Jogos Paralímpicos: Após sorteio dos grupos, comissão técnica analisa confrontos e demonstra confiança

07/09/2016 16:15
Profissionais que preparam os atletas andantes e cadeirantes ressaltaram que houve muito estudo prévio em relação aos possíveis adversários
 
Da redação, no Rio de Janeiro - 07/09/2016
 
Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX
 
Após o sorteio dos confrontos dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, a comissão técnica da seleção brasileira paralímpica de tênis de mesa mostrou confiança em uma boa campanha. Com algumas poucas ressalvas, os profissionais ressaltaram que os grupos formados estão dentro do que vinha sendo estudado no período de preparação e acreditam que há boas possibilidades de classificação em diversas Classes.
 
Ao analisar os grupos dos atletas cadeirantes, Luciano Possamai lembrou que há um brasileiro cabeça de chave, salientou que a delegação não deve demonstrar ansiedade e tem de mirar objetivos maiores passo a passo.
 
"A formação das chaves ficou dentro daquilo que já esperávamos, pois já tínhamos feito a análise dessas situações e possibilidades anteriormente. Temos um atleta que é cabeça de chave, o Welder Knaf, que já vai jogar as duas partidas nessa quinta-feira. Temos a Cátia, que é a segunda ranqueada na chave, e enfrenta a cabeça de chave número 1. Os demais atletas cadeirantes entraram na terceira vaga da chave e, consequentemente, enfrentando dois adversários de melhores posições no ranking. Trabalhamos forte e nos preparamos para esse momento. Acreditamos no nosso trabalho. Os atletas estão acreditando, sim, na possibilidade de avançar à outra fase. Avaliamos que é possível, nesta primeira parte da competição, nos classificarmos, mas estamos pensando em jogo a jogo, uma situação por vez", disse. 
 
Técnicos dos atletas andantes, Paulo Camargo, por sua vez, recorda que, mesmo tendo alguns confrontos complicados, os representantes brasileiros estudaram bastante os adversários e estão bem preparados para todos os desafios que os Jogos Olímpicos podem impor. O treinador salientou ainda que a meta é apresentar o melhor nível possível nas partidas, colocando em prática toda a preparação.
 
"As chaves dos andantes foi dentro do esperado, não houve nenhuma surpresa. Uma ou outra alteração apenas, mas os adversários são fortes. Já sabíamos que iríamos jogar com atletas bem ranqueados. Por exemplo, Danielle Rauen e Jennyfer têm três chinesas na Classe. A Bruna Alexandre e o Diego também terão jogos difíceis contra chineses, mas todos os adversários foram estudados e nossos atletas estão preparados. Eles sabem quais as armas têm de ser usadas em cada confronto. Neste ciclo, alguns deles enfrentaram esses jogadores que terão pela frente na Rio 2016. Esperamos fazer o melhor possível em cada partida. Sabemos de todas as nossas condições, mas estamos muito bem preparados".
 
Com exceção de Catia Oliveira, que irá à mesa apenas na sexta-feira, todos os atletas brasileiros estreiam na Rio 2016 nesta quinta-feira. Os duelos vão acontecer no Pavilhão 3 do Riocentro - veja os primeiros confrontos de cada um deles
 

Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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