Em temporada histórica, Hugo Calderano exalta 2016: 'Foi meu melhor ano'

30/12/2016 09:38

Mesatenista conquistou vários feitos durante o ano, como ter igualado a melhor marca de um brasileiro na modalidade em Olimpíadas

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 30/12/2016


Foto: Christian Martinez/RGB Studios/CBTM
Com diversas metas quebradas e recordes batidos, Hugo Calderano considera 2016 o melhor ano da carreira, até o momento. E não é para menos. Aos 20 anos, o mesatenista chegou às oitavas de final dos Jogos Olímpicos Rio 2016, igualando Hugo Hoyama em Atlanta/1996, melhor campanha de um brasileiro na competição até então. Além disso, conquistou a medalha de prata no individual no Aberto da Áustria - etapa Major, ouro nas duplas - ao lado de Gustavo Tsuboi - no Aberto da Suécia - etapa Major e ainda terminou o ano na 21ª colocação do ranking mundial.

Diante de tantos feitos, Calderano se transformou no principal nome da modalidade atualmente. Ele sabe que a Rio 2016 fez com que os brasileiros tivessem um contato maior com o tênis de mesa e que a atuação que teve no torneio fez com que mais pessoas se interessassem pelo esporte.

"Foi um ano muito bom, meu melhor até agora. Toda temporada eu sinto que estou me aprimorando bastante, mas esse foi o ano dos Jogos Olímpicos e, então, acho que foi muito importante não só para mim, mas para o tênis de mesa. Ganhamos muita visibilidade nas Olimpíadas, o pessoal começou a gostar e acompanhar mais o esporte. Acho que eu joguei muito bem na Rio 2016 e a gente acabou trazendo mais visibilidade para a modalidade", disse.

Calderano aproveitou para ressaltar o potencial que o tênis de mesa tem diante da sociedade e a evolução que a modalidade vem mostrando nos últimos anos:

"Tênis de mesa é um esporte que todos gostam, todo mundo já brincou de ping-pong. Então, o pessoal consegue torcer, ainda mais quando tem atletas brasileiros que estão conseguindo disputar atualmente contra as maiores potências do mundo. Fico muito feliz de ver o nosso esporte evoluindo".

Para a próxima temporada, o mesatenista quer continuar a passar por novos obstáculos para se manter bem no cenário internacional.

"Eu vou continuar treinando na Alemanha. Espero continuar subindo no ranking mundial também, acho que estou tendo uma evolução constante no meu nível de jogo e acredito que estou no caminho certo", concluiu.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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