Confederação Brasileira de Tênis de Mesa

Regulamento Geral

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 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TÊNIS DE MESA

REGULAMENTO GERAL DE COMPETIÇÕES 2014

  

Capítulo I

DOS CAMPEONATOS E SEUS FINS

 Art. lº - Todos os certames de âmbito nacional e internacional, cujos direitos pertencem integralmente à Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, têm por finalidade principal o congraçamento das entidades e ainda a aferição técnico-disciplinar de todos aqueles que praticam o Tênis de Mesa, visando o interesse geral pela sua divulgação, bem como a obtenção de subsídios com vistas à composição das equipes representativas da CBTM nos eventos em que tenha de se apresentar o Selecionado Brasileiro.

 Capítulo II

DA ORGANIZAÇÃO DOS EVENTOS

 Art. 2º - As competições internacionais, nacionais e interestaduais e de seleções estaduais e clubes serão organizadas e dirigidas somente pela CBTM, podendo esta entidade, a seu inteiro critério, reservar ou não a coordenação dos eventos para as suas filiadas.

 l - Em todos os eventos nacionais serão observadas na íntegra as Regras Oficiais vigentes, aprovadas e emitidas pela International Table Tennis Federation - ITTF, bem como todas as disposições contidas no presente Regulamento Geral.

 II - A CBTM poderá promover, anualmente, a realização dos seguintes eventos, onde poderão participar Clubes e Federações filiadas, sendo vedada a participação de Associações Espontâneas, por não serem pessoas jurídicas constituídas e portadoras de CNPJ:

§ 1 - Circuito Copa Brasil Série Ouro, de caráter individual, divididas em várias etapas, Circuito Top 12, Desafio Pan-Americano e Copa Latina de Tênis de Mesa;

§ 2 - Campeonato Brasileiro de Clubes, individual, duplas e equipes;

§ 3 - Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais, individual, duplas e equipes;

§ 4 - Torneio Aberto do Brasil (Brazilian Open Championship) de Adultos, Jovens e Veteranos;

§ 5 - Copa Centro-Norte-Nordeste por Equipes de Clubes, sendo no 1º semestre as categorias juventude, adulto, sênior, lady, veteranos 40-44, veteranos 45-49, veteranos 50-54, veteranos 55-59, veteranos 60-64, veteranos 65-69 e veteranos 70+ e no 2º semestre as categorias pré-mirim, mirim, infantil e juvenil.

§ 6 - Copa Sul-Sudeste por Equipes de Clubes, sendo no 1º semestre as categorias juventude, adulto, sênior, lady, veteranos 40-44, veteranos 45-49, veteranos 50-54, veteranos 55-59, veteranos 60-64, veteranos 65-69 e veteranos 70+ e no 2º semestre as categorias pré-mirim, mirim, infantil e juvenil;

§ 7 - Torneios Escolares/Universitários;

§ 8 - Torneios Empresariais;

§ 9 - Eventos Paradesportivos para pessoas com deficiência motora ou intelectual.

III - A CBTM também poderá promover o Circuito Copa Brasil Série Prata,  de caráter individual, divididas em várias etapas, aberto a todos os filiados, inclusive associações espontâneas.

Capítulo III

DA DIREÇÃO TÉCNICA

Art. 3º - Os certames brasileiros listados no artigo segundo serão organizados pela Coordenação de Eventos da CBTM, que cuidará de todos os aspectos administrativos e técnicos, podendo terceirizar algumas ações quando assim lhe convier.

Art. 4º- Compete à CBTM:

I - fazer respeitar as datas designadas para as competições e que constam do Calendário Oficial da entidade;

II - examinar e aprovar ou não os pedidos de participação das filiadas, verificando se as suas situações jurídica, financeira e administrativa encontram-se devidamente em dia;

III - solicitar sempre a carteira de identificação da CBTM e a carteira de identidade;

IV - elaborar a programação geral dos jogos;

V - preparar os auxílios visuais necessários aos participantes e público em geral.

