Perto dos Jogos Olímpicos, Jean-René pede intensidade em treinos e avisa: 'Hora de trabalhar'

12/07/2016 11:49
Treinador da seleção brasileira masculina de tênis de mesa ressalta importância de se aproveitar período de atividades antes da Rio 2016
 
Da redação, no Rio de Janeiro - 12/07/2016
 
Falta pouco para os Jogos Olímpicos, mas Jean-René Mounie, técnico da seleção brasileira masculina de tênis de mesa, avisa que o momento é de trabalhar ainda mais forte em busca dos resultados positivos. O treinador francês ressaltou que qualquer tempo de convívio entre comissão técnica e atletas deve ser aproveitado da melhor forma possível pelas duas partes e revelou um pouco do planejamento para os trabalhos no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP).
 
Vale lembrar que a seleção está na Cidade Maravilhosa desde segunda-feira e ficará até o próximo dia 17, encaminhando-se para São Caetano do Sul no dia 20 para complementar os trabalhos.
 
"Estamos perto dos Jogos Olímpicos, mas temos quase um mês para trabalhar. O mais importante é a intensidade de cada treino. Temos de colocar bastante intensidade porque agora é o momento certo de trabalhar. O trabalho, neste momento, é bastante coletivo, mas também com foco no individual para podermos trabalhar a qualidade de cada um", afirma.
 
A equipe chega para o período de treinamento pré Jogos Olímpicos embalada após bons resultados em grandes competições ao redor do mundo -  além da vitória no Desafio Internacional Brasil x Lendas Olímpicas, vencido pela equipe masculina, no último domingo (10). 
 
"Primeiramente nos reunimos para um período de competição, no Japão e Coréia, que acabamos de um jeito muito bom e, depois de descansar, agora, temos dois períodos de treinos, no Rio e em São Paulo. No Rio, vamos poder trabalhar muito forte, com muita intensidade, pois teremos tempo para recuperar. Na segunda parte, em São Paulo, terá mais qualidade e menos quantidade", disse.
 
No Aberto do Japão, que aconteceu em meados de junho, a dupla formada por Hugo Calderano e Gustavo Tsuboi chegou às semifinais, sendo derrotada pela dupla Chuang Chih-Yuan (7º colocado no ranking mundial) e Huan Sheng-Sheng (122º), além da vitória de Tsuboi, no individual, sobre Koki Niwa (18º). Já no Aberto da Coréia, no fim do mês passado, Cazuo Matsumoto brilhou ao bater dois adversários que estavam no Top 20 - o mesmo Koki Niwa (18º) e Andrej Gacina (20º).
 
A equipe masculina pode ter ainda um trunfo para a disputa dos Jogos Olímpicos. Recentemente, Hugo e Tsuboi tiveram uma experiência que poucos conseguem: treinar com a seleção sul-coreana. Para Jean-René, o período de atividades ao lado dos asiáticos foi bastante proveitoso e pode fazer a diferença.
 
"Tivemos a oportunidade de treinar com a seleção coreana, isso é fantástico porque nos últimos três anos eles não aceitaram nenhum estrangeiro. É algo pouco usado esse contato, mas eles nos apoiaram bastante. Esse centro de treinamento é bem fechado e eles aceitaram os brasileiros, o que é fantástico. A meta foi dupla, primeiramente, Calderano estava vindo da Guatemala. Então, teve de se adaptar após viagem longa e também porque o nível dos jogadores lá é muito alto. A intensidade com que treinaram", disse o comandante da seleção brasileira, que ainda completou:
 
"Também foi muito interessante para Tsuboi porque ele conseguiu brigar para ter o ritmo muito alto, e para o Hugo porque ele descobriu um jeito de treinar e entender várias coisas que vão somar no futuro".
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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