Presidente da CBTM se orgulha de temporada e afirma que ano foi de afirmação do tênis de mesa brasileiro

30/12/2016 12:30

Alaor Azevedo fez questão de lembrar de acertos e do que ficará para o planejamento da próxima temporada

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 31/12/2016

Se teve um ano que foi marcante na história do tênis de mesa brasileiro, esse ano foi o de 2016. Na temporada, o Brasil vivenciou diversas marcas sendo batidas, além de feitos históricos sendo escritos, como a campanha de Hugo Calderano nos Jogos Olímpicos Rio 2016, que alcançou as oitavas de final igualando Hugo Hoyama em Atlanta, em 1996, a melhor até então. Para o presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Alaor Azevedo, o ano foi motivo de orgulho e de afirmação para a modalidade no país.

"2016 representa o ano de afirmação do tênis de mesa brasileiro, tanto a nível de modalidade de destaque no cenário nacional, quanto em representatividade do Brasil no cenário internacional. Todos os nossos objetivos foram alcançados em todos os níveis: adulto, base, paralímpico", disse o presidente.

Além do feito de Calderano, o Brasil conseguiu marcas expressivas na temporada. O próprio Hugo fechou a temporada no 21º lugar no ranking mundial, além de ter ficado com a prata no torneio individual do Aberto da Áustria (etapa Major do Circuito Mundial - segunda mais importante) e com o ouro, ao lado de Gustavo Tsuboi, nas duplas do Aberto da Suécia (também etapa Major). Ambos os resultados jamais haviam sido conquistados pelo tênis de mesa brasileiro.

Nos Jogos Paralímpicos, o país fez uma campanha memorável com a conquistas de quatro medalhas: prata com Israel Stroh no torneio individual da Classe 7; bronze com Bruna Alexandre no individual da Classe 10; bronze por equipes de Aloisio Lima, Iranildo Espíndola e Guilherme Costa na Classe 1-2; e bronze por equipes de Danielle Rauen, Jennyfer Parinos e Bruna Alexandre na Classe 6-10.

Para Alaor Azevedo, todos esses resultados e o crescimento da modalidade no país é devido a todo o investimento e planejamento feito nos últimos ciclos olímpicos.

"A modalidade só cresceu, porque a CBTM já vinha trabalhando pesado com o esporte e, por isso, conseguiu ter resultados de destaque, com Hugo Calderano terminando na 9ª colocação das Olimpíadas, Bruna Takahashi sendo a atleta mais jovem de toda a delegação brasileira na Rio 2016 e com as quatro medalhas dos atletas paralímpicos. Isto é história, e não tem como ninguém tirar da gente. Melhor que isso, só com ouros em Tóquio!", enalteceu.

Depois de uma temporada tão vitoriosa, alguns aprendizados ficam para a próxima temporada. Segundo o presidente, vários acertos farão parte do planejamento de 2017.

"A CBTM soube aproveitar o boom do esporte olímpico no Brasil com a realização do Rio 2016 e os recursos investidos na modalidade trazendo resultados concretos. Infraestrutura (equipamentos do Rio 2016 será usado para criação de centros de iniciação por todo o país, centros de treinamentos para as seleções olímpicas e paralímpicas com equipamentos de ponta), capacitação (técnicos treinando na China, atletas da seleção jogando por clubes na Europa, profissionais que participaram do comitê organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio 2016 trabalhando pela CBTM) e promoção da modalidade (o tênis de mesa conseguiu ter capacidade de 98% de ocupação durante Rio 2016) são algumas das coisas que acertamos e que ficarão de aprendizado", concluiu.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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