Por maior aproximação, técnico da seleção paralímpica realiza visita a clubes

12/05/2017 14:51

Paulo Molitor esteve no APMDFESP e considerou o encontro com os atletas muito positivo

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 12/05/2017

Com o intuito de aproximar ainda mais a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) e a seleção brasileira paralímpica aos clubes que realizam trabalhos com atletas necessidades especiais, o técnico Paulo Molitor fez uma visita ao APMDFESP (Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo), localizado no bairro Parque Mandaqui, Zona Norte de São Paulo.

O treinador pôde acompanhar de perto as atividades comandadas pelo técnico Alessandro Suguimoto e, além disso, ver o trabalho dos atletas Carlos Valério (classe 08), Victor Cardillo (07), Thiago Silva (02), Ivanildo Freitas (04) e Renato Santos (05). Os treinos na APMDFESP acontecem de terça a sexta, das 09:00 às 12:00.

“Nosso intuito foi manter contato e abrir caminhos junto a esses clubes, até para que, de repente, futuramente, alguns desses atletas possam participar e ajudar na preparação da seleção brasileira. Muitos atletas disputam competições nacionais e têm um bom nível. Foi uma visita muito produtiva. Eles nos receberam muito bem e nos mostraram como o trabalho é realizado. Essa aproximação é importante”, disse Molitor, que fará visitas a mais clubes em breve.  

Atualmente, Paulo Molitor trabalha ao lado de Raphael Moreira no comando da seleção. Ele esteve em toda a preparação para os Jogos Paralímpicos Rio 2016, competição em que o Brasil conquistou quatro medalhas: prata no individual Classe 7 masculina, com Israel Stroh; bronze no individual Classe 10 feminina, com Bruna Alexandre; bronze por equipes Classes 6-10 feminina, com Bruna Alexandre, Danielle Rauen e Jennyfer Parinos; e bronze por equipes Classes 1-2 masculina, com Aloisio Lima, Guilherme Costa e Iranildo Espindola.

A seleção está passando por um processo para que todos os 11 integrantes utilizem o centro paralímpico de São Paulo como local para as atividades de forma fixa. Por enquanto, apenas Bruna Alexandre, Danielle Rauen, Jennyfer Parinos e Israel Stroh fazem uso das instalações.

Bruna Alexandre, Dani Rauen e Jennyfer Parinos, inclusive, acabaram de conquistar o ouro por equipes no Aberto Paralímpico da Eslovênia e estão na Eslováquia, onde se preparam para o Mundial por equipes.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.
 

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