Capítulo IV

DO ÁRBITRO GERAL E SEUS AUXILIARES

Art. 5º- Os eventos oficiais no que se referem aos aspectos da arbitragem e da programação dos jogos, terão a direção e o controle de um Árbitro Geral, indicado pela CBTM, devendo a escolha recair sobre pessoa de reconhecida competência e de comprovada idoneidade. Nos eventos internacionais o Árbitro Geral deverá preferencialmente ter o título de árbitro-geral internacional da ITTF. Nos casos em que isto não for possível, deverá ser escolhido um Árbitro Internacional com reconhecida experiência;

I - O Árbitro Geral será responsável pelo cumprimento, na íntegra, das disposições contidas neste Regulamento Geral, no Estatuto da CBTM, nas Regras e Regulamentos da ITTF nos casos em que tal se faça necessário.

II - Para todos os efeitos, o Árbitro Geral será o representante legal da CBTM, ou alguém por ele indicado.

Art. 6º- Deverá ser designado, ainda, um Árbitro Geral Adjunto, um Árbitro Secretário, um Árbitro Controlador de Raquetes, um Coordenador de Banco de Dados, um Coordenador de instalações e um Assistente de Mesa de Controle.

Art. 7º- As funções e suas competências:

7.1 – Do Árbitro Geral

I - examinar previamente o local das provas, verificando mesas, redes, suportes, separadores, piso, espaços, iluminação, vestiários, etc., sugerindo as modificações que se fizerem necessárias;

II - reunir os árbitros e seus auxiliares antes do início das provas, a fim de estabelecer o padrão da arbitragem e de dirimir dúvidas porventura existentes;

III - receber das filiadas participantes, por escrito e em documento próprio timbrado, quaisquer reclamações de ordem técnica ou sobre a atuação dos árbitros ou de seus auxiliares, deliberando a respeito;

IV - encaminhar à Comissão Disciplinar, através de relatório, as faltas disciplinares ocorridas;

V - aprovar ou não os jogos realizados, por meio de rubricas nas súmulas ou através de assinatura eletrônica;

VI - superintender o andamento das competições, reportando à CBTM, imediatamente após o término destas, sobre o aspecto técnico e disciplinar, relacionando os resultados finais dos certames em relatório padronizado, detalhando as ocorrências havidas e sugerindo medidas que possam sanar, para o futuro, as falhas porventura acontecidas.

VII - substituir árbitros ou auxiliares, em função de deficiência técnica ou problema de saúde;

VIII - resolver os casos omissos ou os que dependam de urgente solução.

IX - desclassificar das competições o atleta que agir de forma desrespeitosa com autoridades, dirigentes, atletas ou público, assim como o participante que se conduzir de forma inconveniente durante o transcurso das provas, visando claramente irritar ou perturbar seus oponentes, enviando relato pormenorizado à Comissão Disciplinar para o devido julgamento, conforme a Legislação em vigor.

 

§ Único – Caso um jogo não seja realizado pelo não comparecimento do atleta (W x O), este não poderá mais ser realizado em nenhuma hipótese.

7.2 – Do Árbitro Geral Adjunto

I – Substituir o Árbitro Geral quando necessário;

II – Assisti-lo na direção da competição e na escalação dos árbitros;

III – Auxiliar no trabalho da mesa de controle, no lançamento de resultados e no trabalho do Árbitro Secretário e do Árbitro Controlador de Raquetes.

7.3 – Do Árbitro Secretário

I – Auxiliar o Árbitro Geral e o Árbitro Adjunto na condução da competição;

II – Organizar a saída de súmulas e folhetos de informação para entrega aos árbitros de mesa;

7.4 – Do Árbitro Controlador de Raquetes

I – Atuar na conferência das raquetes dos atletas na competição;

II – Informar ao Árbitro Geral sobre quaisquer irregularidades que envolva o Controle de Raquetes.

7.5 – Do Coordenador de Banco de Dados

I – Auxiliar na condução do trabalho da mesa de controle;

II – Dar suporte ao lançamento de resultados e impressão de súmulas da competição;

7.6 – Do Assistente de Mesa de Controle

I – Auxiliar nos trabalhos de lançamento de súmulas, impressão de documentos em geral, atualização do mural de resultados;

II – Auxiliar na confecção de documentos requeridos por pessoas participantes da competição (Certificados de Participação, Declarações, etc).

