Ligia Silva vive 'momento incrível' ao acender pira olímpica em Manaus

30/06/2016 17:29
Foto: Mário Oliveira/Semcom
 
Consagrada atleta carregou a tocha na sua cidade natal diante de multidão
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 30/6/2016
 
A mesatenista Ligia Silva já viveu grandes momentos em sua carreira e, neste mês de junho, vivenciou mais um deles. Além de ser uma das condutoras da tocha olímpica em Manaus (AM), sua cidade natal, a amazonense foi responsável por acender a pira olímpica no Completo Turístico Ponta Negra, diante de milhares de pessoas.
 
"Senti algo que eu nunca tinha sentindo antes. Pensar que aquela multidão esperava por aquele momento em que fui responsável. Muitos só haviam ouvido falar de mim e a maioria gritou o meu nome. Me senti abraçada e conduzida por todos, foi incrível", contou.
 
A atleta destaca alguns momentos, dentre eles a classificação para os Jogos Olímpicos de Sydney (2000), que foi o primeiro de sua carreira - ela disputou também a de Atenas (2004) e a de Londres (2012) - , o acesso com a seleção brasileira em 2014 no Mundial por Equipes e a medalha de prata por equipes no Pan-Americano de Toronto (2015). Para Ligia, acender a pira olímpica na sua cidade foi emocionante e, por isso, entra também nessa lista.
 
"Para mim foi uma surpresa, pois pensei que fosse fazer somente um percurso. Mas quando me ligaram falando que eu iria acender, pensei 'Nossa, que gratidão!'. Todos sabem que sou de Manaus, foi onde tudo começou, acho que foi por isso que as lágrimas vieram. Passou um filme na minha cabeça. Por isso, acho que foi um dos melhores momentos no esporte para mim", contou.
 
Em 2007, a mesatenista carregou uma outra tocha, a pan-americana. Ela foi condutora em Santos (SP), cidade em que reside atualmente. A atleta conta que ambas foram importantes, mas a olímpica marcará mais a sua vida pelo que a chama representa.
 
"Carregar a tocha olímpica sem dúvida teve um significado maior. É um símbolo importantíssimo e que tem a chama que inspira milhões e milhões de atletas. Então, levarei esse momento para o resto da minha vida", disse Ligia.
 
Sobre as suas expectativas para o desempenho do Brasil nos Jogos Rio 2016 na modalidade, a jogadora acredita que o Brasil já é o melhor da América Latina e que a tendência é crescer mais. Para ela, Caroline Kumahara, Lin Gui, Bruna Takahashi, Hugo Calderano, Gustavo Tsuboi e Cazuo Matsumoto darão o melhor na mesa e que vai torcer bastante.
 
"O Brasil sempre trouxe medalhas em Pan-Americanos, há anos somos os melhores da América Latina. Estamos dando passos importantes e somos vistos com bons olhos. Todos que irão nos representar estão bem preparados, pois sei que todos ali darão o máximo. Temos de torcer muito por eles", afirmou.
 
Para Ligia, o crescimento brasileiro no tênis de mesa se deve ao investimento. Isso propiciou uma melhor preparação dos atletas nacionais e, por isso, uma melhor perspectiva para a modalidade no país.
 
"Hoje temos investimento, isso é tudo para certos esportes que precisam de intercâmbios. Então temos que saber aproveitar todas as oportunidades. Estamos bem mais preparados e sonhando cada vez mais para levar o nome do Brasil ao lugar mais alto do pódio", finalizou.
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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