Hugo Calderano afirma que Prêmio Brasil Olímpico 'fechou 2016 com chave de ouro'

30/03/2017 17:16
Jovem não pôde comparecer em evento realizado no Rio de Janeiro nessa quarta-feira devido a compromissos com o seu clube, o Ochsenhausen
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 30/3/2017
 
Um dos homenageados no Prêmio Brasil Olímpico, Hugo Calderano - eleito melhor mestenista de 2016 pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) - não pôde comparecer à solenidade de premiação, que aconteceu na noite da última quarta-feira (29), no Rio de Janeiro, por conta de compromissos com o Ochsenhausen, clube que defende na Alemanha. Porém, comentou que ter sido o escolhido o motiva ainda mais para conseguir bons resultados.
 
Para o jovem, ter vencido o prêmio - o quarto consecutivo - foi uma forma de fechar a temporada 2016 de maneira muito positiva, ressaltando o quão especial foi o ano passado.
 
"Fiquei muito feliz em ganhar meu quarto Prêmio Brasil Olímpico. São reconhecimentos como esse que nos mostram que estamos no caminho certo e que tudo está valendo a pena. Sempre me motivo mais com o prêmio e dessa vez não foi diferente. Sem dúvidas a temporada de 2016 foi especial pra mim, e acho que o prêmio a fechou com chave de ouro", disse.
 
Em 2016, Hugo Calderano conseguiu marcas importantes na modalidade. Nos Jogos Olímpicos do Rio, ele chegou às oitavas de final, igualando Hugo Hoyama em Atlanta/1996, até então a melhor marca de um brasileiro na competição. Além disso, ele também foi prata no torneio individual do Aberto da Hungria - etapa Major e ouro, ao lado de Gustavo Tsuboi, nas duplas do Aberto da Suécia - etapa Major, ambas conquistas inéditas para o tênis de mesa brasileiro. Calderano foi ainda o campeão sub-21 do Aberto do Kuwait, etapa Super (mais importante do Circuito Mundial).
 
O brasileiro, atual número 23º colocado no ranking mundial, terminou a temporada passada na 21ª colocação da lista divulgada pela Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF). Em fevereiro, Calderano chegou à marca de 17º do ranking, porém, devido a uma lesão muscular na perna direita acabou não participando do Aberto do Catar, caindo no ranking.
 
A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.
 

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