Presidente Alaor Azevedo: 'Nossa meta é medalha e estamos chegando perto'

29/11/2018 23:11

Palestra detalha o planejamento dos últimos dez anos nas seleções e o case Hugo Calderano, Top-10 mundial na modalidade

Crédito da Foto: Christian Martinez/RGB Studios

 

Concórdia (SC), 29 de novembro de 2018.

CLAUDIA MENDES E LUCAS MATHIAS *

O presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Alaor Azevedo, ministrou no início da noite desta quinta-feira (29) uma palestra para a comunidade. Atletas, árbitros, dirigentes e treinadores da modalidade compareceram ao Espaço Multiuso, no Centro de Eventos de Concórdia (SC), para conhecerem os detalhes da apresentação “Tênis de Mesa do Brasil: Uma Potência Mundial”.

O objetivo era detalhar e replicar este projeto em outros clubes, cidades e estados do Brasil. Afinal, vários desportistas perguntavam como o país saiu de uma posição onde não figurava entre os principais da modalidade para uma potência emergente.

Durante cerca de uma hora, Alaor Azevedo explicou desde o início do planejamento, com o francês Michel Gadal, passando pela identificação de profissionais capazes de comandar o processo, a Detecção Nacional de Talentos, iniciada em 2010, e o projeto Diamantes do Futuro.  

O dirigente projeta muitas alegrias para o futuro do tênis de mesa. “Nossa meta, desde 2010, é uma medalha. E estamos chegando perto disso. Vamos fazer as correções necessárias para diminuir a disparidade de tratamento entre os olímpicos e paralímpicos, com o objetivo de um crescimento ainda maior”, avisou.

A palestra também detalhou o case Hugo Calderano, uma jovem promessa do Fluminense (RJ) que foi trabalhada para ser um atleta de ponta no tênis de mesa mundial. O número 9 do ranking mundial recebeu os maiores elogios do dirigente: “Hugo é um ídolo, um exemplo de atleta. Estamos lutando para que ele venha mais vezes ao Brasil, com o objetivo de ajudar no crescimento do tênis de mesa”.

Sobre estrutura de treinamento, o dirigente considera que o investimento pode aumentar e chegar a todos os estados do país: “Atualmente, são 12 centros de treinamento de tênis de mesa pelos estados. Nossa intenção é aumentar o mais rápido possível para os demais estados, com o objetivo de expandir mais ainda a cultura e a prática do tênis de mesa”.

 

*Lucas Mathias, estagiário sob a supervisão da equipe da Assessoria de Comunicação

 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) - Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal - Ministério do Esporte.
 

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