Fisioterapeuta se apaixona pelo tênis de mesa e se transforma em praticante

09/07/2014 17:13

Wanessa Vasconcelos, de 28 anos, é um daqueles casos de amor à primeira vista entre o ser humano e o esporte. Fisioterapeuta, jamais imaginou que, um dia, poderia se apaixonar pelo tênis de mesa. Não imaginava, mas aconteceu.

“Trabalhei ano passado na CBTM como fisioterapêuta e ao trabalhar com a equipe e diretamente com os atletas, comecei a me interessar pelo esporte.” disse Wanessa.

Em um dos campeonatos promovidos pela CBTM, em 2013, Wanessa conta uma história que mudou a forma como encarava o esporte:

“Um paciente que estava no campeonato com tendinite e bursite no ombro direito e sentindo fortes dores durante o jogo, veio até a mim para tratamento fisioterapêutico. Quando retornou ao jogo, fui vê-lo jogar. Após o final da partida, retornou ao tratamento e, quando indaguei sobre como ele conseguiu jogar sentindo tantas dores, ele falou que na hora a adrenalina é tão grande que esqueceu a dor.  Através de várias conversas sobre tênis de mesa com ele e com outras pessoas ligadas ao esporte, me motivei a praticá-lo.”

A paixão pela raquete e pela bolinha fez com que Wanessa começasse a praticar o tênis de mesa. Os benefícios da atividade, em pouco tempo, já se faziam presentes:

“Iniciei há pouco tempo, mas já conseguí melhorar minha coordenação motora e desenvolver com mais rapidez meu raciocínio, concentração e reflexos,  tornando-me mais ágil, flexível e forte. Conseguí também perder calorias durante os treinos e me tornei uma pessoa mais auto confiante e criativa,  aumentando minha autoestima.”

Sobre o futuro como atleta, Wanessa lamenta “Gostaria imensamente de prosseguir no esporte, mas infelizmente são poucas mulheres e poucos iniciantes, daí a dificuldade de continuar praticando somando-se ao pouco tempo que temos para treinar.”



A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.