7.7 – Do Coordenador de Instalações

I – Atuar na organização e montagem da área de jogo e demais estruturas envolvidas na competição;

II – Coordenar o trabalho dos Staffs fins de proporcionar a melhor instalação possível para a realização da competição.

 

Art. 8º- As decisões do Árbitro Geral nos casos de interpretação das regras serão irrevogáveis. As decisões na área técnica só poderão sofrer alteração por instrução do Coordenador de Eventos ou do Comitê Executivo da CBTM.

 Capítulo V

DO LÍDER DE EVENTOS

Art. 9º- É da competência do Líder de Eventos:

I - examinar previamente o local das provas, verificando mesas, redes, suportes, separadores, piso, espaços, iluminação, vestiários, etc., sugerindo as modificações que se fizerem necessárias;

II - constituir as diversas Comissões Técnicas e Administrativas que funcionarão durante os eventos;

III - não permitir alterações de qualquer natureza ao presente Regulamento Geral, sob autorização de pessoa alguma;

IV - superintender o andamento do evento, reportando à CBTM, imediatamente após o término deste, sobre o aspecto técnico e disciplinar, relacionando os resultados finais dos certames em relatório padronizado, detalhando as ocorrências havidas e sugerindo medidas que possam sanar, para o futuro, as falhas porventura acontecidas.

Capítulo VI

DA COMISSÃO DISCIPLINAR

Art. 10- A Comissão Disciplinar (CD) é o órgão de justiça dos certames nacionais, tendo por finalidade julgar, de acordo com o Código Brasileiro de Justiça Desportiva, as infrações disciplinares cometidas, seja por parte das entidades filiadas e dos seus atletas, administradores e técnicos, dos árbitros e dos seus auxiliares, seja por parte de pessoas físicas ou jurídicas, diretamente ou indiretamente vinculadas à CBTM ou a serviço de quaisquer filiadas.

I - A Comissão Disciplinar deverá funcionar no mesmo local em que se realizem os eventos.

 II - A Comissão Disciplinar será constituída por cinco membros, indicados pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBTM e que não pertençam a este Tribunal.

III - As penas aplicáveis pela Comissão Disciplinar estão previstas na legislação vigente.

 Art. 11- A qualquer decisão da Comissão Disciplinar caberá recurso ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBTM.

Capítulo VII

DA INSCRIÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS ASSOCIADOS

Art. 12 - A CBTM notificará as entidades filiadas, através de circular inserida na internet, no link específico do evento e também no link "Notas Oficiais", sobre as datas do evento e abertura de inscrições.

Art. 13 - As condições para inscrição dos associados são:

I - preencher o formulário de inscrição constante no website da CBTM.

II - pagamento das taxas estabelecidas via boleto bancário gerado pelo sistema CBTMWEB.

III - não poderá ser inscrita a entidade filiada ou qualquer membro da mesma que não estiverem em dia com as situações jurídica, financeira ou administrativa com a CBTM ou entidades filiadas a CBTM.

IV - os atletas, árbitros, dirigentes e treinadores inscritos pelas filiadas em todas as competições devem estar rigorosamente em dia com o pagamento da TRA (Taxa de Registro Anual), com exceção ao vinculo como associação Estudantil que ficará isento permanentemente de pagamento da TRA (somente para participação na Copa Brasil Escolar/Universitária).

V - os técnicos deverão possuir Certificação de Curso de Técnico Nível 1 da CBTM ou Curso de Técnico Nível l ITTF e utilizarem uniforme padronizado do clube, associação estudantil para todas as competições e/ou federação no caso de competições de seleções estaduais. É autorizada a atuação de um técnico por mais de um clube/escola em um evento oficial da CBTM. O técnico deverá se inscrever no módulo de inscrição do evento por cada um dos clubes ou escolas e no momento em que for atuar pelo clube/escola do atleta deverá estar uniformizado com o uniforme da mesma agremiação segundo este regulamento.

