Presidente da CBTM é eleito representante de entidades nacionais olímpicas do Comitê Paralímpico Brasileiro

03/04/2017 21:04
Alaor Azevedo fará parte do Conselho Deliberativo e terá uma função importante no CPB
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 3/4/2017
 
Foto: Ieda Dias/RGB Studios/CBTM
 
Depois de uma excelente campanha na Rio 2016, o tênis de mesa está com cada vez mais prestígio no cenário paralímpico brasileiro. Diante disso, o presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, Alaor Azevedo, foi eleito o representante de entidades nacionais olímpicas no Conselho Deliberativo do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e terá, a partir de agora, um papel importante na instituição.
 
Alaor, agora, será um dos membros do Conselho que tem por algumas funções: aprovar o planejamento e orçamento anual do CPB para o ano seguinte; aprovar o calendário anual de competições paralímpicas no país; aprovar a política e o planejamento estratégico plurianual do segmento paralímpico, entre outras funções. Para o presidente, esse novo cargo vai servir para um melhor entendimento do Comitê.
 
"Há quatro anos, eu tive a oportunidade, mas, por conta de diversos compromissos, eu abri mão para a Confederação Brasileira de Tênis. Dessa vez, devido ao sucesso nas Paralimpíadas e a grande gama de possibilidades no tênis de mesa paralímpico, eu decidi me candidatar até para entender melhor como é a estrutura do CPB e conhecer melhor como é o comitê 'por dentro' para analisar como isso pode beneficiar o tênis de mesa paralímpico", disse o presidente da CBTM, que completou:
 
"Uma coisa que eu acho importante é trazer experiências do movimento olímpico do Comitê Olímpico do Brasil e CBTM para o CPB e vice-versa. Tem várias práticas que eu acho relevantes de serem trocadas nessa mão dupla e acredito que esse câmbio de ideias vai ser bom para todos os lados".
 
Alaor Azevedo ainda salientou a importância do Comitê Paralímpico no esporte nacional e comemorou a possibilidade de aproximar ainda mais o tênis de mesa paralímpico com a entidade e os outros esportes. 
 
"O Comitê tem um recurso importante atualmente e é quase equivalente ao que é hoje o COB. Estando no Conselho Deliberativo de lá, definindo e aprovando orçamento, aprovando distribuição de recursos, vou entender muito melhor e isso pode abrir possibilidades de estreitar ainda mais o relacionamento entre o CPB, o tênis de mesa paralímpico e outras modalidades".
 
O presidente, que é um dos membros da diretoria da Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF) e um dos representantes na América Latina, falou sobre a possibilidade desse cargo na entidade internacional ajudar nessa nova função no CPB.
 
"A princípio, ajuda, porque esse meu cargo na ITTF pode servir para aproximar o CPB de uma federação internacional e isso é muito interessante!", comentou.
 
Na semana passada, o ex-vice-presidente do CPB, Mizael Conrado assumiu o cargo de presidente do Comitê no lugar de Andrew Parsons. O presidente da CBTM falou sobre o novo dirigente a frente do CPB:
 
"Tenho um relacionamento muito bom com o novo presidente. Eu já o conhecia do trabalho dele como vice-presidente e, desde o anúncio da candidatura dele, a nossa relação ficou muito mais estreita e vejo essa relação como algo bem positivo".
 
A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.
 

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