Pan-Americano juvenil: Brasil terá novos desafios para manter hegemonia fora da América Latina

19/06/2016 19:28

No último Latino-Americano, foram nove medalhas conquistadas na categoria, incluindo quatro títulos

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) – 19/6/2016

A seleção brasileira disputa, a partir do próximo sábado (25), o I Campeonato Pan-Americano juvenil, que será realizado na cidade de Burnaby, no Canadá. Com a participação dos países da América do Norte e Central, os nossos representantes terão de lutar em nível ainda mais elevado para repetir o excelente desempenho do último Latino-Americano, até então segunda competição internacional mais importante, abaixo apenas do Mundial.

Em 2015, o Brasil encerrou sua participação no Latino com nove medalhas. No feminino, Leticia Nakada (31ª colocada no ranking mundial juvenil) foi campeã individual, por equipes e duplas; Alexia Nakashima (59ª), campeã por equipes, duplas, duplas mistas e prata no individual; e Bruna Takahashi (16ª) foi campeã por equipes, mas também faturou o individual infantil. Entre os meninos, Gustavo Yokota (40º) foi prata individual e por equipes, e bronze nas duplas. Rodrigo Yonesake (158º) também fez parte da equipe vice-campeã.

Em solo canadense, Siddharta Almeida (192º) e Daniela Yano se juntarão a estes cinco no desafio de superar alguns fortes adversários. Um deles será a equipe feminina dos Estados Unidos, que conquistou o bronze no último Mundial – perdeu na semifinal para a campeã China. Fazem parte do time Crystal Wang (21ª) e Angela Guan, 3ª e 5ª colocadas no seed da competição, respectivamente.

Além das norte-americanas, o torneio individual ainda pode ter um duelo olímpico: a portorriquenha Adriana Díaz (8ª - foto), garantida assim como Bruna Takahashi para os Jogos do Rio, lidera o seed, seguida pela brasileira, e aparece como uma das favoritas. Leticia e Alexia completam o top 6, respectivamente na 4ª e 6ª posições.

Entre os meninos, os tradicionais rivais argentinos, atuais campeões latino-americanos por equipes, lideram o seed individual, com Horacio Cifuentes (10º), e por equipes, no qual ainda têm Francisco Sanchi (45º). Cifuentes foi bronze no Latino-Americano adulto, em fevereiro, quando perdeu para Hugo Calderano.

E assim como entre as meninas, o masculino também terá atleta olímpico lutando pelo ouro: Kanak Jha (15º - foto), dos Estados Unidos, estará no Rio disputando os torneios individual e por equipes – ele é o mais jovem representante do país em Jogos Olímpicos na história.

Os canadenses Jeremy Hazin (65º) e Filip Ilijevski (95º), que fazem parte da equipe 3ª colocada no seed da competição, também se somam aos novos oponentes da seleção brasileira na busca pelos títulos, além do mexicano Ricardo Villa (51º).

O Campeonato Pan-Americano juvenil acontece entre os dias 25 e 29 de junho, e concederá quatro vagas para o Mundial da categoria, na África do Sul, em novembro. Além dos torneios por equipes e individual, haverá disputas de duplas e duplas mistas.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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