Mundial por Equipes: Técnico Hugo Hoyama aposta em concentração e união para fazer história novamente

22/02/2016 15:38

Seleção brasileira feminina estará entre as principais equipes da maior competição do esporte pela primeira vez

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) – 22/02/2016

Resta menos de uma semana até que a equipe feminina da seleção brasileira faça história como a primeira do país a disputar a primeira divisão do Mundial por Equipes, em Kuala Lumpur, na Malásia. Para o técnico Hugo Hoyama, o momento é de aproveitar a grande oportunidade.

“Independente do que temos pela frente este ano, agora temos que pensar somente no Mundial. Estaremos jogando contra as melhores do mundo, então vamos entrar sem pressão e só o fato de estar lá já é uma motivação extra para toda a equipe”, resumiu o treinador.

Sob o comando do ex-jogador, a seleção sagrou-se campeã da segunda divisão do Mundial por Equipes em 2014, em Tóquio, conquistando a vaga inédita. E como não poderia ser diferente, as lições daquela competição estarão mais do que presentes em 2016.

“O grande ponto positivo que acho que elas devem tirar daquele título é se concentrar bem e colocar o máximo de bolas na mesa. Até então elas erravam muito sozinhas. Claro que isso sempre acontece, mas o nível alto já é difícil por si só, então temos que dar chance para as adversárias errarem, esse é o grande aprendizado”, destacou Hoyama.

Daquele time campeão, seguem para esta edição Lin Gui (130ª), Caroline Kumahara (139ª) e Ligia Silva. No lugar de Jessica Yamada (215ª), entra a jovem Bruna Takahashi (158ª), atual campeã mundial infantil individual e por equipes (com a América Latina). Recentemente, na disputa do Latino-Americano adulto, as quatro demonstraram força: levaram o título por equipes e todas as medalhas individuais da competição.

“O momento é sempre importante. A confiança e a motivação depois de conquistar grandes resultados fica em alta, mesmo que o nível seja diferente do Latino para o Mundial. Agora temos que chegar lá e fazer as jogadas que gostamos de fazer, deixar a responsabilidade para as outras, isso que eu mais tento colocar na cabeça delas”, apontou Hugo.

Além das medalhas em Porto Rico, o entrosamento da equipe fora da mesa também foi uma conquista que, segundo Hoyama, já refletiu naqueles resultados. Ele ainda destacou a postura da mais experiente do grupo: Ligia Silva, de 34 anos.

“O relacionamento é excelente. Lá no Latino a Ligia deu muita força para a Bruna, elas inclusive dividiram quarto. Hoje ela tem um papel extremamente importante, deixou de ser uma menina mais fechada e está ajudando demais toda a equipe, vibrando. É legal trabalhar assim e estou muito satisfeito com o grupo que temos hoje”, elogiou o técnico.

Na Malásia, a seleção compõe o grupo B, que tem Japão, Alemanha, Coreia do Norte, República Tcheca e Tailândia. Na avaliação de Hugo, é possível sonhar com algumas vitórias, sempre apostando na concentração.

“Sabíamos que não daria para fugir das pedreiras, pois a competição tem um nível muito elevada. Mas eu já vi diversas jogadoras do nosso grupo que acredito que podemos vencer. É entrar com confiança e pensar jogo a jogo. Sei que qualquer vitória será comemorada igualmente por todas, seja lá quem for”, finalizou Hoyama.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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