uma Copa Brasil pode proporcionar, um instante de fofura chamou atenção na etapa Centro-Norte-Nordeste I, em Brasília (DF). Mahayla Sardá (Associação Rio do Sul - SC), de apenas 8 anos, ainda é pequena frente à mesa, mas já demonstra um grande tênis de mesa. Muito disso se deve ao incentivo de seu pai e treinador, Gilberto Sardá, mais conhecido como Giba. 
 
Apesar de ser treinada pelo pai, Mahayla afirma que o técnico não costuma dar moleza para ela, principalmente, quando se aproxima de torneios.
 
"Quando é campeonato, ele pega mais no meu pé. Quando não é, ele pega mais leve", avaliou a menina.
 
O técnico conta que por ser filha de um treinador, Mahayla acaba por ter de ficar mais tempo praticando a modalidade e que isso pode ser positivo para a mesatenista futuramente.
 
"Quando acaba o treino, o aluno vai embora. Ela não, quando acaba, continua com o pai. Tem de saber controlar para não ficar muito pesado para ela. Mas é legal também, porque ela evolui mais rápido", disse Giba.
 
O pai de Mahayla lembra que começou um pouco mais tarde do que a sua filha e como se tornou um treinador:
 
"Comecei no tênis de mesa por influência dos meus amigos, que jogavam. Procurei um clube para treinamento, comecei a treinar todo dia... Isso, eu tinha uns 12 anos. Com 18, fui para São Paulo. Fiquei alguns anos treinando por lá, e, quando voltei, já tive a oportunidade de trabalhar como treinador. Agora, com a Mahayla, por influência do pai, está treinando e gostando da modalidade."
 
Porém, se engana quem pensa que o incentivo vem somente de Giba. Mayara Meriz, mãe da atleta, reconhece que não simpatizava muito com a ideia de ficar no ginásio assistindo aos jogos, mas, agora, que a sua filha também entrou no circuito nacional, acompanhar as partidas de tênis de mesa no local de competição se tornou mais prazeroso.
 
"No começo, quando só o Giba era técnico, eu não gostava muito. Era cansativo. Mas agora, como tem ela, é muito bom, tento ir ao máximo em todos os jogos para acompanhá-los. Quando eu era criança, eu gostava, mas eu nem sabia que tinha competição", admitiu.
 
O incentivo dos pais e os treinamentos já estão dando resultados. A jovem mesatenista conquistou a medalha de prata na categoria Super Pré-Mirim e a de bronze no mirim - duas acima da dela.
 
A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.
 

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