Depois de 67º Intercolonial, Cuiabá pode sediar uma das etapas da Copa Brasil desta temporada

24/01/2017 18:23

Alaor Azevedo, presidente da CBTM, esteve na cidade e reuniu-se com presidente da Federação Matogrossense e Secretário de Esportes local

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 24/01/2016

Fotos: Nivaldo Sergio Alves

Após receber o 67º Intercolonial, tradicional evento da colônia japonesa, no último fim de semana, Cuiabá tem chace de ser a cidade-sede de uma das etapas da Copa Brasil, uma das grandes competições nacionais organizados pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM). O presidente Alaor Azevedo esteve na cidade do Mato Grosso no fim da última semana para diversos compromissos e, dentre eles, conversou com o presidente da Federação Matogrossense de Tênis de Mesa, Sandro Abraão, e também esteve reunido com o Secretário Estadual de Esportes, Leonardo Oliveira. Ambos se mostraram entusiasmados com a possibilidade de ter um torneio deste porte sendo organizado no município. 
 
Na movimentada agenda de Alaor Azevedo em Cuiabá, primeiramente, houve a inauguração do centro de treinamento Cláudio Kano, um dos 12 CT's que a CBTM está instalando em todo o país. O local foi um dos que recebeu o legado material dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Na solenidade, o mandatário teve a oportunidade de conhecer o engenheiro e mesatenista Nelson Noboru Kawahara, da empresa Bimental.
 
"Nelson foi o grande mecenas do centro de treinamento, fazendo a construção com custos bem abaixo do mercado, conseguindo os materiais da obra com parceiros da construção civil do Estado. Realmente, uma coisa grandiosa e que merece nossos mais eloquentes elogios", disse.
 
Alaor envolveu-se ainda em um evento promocional no Goiabeiras Shopping, importante estabelecimento da cidade. Ao lado de Hugo Hoyama, Caroline Kumahara e Bruna Takahashi, participou do Desafio do Saque, onde quem conseguisse devolver cinco saques, ganharia uma motocicleta 0Km, o que acabou não acontecendo.
 
Durante discurso na cerimônia de abertura do Intercolonial, que reuniu em torno de 400 atletas de várias categorias e de diversos Estados do Brasil, o presidente da CBTM enfatizou a gratidão do tênis de mesa brasileiro pelo permanente apoio da colônia japonesa ao desenvolvimento da modalidade, lembrando diversos pontos em que houve uma interseção entre a história da modalidade e a dos japoneses que vieram para o país.
 
"Quero citar o saudoso Sr. Haruo Mitida, por seu permanente senso de disciplina, que vem moldando todas as gerações de mesatenistas e que tanto facilita o trabalho da CBTM no crescimento da modalidade.  Além disso, enaltecer o trabalho do Sr. Marcos Yamada, representante da Butterfly no Brasil e na América Latina, que quando assumiu a marca, há vários anos, estava desacreditada e com poucas vendas. Hoje é a maior empresa de venda de material de tênis de mesa no Brasil e na América Latina, inclusive, com apoio significativo a diversos atletas da nossa seleção", ressaltou.
 
Alaor salientou ainda a importância que o apoio familiar tem na vida dos atletas e fez questão de apontar diversas pessoas que, ao longo de todos esses anos, estão contribuindo para a evolução do tênis de mesa:
 
"A família tem uma importância muito grande na vida do atleta e isso é visível na colônia japonesa. Podemos citar, por exemplo, a família Takahashi, onde Ricardo e Giselle dão total apoio à Bruna e Giulia, atletas de seleção. Há ainda o Paco Arado e a Mônica Dotti, que ajudam muito no desenvolvimento dos jovens atletas. Não podemos deixar de lembrar ainda Hiroshi Yaoita, proprietária da empresa Yasaka e que, por diversas vezes, bancou custos de viagem de atletas brasileiros no Japão, inclusive Claudio Kano e Hugo Hoyama, que tantas alegrias deram ao tênis de mesa brasileiro", afirmou ele, que completou:
 
"Temos de ter gratidão e reconhecimento por tudo que e a colônia japonesa vem fazendo pela modalidade em vários momentos, até mesmo em épocas de dificuldades financeiras. Se, agora, estamos conquistando diversas medalhas e fazendo frente nas etapas do circuito mundial, é porque a colônia sempre esteve presente e ativa".
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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iDigo | Assessoria de comunicação CBTM