Jogos Olímpicos: Caroline Kumahara bate australiana Melissa Tapper e começa Rio 2016 com vitória

06/08/2016 11:00

Foto: Christian Martinez/CBTM

Brasileira triunfou por 4 sets a 2 e garantiu vaga na primeira fase do torneio, em que vai enfrentar Ni Xian Lian, de Luxemburgo

Do Riocentro, no Rio de Janeiro (RJ) - 6/8/2016

O tênis de mesa brasileiro começou os Jogos Olímpicos Rio 2016 com o pé direito! Na manhã deste sábado, na mesa 1 do Riocentro, Caroline Kumahara bateu a australiana Melissa Tapper por 4 sets a 2 (11 a 4; 8 a 11; 11 a 4; 11 a 6; 9 a 11 e 11 a 8) na fase preliminar da disputa individual feminina. Assim, ela passa à primeira rodada do torneio e vai jogar ainda neste sábado, às 15h15, contra Ni Xian Lian, de Luxemburgo.

Após um começo fulminante, quando venceu o primeiro set por 11 a 4, Carol acabou cedendo o empate no segundo. Já no terceiro set, conseguiu voltar ao estilo de jogo que lhe é peculiar e chegou abriu uma vantagem de 3 a 1. No quinto set, porém, a australiana conseguiu ser superior e diminuir o placar. Mas a brasileira tratou de dar números finais à partida no sexto set, ao triunfar por 11 a 8 e fechar em 4 a 2.

Melissa Tapper também atua na Paralimpíada, por conta de uma deficiência nos movimentos do braço direita, mas Caroline Kumahara afirmou que não esperava facilidade e ressaltou que o apoio que recebeu da arquibancada durante todo o duelo foi um dos pontos primordiais para o triunfo.

"Eu sabia que não seria fácil, mas, por outro lado, sabia que tinha uma boa chance de ganhar. Não sabia como estaria a torcida, como estaria o ginásio. Apesar de ser um fator que não influencia muito, querendo ou não, jogando em casa não tem como. Mas eu fiquei surpresa. Chegando aqui, o ginásio já estava cheio, fiquei feliz. Foi uma força a mais para lutar contra as dificuldades do jogo, nervosismo da estreia e tudo mais. Eles me motivaram muito e foi algo que me ajudou bastante", disse.

Carol lembrou a preparação que teve para que conseguisse um resultado positivo já na primeira partida na Rio 2016.

"Eu já tinha jogado com ela há uns dois anos. Demos uma analisada naquela partida. Claro que o jogo muda, mas a essência não tem como mudar tanto em tão pouco tempo. Então, eu tinha uma ideia mais ou menos. Sabia o estilo dela, a borracha que ela usa. Com isso, dá para ter uma ideia melhor do jogo. Também a vi jogando algumas vezes e treinando aqui. Não foi um jogo tão surpreendente. O próximo vai ser mais", avisa.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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