§ 1- O atleta poderá competir e atuar na função de técnico/treinador dentro da mesma competição caso esteja previamente inscrito nas duas modalidades (atleta e técnico) e que cumpra as exigências do item V do artigo 13.

VI - A data final para inscrições será de 21 (vinte um) dias antes da data de inicio do evento;

VII - As inscrições deverão ser efetuadas obrigatoriamente pelos clubes, associações estudantis e/ou federações (quando forem eventos de seleções estaduais).

VIII - Nas competições realizadas pela CBTM poderão ser usadas, tanto bolas laranja como bolas brancas, a definição será divulgada na circular do evento.

IX - é condição para o atleta participar dos jogos:

§ 1 - Estar uniformizado com short, tênis e camisa conforme definido pelo Regulamento da ITTF.

§ 2 - Ter o seu nome (primeira letra do primeiro nome e ultimo nome completo) e abaixo do nome a sigla do estado (duas letras) na parte de trás da camisa no terço superior (exceto atletas cadeirantes que deverão ter a identificação na parte de trás do assento da cadeira). O tipo de letras deverá ser cheio ("bold") medindo o mínimo de 5 (cinco) centímetros de altura e com a largura variando de 2 (dois) a 5 (cinco) centímetros. A cor das letras deverá ser clara, caso a camisa seja de tom escuro e de cor escura caso a camisa tenha o tom claro, de forma a ficar visível para todas as pessoas presentes no ginásio.

§ 3 - Na competição de seleções estaduais e de equipes de clubes, ter o logotipo do clube/associação estudantil, e o da sua Federação na parte frontal da camisa.

§ 4 - Todos os nomes, siglas ou logotipos a que ele pertence deverão ser fixados através de silk screen ou bordado diretamente na camisa, não podendo ter nenhum tipo de material entre a escrita e o tecido da camiseta.

 X - O técnico para participar dos eventos e atuar como tal deve comparecer uniformizado de calça de agasalho ou short e camiseta ou ainda a parte de cima do agasalho, todos identificando o clube ou associação estudantil pelo qual é filiado, não podendo ser da cor da bola que será usada no evento e ter o seu nome (primeira letra do primeiro nome e ultimo nome completo) e abaixo do nome a sigla do estado (duas letras) na parte de trás da camisa ou parte de cima do agasalho no terço superior. No caso de competições entre Federações, identificando a Federação a qual pertence. Um técnico poderá somente atuar orientando apenas os atletas do clube ou associação estudantil que é filiado. O tipo de letras deverá ser cheio ("bold") medindo o mínimo de 5 (cinco) centímetros de altura e com a largura variando de 2 (dois) a 5 (cinco) centímetros. A cor das letras deverá ser clara, caso a camisa seja de tom escuro e de cor escura caso a camisa tenha o tom claro, de forma a ficar visível para todas as pessoas presentes no ginásio.

§ 6 - Todos os nomes, siglas ou logotipos a que ele pertence deverão ser fixados através de silk screen ou bordado diretamente na camisa, não podendo ter nenhum tipo de material entre a escrita e o tecido da camiseta.

XI – O prazo de reclamação de inscrições e reclassificação funcional é 48h após o encerramento do prazo de inscrições. Noventa e seis horas após o encerramento das inscrições será inserido no website da CBTM os GRUPOS DA COMPETIÇÃO, não será aceito cancelamento de inscrições após a inserção dos grupos da competição. Na hipótese de alguma desconformidade entre a inscrição enviada via internet e a relação dos inscritos, o clube ou associação estudantil deverá entrar em contato com a CBTM no prazo máximo de 48 (quarenta e oito horas) horas após a publicação;

§ 1 – As reclamações sobre erros de inscrição ou alocação de grupos não diagnosticados dentro do prazo de reclamações não serão aceitas, em nenhuma hipótese.

XII – Noventa e seis horas após o prazo das desconformidades serão publicados os GRUPOS DA COMPETIÇÃO DEFINITIVOS e a PROGRAMAÇÃO DE JOGOS, isto é, a tabela e os horários.

