Paulo Camargo ministrou curso sobre tênis de mesa em centro de reabilitação de São Paulo

12/07/2016 17:31
Técnico da seleção andante lecionou para 20 professores de educação física
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 12/7/2016
 
O técnico da seleção paralímpica andante, Paulo Camargo, ministrou um curso para professores de educação física do Centro de Reabilitação Lucy Montoro, em São Paulo (SP), no final de junho. A atividade teve como objetivo mostrar aos participantes um pouco sobre a modalidade, com enfoque na prática paralímpica, e contou com a presença do paratleta Carlos Carbinatti.
 
"O curso foi muito positivo, os alunos tiveram uma boa receptividade e se interessaram bastante pela modalidade. Lá, pude passar para eles algumas noções básicas da parte técnica do esporte", disse o treinador.
A ação, que foi realizada pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), em parceria com a instituição, teve a participação de 20 professores - além da coordenadora Isabel Sampaio e do coordenador do projeto paralímpico na Lucy Montoro e na AACD, Marcelo Lemos - que tiveram uma aula teórica na parte da manhã e outra prática na parte da tarde. Ao fim do curso, foi entregue para cada participante o livro “Aprendendo Tênis de Mesa Brincando”, de Francisco Camargo e Marles Sérgio Martins.
 
“Nós realizamos essa atividade com três objetivos: de competição, pois podem sair atletas dali; de massificação, para divulgar a modalidade e aumentar o número de praticantes; e de aprimorar a parte física dos pacientes das unidades do centro”, enumerou o treinador.
 
Além de melhorar a parte física do paciente, a prática do tênis de mesa pode trazer benefícios também no psicológico.
 
“A modalidade pode ajudar bastante os pacientes, pois isso melhora a parte motora deles, além de ser mais acessível para quem é deficiente em relação a outros esportes. No psicológico, eles aperfeiçoam a concentração e melhoram a auto-estima.”, afirmou.
 
Para Paulo, foi importante passar para os professores mais detalhes sobre cada classe na modalidade paralímpica, em razão de cada um ter a sua singularidade.
 
“Nós mostramos a eles alguns gráficos sobre a prática paralímpica e falamos sobre cada classe. Isso porque, às vezes, você precisa treinar de uma maneira diferente atletas que são de classes distintas. Tem algumas em que o atleta pode se tornar um mesatenista de alto nível muito rápido, já em outras não”, finalizou o treinador.
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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