Jogos Paralímpicos: Brasil não consegue passar pela França e vai para a disputa de bronze na Classe 1-2 masculina

15/09/2016 16:37
Iranildo Espíndola, Aloísio Lima e Guilherme Costa tentaram, mas acabaram superados pelos franceses por 2 jogos a 0
 
Alexandre Araújo e José Augusto Assis, no Rio de Janeiro (RJ) - 15/9/2016
 
Foto: ITTF
 
Vamos com tudo para o bronze! A equipe masculina Classe 1-2, formada por Iranildo Espíndola, Guilherme Costa e Aloisio Lima teve uma pedreira na semifinal e encarou a França, que conta com Fabien Lamirault - ouro na Classe 2 -, Stephane Molliens - quarto lugar na Classe 2 - e Jean-Francois Ducay. Apesar de toda a luta, o time verde e amarelo acabou derrotado por 2 jogos a 0, deixando a briga pela medalha de ouro.
 
Na partida de duplas, Iranildo e Guilherme tiveram pela frente Fabien Lamirault e Stephane Molliens e começaram muito bem, fazendo um primeiro set muito equilibrado. Porém, os franceses conseguiram vencer por 3 sets a 0 (11/9, 11/4 e 11/5). Depois, foi a vez de Iranildo encarar Fabien Lamirault  e, por um tempo, conseguiu fazer frente ao atual campeão olímpico, mas perdeu por 3 sets a 0 (11/2, 13/11 e 11/6).
 
"Eles entraram muito tranquilos e são uma equipe muito forte e entrosada. Nós fomos com tudo para ver se mexíamos com o psicológico deles, mas infelizmente não deu. O Fabien (adversário de Iranildo na segunda partida do confronto) sabe jogar, sabe neutralizar os adversários e ele conseguiu fazer isso comigo", elogiou Iranildo, que completou sobre a disputa pelo bronze:
 
Com a derrota, o Brasil vai disputar a medalha de bronze neste sábado (17), às 16h30, contra a Eslováquia. 
 
"Estamos muito focados para buscar esse terceiro lugar, é algo inédito para o tênis de mesa do Brasil na nossa classe. Chegar em uma semifinal de Jogos Paralímpicos na nossa casa e ainda ter oportunidade de conquistar o bronze é algo muito bom. Agora, é descansar para vir com tudo atrás dessa vitória", completou Iranildo.
 
Motivado, Guilherme lembrou das recentes conquistas no individual de Israel Stroh (prata na Classe 7) e Bruna Alexandre (bronze na Classe 10).
 
"A participação da seleção na Rio 2016 está sendo histórica. Ver o que a Bruninha e o Israel fez só nos motiva mais ainda. E se conseguirmos, esse bronze valerá ouro. Será fantástico", finalizou.
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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