Lucas Carvalho, sobre medalhas na Copa Tango: 'Um pouco inesperado e, por isso, estou muito feliz'

30/11/2016 12:17
Jovem brasileiro ficou com a segunda colocação na competição Junior e também na adulto
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 30/11/2016
 
Foto: Arquivo Pessoal
 
Com apenas 16 anos, Lucas Carvalho participou pela primeira vez de uma competição internacional na última semana, ao defender o Brasil na Copa Tango - campeonato voltado para atletas paralímpicos -, que aconteceu em Buenos Aires (ARG). E o jovem não se intimidou, muito pelo contrário. Ele fez bonito e conquistou duas pratas, uma no torneio Junior e outra no adulto.
 
Lucas admitiu que não esperava o bom rendimento e lembrou que conseguiu bater adversários que ocupam melhores posições no ranking mundial.
 
"O balanço foi extremamente positivo. Consegui jogar muito bem e ganhar de adversários bem ranqueados mundialmente. Foi um pouco inesperado e, por isso, estou muito feliz, pois, além da prata no Sub-23, consegui também a prata no adulto. Acredito que meu jogo melhorou muito, graças ao belo trabalho que venho desenvolvendo junto com meu treinador Paulo Matos e os meus companheiros de treino em Recife.  Consegui vencer jogadores renomados como: Dario Neira(ARG), Diego Jimenez(COL) e Gustavo Castro(CHI)", disse.
 
O jovem ressalta que a atuação na competição leva segurança para a próxima temporada e salienta que já no começo do ano que vem terá um grande desafio pela frente.
 
"Em 2017, pretendo continuar treinando firme e participar de mais etapas do Circuito Mundial. Além disso, tenho como foco maior o Panamericano de Jovens, que acontece em março, na cidade de São Paulo", avisou.
 
Lucas não esconde a vontade de estar em Tóquio/2020, mas se mostra consciente de que terá de passar por alguns obstáculos para alcançar o objetivo e chegar aos Jogos Paralímpicos, uma vez que a Classe 10 é muito disputada:
 
"É o sonho de qualquer atleta representar seu país na competição máxima do esporte. Porém, tenho que treinar muito forte durante o ciclo pois acabei sendo reclassificado para a Classe 10 e todos sabem que a concorrência no Brasil é altíssima com diversos jogadores de qualidade".
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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