 Artigo 14 - A CBTM será responsável pela convocação do Quadro de Arbitragem para atuar nos eventos. Os árbitros deverão ter certificado de arbitragem de curso aprovado pela CBTM ou filiada. Juntamente com a circular do evento deverá sair uma lista com o nome dos árbitros convidados a participarem do evento, os quais devem confirmar a sua presença de participação no evento obedecendo à forma e obrigações dos demais associados participantes do evento.

 Artigo 15 - A CBTM após 15 dias da realização de um evento devolverá a Federação local e esta através de recibo a ser assinado pelo atleta e encaminhado a CBTM, os recursos despendidos pelo atleta (inscrição) que se inscreveram em uma ou mais categorias e que por falta de competidores e de acordo com o Regulamento de Competições da CBTM, esta não pode realizar a competição na categoria em que esse atleta se inscreveu.

 Artigo 16 – Conforme o item Xl do artigo 13, o prazo máximo de cancelamento do inscrito é de 48 horas após a publicação dos GRUPOS DA COMPETIÇÃO no site da CBTM , esse período de 48 horas corresponde a possíveis ajustes na mesma antes da publicação da tabela final do evento.

Após esse prazo, somente serão permitidos os seguintes motivos de cancelamento ainda passiveis de aceitação pela coordenação de eventos:

 I - Da ocorrência de lesões:

Diante de qualquer ocorrência de lesão do atleta participante do evento, a CBTM deverá ser comunicada imediatamente, mediante envio de laudos e licença médica através do e-mail: eventos@cbtm.org.br;

II - Motivos de força maior

Diante de qualquer fato de força maior (falecimento, fenômenos da natureza, etc.), o mesmo deverá ser comunicado a CBTM sendo analisado pela coordenação de eventos, podendo a mesma solicitar a comprovação desse fato;

Quaisquer casos não descritos anteriormente serão avaliados pela coordenação de eventos podendo ser deferidos ou não.

 Art. 17 – Os associados participantes deverão observar os seguintes limites de idade para todos os eventos da CBTM

I - CATEGORIA / FAIXA ETÁRIA

Pré-mirim - até 11 anos (2003 e ...)

Mirim - 12 e 13 anos (2001 a 2002)

Infantil - 14 e 15 anos (2000 a 1999)

Juvenil - 16 a 18 anos (1998 a 1996)

Juventude - 19 a 21 anos (1995 a 1993)

Absoluto A - Nascidos entre 1985 e 1992 que estejam alocados nos Rating A, B e C

Absoluto B - Nascidos entre 1985 e 1992 que estejam alocados nos Rating D, E, F e G

Absoluto C - Nascidos entre 1985 e 1992 que estejam alocados nos Rating H, I, J, L, M, N, e O

Sênior/Lady - 30 a 39 anos (1975, 1976, 1977,1978,1979,1980,1981,1982,1983 e  1984)

Veterano - 40-44 (1970, 1971, 1972, 1973 e 1974)

Veterano – 45-49 (1965, 1966, 1967, 1968 e 1969)

Veterano – 50-54 (1960, 1961, 1962, 1963 e 1964)

Veterano – 55-59 (1955, 1956, 1957, 1958 e 1959)

Veterano – 60-64 (1950, 1951, 1952, 1953 e 1954)

Veterano – 65-69 (1945, 1946, 1947, 1948 e 1949)

Veterano - 70+ (... a 1944)

II - A data limite para mudança de categoria relativa à faixa etária será no dia 31 de dezembro de cada ano.

Observação: os atletas estrangeiros poderão participar apenas dos eventos de Rating. 

 CATEGORIA

IDADE

NASCIDOS

RATING

Pré-Mirim

Até 11 anos

Até 2003

Todos

Mirim

12 e 13 anos

2002 a 2001

Todos

Infantil

14 e 15 anos

2000 a 1999

Todos

Juvenil

16 a 18 anos

1998 a 1996

Todos

Juventude

19 a 21 anos

1995 a 1993

Todos

Absoluto A*

22 a 29 anos

1992 a 1985

A, B e C

Absoluto B*

22 a 29 anos

1992 a 1985

D, E, F e G

Absoluto C*

22 a 29 anos

1992 a 1985

H, I, J, L, M, N, e O

Sênior / Lady

30 a 39 anos

1984 a 1975

Todos

Veterano 40-44

40 a 44 anos

1974 a 1970

Todos

Veterano 45-49

45 a 49 anos

1969 a 1965

Todos

Veterano 50-54

50 a 54 anos

1964 a 1960

Todos

Veterano 55-59

55 a 59 anos

1959 a 1955

Todos

Veterano 60-64

60 a 64 anos

1954 a 1950

Todos

Veterano 65-69

65 a 69 anos

1949 a 1945

Todos

Veterano 70+

Mais de 70 anos

Até 1944

Todos

       
 

