Francisco Arado aprova desempenho no Aberto da Eslovênia e destaca importância de enfrentar melhores do mundo

09/06/2016 09:32

Cazuo Matsumoto e Thiago Monteiro foram superados por adversários do top 15 do ranking mundial

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) – 09/06/2016

A seleção brasileira disputou, na última semana, o Aberto da Eslovênia, etapa Challenge do Circuito Mundial 2016, com três representantes: Bruna Takahashi, Cazuo Matsumoto e Thiago Monteiro. Na visão do técnico Francisco Arado, o desempenho dos brasileiros, que deixaram a competição já na chave principal, foi positivo.

“Logo no início da competição conseguimos vitórias sobre atletas de bom nível. Não conseguimos avançar na competição porque enfrentamos jogadores que estão ranqueados entre os melhores do mundo”, destacou Paco.

Enquanto Cazuo foi superado por Chuang Chih-Yuan (7º), de Taipei, Thiago foi batido pelo coreano Saehyuk Joo (13º), ambos na segunda rodada da chave principal. O cubano radicado em Santa André (SP), contudo, fez questão de apontar que os brasileiros encararam os desafios de cabeça erguida.

“Fizemos bons jogos, mesmo terminando derrotados. Jogar contra esses atletas é muito bom para poder adquirir experiência e ver o que podemos melhorar para alcançar um nível melhor”, explicou.

Logo depois da competição, uma de suas comandadas em São Caetano do Sul (SP) e grande talento da modalidade, Bruna Takahashi, foi confirmada pelo técnico da seleção feminina, Hugo Hoyama, na equipe que disputará os Jogos Olímpicos do Rio, em agosto.  Cazuo também foi convocado para fazer parte do time masculino.

Para o treinador, a vivência adquirida em Otocec, cidade que sediou o Aberto da Eslovênia, assim como outras etapas do Circuito, são de grande valia para a jovem de 16 anos ganhar leitura de jogo. Ela encerrou sua participação diante da coreana Haeun Yang (20ª).

“A Bruna foi bem, jogou bom jogadoras de diferentes estilos. Cateiras, canhotas, destras rápidas, entre outras. Isso ajuda na sua formação para se adaptar a situações diferentes em cada competição”, finalizou.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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