Lin Gui relembra participação na Rio 2016 e destaca importância de jogar uma Olimpíada em casa: 'Foi uma honra muito grande'

21/12/2016 15:39

Chinesa, naturalizada brasileira, atleta lembrou também a conquista do Latino-Americano

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 21/12/2016


Foto: Christian Martinez
Lin Gui nasceu na província chinesa de Nanning, porém, um dos motivos de maior alegria na temporada tem a ver com um coração que já se tornou verde e amarelo. Ao analisar o ano de 2016, a atleta, logo de cara, ressaltou a oportunidade de atuar nos Jogos Olímpicos Rio 2016, lembrando ser uma oportunidade única na vida de qualquer atleta poder estar em uma competição como essa e em casa. Além disso, ela recordou de uma importante conquista para o tênis de mesa brasileiro.

"Acho que 2016 foi um ano muito importante para mim desde o começo, com o pré-olímpico, quando consegui a classificação para jogar as Olimpíadas em nosso país. Foi uma honra muito grande. É uma chance única em nossas vidas. E consegui jogar bem nas Olimpíadas, fiquei muito feliz por isso. Também tiveram outras conquistas, como ser campeã do Latino-Americano. Foi um ano de muitos desafios e com muitas coisas novas para mim", disse.

Apesar de toda a paixão pelo Brasil e de ter integrado a delegação verde e amarela no Rio de Janeiro, Lin Gui também pôde voltar às origens. Ao lado de Bruna Takahashi, Caroline Kumahara, Victor Ishiy e Rafael Torino, ela teve a chance de realizar um período de treinamento na China.

"Achei muito legal poder ter feito esse intercâmbio e ajudar a eles a se sentirem um pouco mais em casa (Lin ajudou com o idioma e também mostrou a cidade aos atletas brasileiros). Foram treinos muito bons, muito interessantes. Aprendi bastante coisa", salientou.

Lin avisou ainda que, com todo o conhecimento adquirido nesta temporada, quer voltar ainda melhor para ter novas conquistas em 2017:

"No segundo semestre, foquei mais nos jogos na Europa. Está sendo mais difícil, com mais adversários e com um nível muito alto. Mas estou aprendendo muito e aproveitando ao máximo essa oportunidade. Quero adquirir essa experiência para voltar ainda mais forte ano que vem".

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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