Legado material da Rio 2016 pode incentivar mais jovens a praticar o tênis de mesa no Piauí

16/12/2016 17:31
Para Jadelson dos Santos, presidente da federação, equipamento pode ainda ajudar os atletas a melhorar técnicas 

Da redação, na Rio de Janeiro (RJ) - 16/12/2016
 
Se o Rio de Janeiro foi a cidade-sede dos Jogos Olímpicos 2016, para o tênis de mesa, a competição foi de todo o Brasil. Piso, divisórias, mesas de árbitros e seis mesas de jogo vão viajar cerca de dois mil quilômetros para serem utilizadas no centro de treinamento de Teresina, no Piauí, local inaugurado em 2013 e instalado em um complexo educacional que, atualmente, atende quase três mil alunos. 
 
Além do próprio Rio e Teresina, a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) distribuirá o legado material da Rio 2016 a outras quatro cidades São Bento (SC), Porto Alegre (RS), Varginha (MG) e Cuiabá (MT).
 
Para Jadelson dos Santos, presidente da Federação de Tênis de Mesa do Piauí, o material pode incentivar mais jovens a praticar a modalidade e fazer com que aqueles que já têm contato com o esporte, queiram aprimorar ainda mais as técnicas.
 
"Tenho certeza disso, nosso CT está instalado em um complexo educacional que atende crianças desde a creche até o ensino médio. Temos o material humano pronto para ser trabalhado. A instituição onde o material será colocado, hoje, é referência no esporte. O atleta é tratado de forma diferenciada, com todo apoio dos educadores. Esporte e educação é o caminho para uma grande nação se desenvolva", disse ele, que salientou ainda:
 
"Aqui no Piauí, o tênis de mesa tem crescido de uma forma que nunca se pôde imaginar e, a chegada desse material, vai ser um salto sem precedentes para a modalidade no estado".
 
Ao falar sobre o legado olímpico, Jadelson lembra que acompanhou de perto as partidas no Riocentro e garantiu que a Rio 2016 foi um marco para o tênis de mesa brasileiro.
 
"Eu estive presente neste evento histórico e vi, pessoalmente, o entusiasmo do público presente no Riocentro, o que me deixou bastante emocionado, fora o público que acompanhou pela TV. Eu me emocionei com os nossos atletas. O nosso tênis de mesa não será mais o mesmo depois dos Jogos Olímpicos. Podemos sentir que estamos no caminho certo para chegarmos a tão sonhada medalha olímpica", afirmou.
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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iDigo | Assessoria de comunicação CBTM