Paralimpíada pode fazer Rio 2016 ser ainda mais especial para o tênis de mesa brasileiro

04/09/2016 14:16
Em um mesmo ano, modalidade pode igualar a melhor campanha nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos
 
Da redação, no Rio de Janeiro - 04/09/2016
 
Foto: Fernando Maia/CPB/MPIX
 
Os Jogos Paralímpicos estão batendo à porta e temos tudo para fazer da Rio 2016 um evento ainda mais inesquecível para o tênis de mesa brasileiro. E o otimismo tem fundamento, pois, na Cidade Maravilhosa, podemos alcançar números notáveis e igualar campanhas históricas, tanto nos Jogos Olímpicos quanto no Paralímpicos. 
 
A primeira missão já foi cumprida. As vitórias de Hugo Calderano sobre o cubano Andy Pereira, o sueco Par Gerell e Tang Peng, de Hong Kong, e os triunfos de Caroline Kumahara e Lin Gui, sobre a australiana Melissa Tapper e a espanhola Galia Dvorak, respectivamente, nos fizeram chegar a cinco sucessos, algo que não acontecia fazia 20 anos, desde Atlanta (EUA)/1996. Àquela época, Hugo Hoyama venceu três jogos e Lyanne Kosaka dois. 
 
E por falar em Atlanta, foram nestes Jogos que Hugo Hoyama chegou às oitavas de final, tendo, até então, a melhor trajetória de um brasileiro na competição. Feito igualado este ano por Hugo Calderano que, aos 20 anos, foi embalado pela torcida no Riocentro e conseguiu fazer os presentes delirarem a cada ponto - acabou eliminado após derrota para o japonês Jun Mizutani.
 
Vale lembrar que na Olimpíada de 1988, em Seul, também tivemos cinco vitórias, sendo duas com Claudio Kano e uma com Carlos Kawai, e duas na disputa de duplas masculinas. Porém, o modo de competição era diferente e, na fase de grupos, cada brasileiro atuou sete vezes, enquanto nas duplas, mais sete.
 
Quando o assunto são os Jogos Paralímpicos, chegamos tarimbados pela melhor participação em um Parapan-Americano, quando conquistamos 31 medelhas em Toronto (CAN), ano passado. Foram nada menos que 15 ouros, 10 pratas e seis bronzes. Vale lembrar que nossa campanha mais vitoriosa em uma Paralimpíada foi em Pequim (CHI), em 2008, quando conquistamos a prata com a dupla Welder Knaf e Luiz Algacir, que atuaram pela Classe 3. Então, chegamos à Rio 2016 com totais condições de bater esse número!

Dos nossos 17 atletas, 11 estão no Top 15 de suas respectivas categorias, mostrando o quão qualificado é esse grupo que chega para as disputas paralímpicas.

Campanha Jogos Olímpicos Atlanta 1996:

Individual masculino (Fase de grupos)

Hugo Hoyama 2 x 0 Song Hui Kim (PRK)
Hugo Hoyama 2 x 1 Jorgen Persson (SWE)
Hugo Hoyama 2 x 0 Dexter St Louis (TTO)
 
Oitavas de final masculino
 
Hugo Hoyama 3 x 2 Petr Korbel (CZE)
 
Individual feminino (Fase de grupos)
 
Monica Doti 0 x 2 Chan Tan Lui (HKG)
Monica Doti 0 x 2 Krisztina Toth (HUN)
Monica Doti 0 x 2 Lily Yip (USA)
 
Lyanne Kosaka 2 x 0 Emilia Ciosu (ROU)
Lyanne Kosaka 0 x 2 Yong Tu (SUI)
Lyanne Kosaka 2 x 0 Bose Kaffo (NGR)
 
Duplas masculinas (Fase de grupos)
 
Hugo Hoyama/ Giuliano Peixoto 0 x 2 Steffen Fetzner/ Jorg Rosskopf (GER)
Hugo Hoyama/ Giuliano Peixoto 1 x 2 Karl Jindrak/ Werner Schlager (AUT)
Hugo Hoyama/ Giuliano Peixoto 0 x 2 Johnny Huang/ Gideon Joe Ng (CAN)
 
Duplas femininas (Fase de grupos)
 
Monica Doti/ Lyanne Kosaka 0 x 2 Mookyo Kim/ Kyungae Park (KOR)
Monica Doti/ Lyanne Kosaka 0 x 2 Fumiyo Kaizu/ Rika Sato (JPN)
Monica Doti/ Lyanne Kosaka 0 x 2 Eldijana Bentsen/ Tamara Boros (CRO)
 
Campanha Jogos Olímpicos Rio 2016:
 
Individual masculino 
 
Gustavo Tsuboi 0 x 4 Jianan Wang (CGO)
 
Hugo Calderano 4 x 0 Andy Pereira(CUB)
Par Gerell (SUE) 1 x 4 Hugo Calderano
Tang Peng (HGK) 2 x 4 Hugo Calderano
 
Oitavas de final masculino
 
Hugo Calderano 2 x 4 Jun Mizutani (JAP)
 
Individual feminino
 
Caroline Kumahara 4 x 2 Melissa Tapper (AUS)
Ni Xia Lian (LUX) 3 x 4 Caroline Kumahara
 
Galia Dvorak (ESP) 2 x 4 Lin Gui
Elizabeta Samara (ROU) 4 x 0 Lin Gui
 
Equipe masculina (Primeira rodada)
 
Coreia do Sul 3 x 0 Brasil
 
Equipe feminina (Primeira rodada)
 
China 3 x 0 Brasil

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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