Musa e Leonor Demário representarão o Brasil na arbitragem da Rio 2016

05/08/2016 18:06

Dupla vai para quarta participação em Jogos Olímpicos

José Augusto Assis, do Rio de Janeiro (RJ) - 5/8/2016

Nos Jogos Olímpicos Rio 2016, o Brasil será representado por Hugo Calderano, Gustavo Tsuboi, Cazuo Matsumoto, Caroline Kumahara, Lin Gui e Bruna Takahashi nos torneios de tênis de mesa. Mas eles não serão os únicos brasileiros envolvidos com a modalidade. Maria José Ferreira, a Musa, e Leonor Demário são árbitras e também representarão o país no evento.

"Estamos com uma expectativa enorme, porque, apesar de já termos arbitrado em outras Olimpíadas, o fato de estarmos em casa acaba dando uma emoção e um peso diferente para essa edição. Sentimos muito orgulho por também representarmos o nosso país e por estamos envolvidas com o esporte que amamos", destacou Leonor.

A dupla já tem experiência em fazer a arbitragem de Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Com a participação na Rio 2016, elas já vão para a quarta Olimpíada - antes foram em Atenas (2004), Pequim (2008) e Londres (2012).

"Eu e Leonor costumamos revezar: quando eu apito uma Olimpíada, ela é árbitra de Paralimpíada e vice-versa. Nessa brincadeira, já vamos para a quarta participação nos eventos. Espero que dê tudo certo e vai dar (risos)", brincou Musa.

Para as árbitras, o crescimento do tênis de mesa no Brasil não se limitou aos atletas. Elas afirmam que a arbitragem brasileira está muito mais qualificada e que a expectativa é que mais árbitros brasileiros se tornem internacionais.

"O quadro de arbitragem no Brasil vem sendo trabalhado e incentivado a ter uma formação de qualidade e excelência. Em janeiro, tivemos diversos árbitros brasileiros aprovados como internacionais e isso prova que a CBTM está investindo não somente nos atletas, mas também em quem apita a partida", afirmou Leonor.

"Nós fomos muito felizes esse ano. Preparamos diversos árbitros para se tornarem internacionais e dos 16 que fizeram uma prova no início do ano, 14 foram aprovados e todos eles já vão trabalhar na Paralimpíada. Então, isso mostra que estamos crescendo no tênis de mesa também nesse quesito", finalizou Musa.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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