 

Capítulo VIII

DA SEQUÊNCIA DAS PROVAS E PROGRAMAÇÃO DE EVENTOS:

 Artigo 18 - As provas que integram os eventos oficiais nacionais deverão ser desenvolvidas, sempre que tal seja viável, dentro da ordem que se segue:

I - equipes, duplas e individuais.

II - Programação do Circuito Ouro

PERÍODO

QUINTA - FEIRA

SEXTA - FEIRA

SÁBADO

DOMINGO

Manhã

a partir das 08:00 as 12:00h

Abertura e Competição Rating Olímpico

Competição Ranking Olímpico

Competição por Classes Paraolímpico e Ranking Olímpico

Competição Ranking Olímpico

Tarde

a partir das 14:00 as 18:00h

Competição Rating Olímpico

Competição Ranking Olímpico

Competição por Classes Paraolímpico e Ranking Olímpico

Premiação às 12:30h

Noite

18:00 as 21:00h

Competição Rating Olímpico e Premiação

Competição Ranking Olímpico

Competição por Classes Paraolímpico e Ranking Olímpico e Premiação Classe Paraolímpico e Ranking Olímpico (Veterano)

 

 

 

  III – Programação do 45º Campeonato Brasileiro - Individual

22/05 – a partir de 08 as 21:00h - Rating Olímpico - Eliminatória Simples

23/05 – a partir de 08 as 21:00h – Ranking Olímpico e Paralímpico

24/05 – a partir de 08 as 19:00h – Ranking Olímpico e Paralímpico

24/05 – a partir de 19:00h – Ranking Olímpico (Veteranos) e Paralímpico - Premiação

25/05 – a partir de 08 as 12:00h – Ranking Olímpico

25/05 – a partir de 12:00h – Ranking Olímpico – Premiação

  III – Programação do 46º Campeonato Brasileiro – Equipes e Duplas

30/10 – a partir de 08 as 17:00h – Duplas de Clubes – Olímpico e Paralímpico

30/10 – a partir de 17:00h – Duplas de Clubes – Olímpico e Paralímpico - Premiação

31/10 – a partir de 08 as 21:00h – Equipes de Seleções Olímpico e Paralímpico

01/11 – a partir de 08 as 19:00h – Equipes de Seleções e Equipes de Clubes Olímpico e Paralímpico

01/11 – a partir de 19:00h – Equipes de Seleções Olímpico e Paralímpico  - Premiação

02/11 – a partir de 08:00 as 14:00h – Equipes de Clubes Olímpico e Paralímpico

02/11 – a partir de 14:00h – Equipes de Clubes Olímpico e Paralímpico  - Premiação

Capítulo IX

DAS COMPETIÇÕES POR EQUIPES

Art. 19 - É condição obrigatória para a realização de qualquer uma das provas que integram os eventos brasileiros que existam, no mínimo (04) quatro equipes de instituições (Clube ou Federação) diferentes.

Art. 20 - As provas por equipes serão realizadas em duas etapas distintas, denominadas de Competição por Equipes de Seleções Estaduais e Competição por Equipes de Clubes pelo Campeonato Brasileiro de Clubes.

