Pan-Americano juvenil: Brasil garante seus dois times na fase decisiva do torneio por equipes

29/06/2016 16:06
No feminino, seleção passou pela fase de grupos sem perder partidas, enquanto os meninos ficaram com a segunda vaga
 
Foto: Christian Martinez
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) – 29/6/2016
 
A seleção brasileira avançou, nesta terça-feira (28), com seus dois times para a fase decisiva do torneio por equipes do Pan-Americano juvenil, em Burnaby, no Canadá. No feminino, o quarteto garantiu a classificação para as semifinais com uma campanha invicta, já os garotos conseguiram a segunda vaga para as quartas de final da competição masculina.
 
Após o primeiro lugar na fase inicial, as brasileiras lutarão por um lugar na decisão e pela classificação para o Mundial da categoria nesta quarta (29), às 20h (horário de Brasília).
 
Pelo grupo 1, diante da República Dominicana, Bruna Takahashi (16ª) derrotou Esmerlyn Castro por 3 a 0 (11/4, 11/5 e 11/4), Alexia Nakashima bateu Kircia Diaz por 3 a 1 (11/2, 11/8, 9/11 e 11/8) e Daniela Yano venceu Idelsa Baez por 3 a 0 (11/4, 11/7 e 11/7).
 
No segundo jogo, contra o Peru, Bruna bateu Micaela Regaira (244ª) por 3 a 0 (11/3, 11/5 e 11/7), Leticia Nakada (31ª) superou Janina Nieto (121ª) por 3 a 0 (15/13, 13/11 e 11/8) e Alexia derrotou Valeria Cuba (259ª) por 3 a 2 (6/11, 11/8, 6/11, 11/3 e 12/10).
 
Com o primeiro lugar da fase inicial sacramentado, a equipe avançou diretamente para as semifinais, onde espera o time vencedor do confronto entre Canadá e Porto Rico, às 15h30 (horário de Brasília). A semifinal está marcada para 20h e as equipes que avançarem para a final estão garantidas no Mundial juvenil, em novembro, na África do Sul.
 
No masculino, Brasil se classifica para as quartas de final
 
No grupo B do torneio masculino, a equipe brasileira terminou em terceiro lugar, mas mesmo assim avançou às quartas de final. Com uma vitória e duas derrotas, o Brasil ficou abaixo do Canadá B, mas a classificação veio em razão da limitação de uma equipe por país na fase final - o Canadá A avançou.
 
Contra justamente o Canadá B, duelo equilibrado que acabou com derrota por 3 partidas a 2. Gustavo Yokota (40º) começou vencendo Edward Ly por 3 a 0 (11/3, 11/5 e 11/3), mas Rodrigo Yonesake caiu diante de Alexander Bu (265º) por 3 a 2 (11/5, 1/11, 6/11, 12/10 e 12/10) na sequência. Pelo mesmo placar, Siddharta Almeida (192º) perdeu para David Hong Lin (11/8, 5/11, 11/7, 9/11 e 11/8). Yokota voltou à mesa e superou Bu por 3 a 2 (8/11, 8/11, 11/8, 11/4 e 11/5), mas Yonesake foi derrotado no último embate – 3 a 1 para Ly, parciais de 11/9 11/7, 6/11 e 11/9.
 
Diante dos Estados Unidos, Yonesake fez um duelo equilibrado com Kanak Jha (15º), garantido nos Jogos Olímpicos do Rio, mas acabou vencido por 3 a 2 (11/4, 9/11, 13/11, 5/11 e 11/7). Yokota venceu Sharon Alguetti (94º) por 3 a 0 (11/6, 11/6 e 11/7), na única vitória brasileira, antes de Siddharta perder para Adar Alguetti (296º) por 3 a 2 (11/9, 7/11, 9/11, 11/9 e 11/6) e ele mesmo ser superado por Jha – 3 a 1, parciais de 11/5, 9/11, 11/6 e 14/12.
 
O triunfo brasileiro ocorreu frente à seleção de Trinidad e Tobago. O confronto terminou em vitória de 3 jogos a 0 para o Brasil. Yokota derrotou Joshua Maxwell por 3 sets a 0 (11/4, 11/7 e 11/7) e Yonesake superou Aaron Wilson por 3 a 1, com parciais de 11/7, 9/11, 11/6 e 18/16. O último a ir à mesa foi Siddharta, que bateu Luc François Xavier O'Young por 3 a 0 (11/7, 11/8 e 11/6).
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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