LUPA OLÍMPICA: Mais focada, Carol deixa a 'criança' para trás em busca de bons resultados

05/08/2016 13:39

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 5/8/2016

O quanto se pode mudar em quatro anos? Para Caroline Kumahara, muita coisa mudou em um ciclo olímpico. Brasileira mais bem colocada no ranking mundial, a nossa Carol participou pela primeira vez dos Jogos em Londres 2012, então com 17 anos. Agora, chega à Rio 2016 como um dos principais nomes do país na modalidade e sendo uma das representantes da disputa individual.

Carol evita falar de sorte e exalta o trabalho que vinha fazendo nos treinamentos, mas reconhece que estar em Londres, àquela época, não era o objetivo principal da carreira de uma jovem promessa do tênis de mesa brasileiro.

"Não digo que foi sorte ou acaso porque treinei muito, mas eu não pensava exatamente na classificação. Eu treinava pelo prazer e para me preparar bem, evoluir. Consequentemente, acabei conseguindo a vaga. Já em 2016, não. Já tinha o objetivo de conseguir essa vaga. Então, tudo muda. Naquela época, era muito nova e as coisas aconteceram naturalmente. É uma idade em que você solta o braço e não pensa muito (risos)", disse ela, que completou:

"A Carol de 2012 era uma criança que foi disputar os Jogos Olímpicos sem ter a total noção do que aquilo representava. Eu nunca tinha parado para pensar nisso e aconteceu por consequência dos treinos. Quatro anos se passaram e fiz muita coisa dentro do tênis de mesa nesse tempo. Espero transformar essa bagagem em algo positivo".

E quando Caroline Kumahara fala que fez muita coisa, tem razão. Em março de 2013, ela conseguiu um marco ao conquistar aquela que é considerada a maior vitória do tênis de mesa feminino brasileiro. Durante a Copa do Mundo por equipes, ela venceu por 3 sets a 2 a japonesa Kasumi Ishikawa, então número nove do ranking mundial. Além disso, foi campeã latino-americana individual (2013) e das duplas mistas (2016); tricampeã da Copa Latino-Americana (2012, 2014 e 2015) e campeã mundial por equipes da Segunda Divisão (2014).

É com essa bagagem que Carol chega à Rio 2016, na luta por resultados históricos para o nosso país.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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