Francisco Arado aprova desempenho de Carol Kumahara e Bruna Takahashi na Polônia

26/04/2016 18:16
Atualmente, brasileiras são as únicas da seleção adulta atual que não jogam e treinam por clubes europeus
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) – 26/4/2016
 
A seleção brasileira conta com diversos atletas de alto nível que, em sua maioria, compartilham uma característica: treinam na Europa. Caroline Kumahara (106ª colocada no ranking mundial) e Bruna Takahashi (153ª) fogem à regra, mas não perdem nada para os colegas – foi o que demonstraram mais uma vez no Aberto da Polônia, na última semana.
 
No caso da campeã mundial infantil, Bruna, foi a primeira etapa do Circuito Mundial na categoria adulta. Aos 15 anos, a jovem encarou um grupo muito complicado, com a norueguesa Ma Wenting, com a japonesa Yu Amano e com Zhu Chengzhu (115ª), de Hong Kong. 
 
“A Bruna perdeu os três jogos, mas mostrou boa qualidade na disputa de bolas e no jeito de encarar jogadoras de alto nível. Ela é bem jovem e tem muito potencial”, elogiou Paco, como é conhecido o cubano. 
 
Já no torneio sub-21, a estreia positiva na chave principal diante da francesa Marie Migot (54ª colocada no ranking mundial sub-21) - 3 sets a 1 - foi seguida de um duelo extremamente equilibrado contra mais uma forte adversária: a japonesa Natsumi Nakahata (35ª). 
 
“Ela teve uma boa vitória sobre a Migot e depois perdeu para a 35ª do ranking mundial adulto por 3 a 2, com 11/9 no último set. É uma ótima performance, pois ela teve chances reais de vencer uma jogadora top 50”, destacou. 
 
Caroline Kumahara, por sua vez, também foi alvo de comentários positivos por parte do treinador da seleção e de São Caetano do Sul (SP). Garantida nos Jogos Olímpicos, em agosto, a jovem avançou para a chave principal e encarou de igual para igual grandes rivais.
 
“A Carol ganhou os dois jogos do grupo e mostrou muita evolução na parte tática e mental, o que me deixa bem otimista para trabalhar e dar um salto no seu nível”, projetou o técnico.
 
Em seu último confronto no adulto, caiu para a japonesa Miyu Kato (63ª) por 4 a 1, mas demonstrou durante todo o torneio que a preparação para a mais importante competição do ano segue a todo vapor. 
 
“Na chave principal perdeu da 63ª do mundo pelo placar de 4 a 1, mas todos os sets foram bem equilibrados. Isso mostra que ela é capaz de enfrentar jogadoras desse nível”, analisou o cubano.
 
A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.
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