Nota de repúdio à matéria do Extra veiculada nesta quarta-feira

06/07/2016 13:43
Rio de Janeiro (RJ), 6 de julho de 2016
 
Em virtude da matéria veiculada nesta quarta-feira (6/7) pelo jornal "Extra", intitulada "Delegado crê que cartola do tênis de mesa sabia de ‘mesada’ de atletas: ‘Forte indício’", o presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Alaor Azevedo, esclarece que:
 
1) Repudia e nega veementemente a informação de que "funcionários da CBTM fizeram chegar aos ouvidos de Azevedo as práticas pouco ortodoxas, mas o dirigente máximo da CBTM — no cargo desde 1995 — nunca teria esboçado reação". Além da afirmação ser falsa, a reportagem, no contato feito com a assessoria de imprensa da Confederação no fim da tarde de terça-feira (5/7), não apresentou qualquer questionamento a respeito deste ponto;
 
2) Neste mesmo contato, foi afirmado apenas que, segundo o delegado responsável pelo caso, "os indícios da participação do presidente são grandes". A reportagem recebeu o seguinte posicionamento: "O presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Alaor Azevedo, esclarece que não teve qualquer participação nos supostos repasses de porcentagens da Bolsa Incentivo por parte dos atletas da seleção paralímpica para o coordenador técnico e treinador José Ricardo Rizzone. Reitera ainda que está contribuindo de todas as formas possíveis com a investigação do caso. O presidente, assim como todos os membros da confederação, está à disposição para explicações às autoridades competentes";
 
3) Esta informação já havia sido divulgada na segunda-feira (4/7), quando, por meio do seu site oficial, a Confederação esclareceu que "não tinha conhecimento de supostos repasses mensais feitos por atletas da seleção paralímpica de tênis de mesa a José Ricardo Rizzone, referentes a um valor percentual da Bolsa Incentivo que recebem da Confederação";
 
4) Reforça o seu compromisso pessoal e da Confederação de colaborar de todas as formas possíveis com as autoridades responsáveis pela investigação do caso. E reafirma ainda que, além de ter cumprido imediatamente as medidas cautelares de sua alçada solicitadas pela 1ª Vara Criminal de Brasília (DF), também abriu procedimento interno para apuração das supostas irregularidades;
 
5) Solicita ao veículo de comunicação a devida retratação pelo equívoco da matéria.