I - será disputado sempre em Eliminatória Simples no sistema "Marcel Corbillon" como segue:

A x X, B x Y, Dupla x Dupla, A x Y, B x X

 # Critérios de desempate

 § - Os empates porventura ocorridos entre três ou mais equipes em quaisquer colocações na primeira etapa serão decididos pela apuração dos resultados obtidos somente entre as representações empatadas, utilizando-se, para tanto, a seguinte fórmula:

 partidas pró

------------------------------

partidas pró + partidas contra

 § - Perdurando o empate, usar-se-á o mesmo critério em relação aos "sets" e/ou pontos, nesta ordem;

§ - Se os empates registrarem-se apenas entre duas representações nos grupos desta fase, em quaisquer colocações, a decisão dar-se-á com base no resultado do confronto direto entre as referidas representações;

 § - Idêntica sistemática será adotada no critério de desempate para as competições individuais, conforme o presente texto do Artigo 20, substituindo-se os termos equipe pela palavra atleta. O esquema de desempate acima descrito é válido para todas as competições da CBTM constantes deste Regulamento Geral.

§ - No caso de Vitória por WxO, este jogo não será creditado no rating dos atletas envolvidos de ambas equipes, tendo em vista a impossibilidade de definirmos as escalações das mesmas (A x X, B x Y, A x Y, B x X) e com isto definirmos os vencedores. de;

A x X, B x Y, A x Y, B x X.

II - este evento será destinado aos clubes registrados nas filiadas e será realizado nas categorias pré-mirim, mirim, infantil, juvenil, juventude, absoluto (A-B-C), veteranos 40-44, veteranos 45-49, veteranos 50-54, veteranos 55-59, veteranos 60-64, veteranos 65-69 e  veterano 70+, masculino e feminino, sênior e lady.

Capítulo X

CAMPEONATO BRASILEIRO DE SELEÇÕES ESTADUAIS, CLUBES e ASSOCIAÇÕES ESTUDANTIS  - OLÍMPICO E PARALÍMPICO

 

Art. 20 - O Campeonato Brasileiro de Clubes e o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais OLÍMPICO e PARALÍMPICO acontecerão no segundo semestre.

§ - Tanto na competição olímpica como na paralímpica deverá ter o mínimo de 5 (cinco) duplas inscritas para que uma categoria seja realizada.

 Art. 21 - O emparceiramento será feito baseado na melhor média de pontos, obtida da soma dos pontos de todos os atletas da equipe dividido pelo número de atletas desta equipe. Os pontos referidos são os pontos do Rating da CBTM. Quando houver empate será considerado o Rating mais alto entre os atletas das equipes.

§ - A equipe poderá ser formada por no mínimo 2 e no máximo 4 atletas.

§ - Caso a equipe seja composta de atletas de categorias diferentes, valerá para efeito de alocação na categoria a idade do atleta mais velho. (ex: Um juvenil e um mirim jogam a categoria juvenil)

§ - Na Categoria Absoluto (A,B e C) a equipe deverá jogar obrigatoriamente na categoria relativa ao melhor Rating  entre os atletas, independente da média de pontos da equipe.

 Art. 22 - em competições envolvendo Federação/Clube cada Federação/Clube poderá inscrever apenas uma Equipe em cada categoria.

§ - Nas competições de Equipes de Seleções Estaduais somente poderão participar atletas de nacionalidade brasileira.

 Art. 23 - Um atleta não poderá participar de mais de uma equipe.

Capítulo XI

DAS COMPETIÇÕES DE DUPLAS OLÍMPICAS E PARALÍMPICAS

Art. 24 - O Campeonato Brasileiro de Duplas de Clubes OLÍMPICO e PARALÍMPICO acontecerá no segundo semestre. As regras abaixo descriminadas valem para o evento olímpico e paralímpico.

§ - Tanto na competição olímpica como na paralímpica deverá ter o mínimo de 5 (cinco) duplas inscritas para que uma categoria seja realizada.

§ - As duplas serão compostas por 2 (dois) jogadores.

§ - Cada Clube só poderá inscrever uma dupla por categoria/classe.

 Art. 25 - O emparceiramento será feito baseado na melhor média de pontos, obtida da soma dos pontos dos atletas da dupla. Os pontos referidos são os pontos do Rating da CBTM. Quando houver empate será considerado o Rating mais alto entre os atletas das equipes.

§ - Caso a dupla seja composta de atletas de categorias (ou classes) diferentes, valerá para efeito de alocação na categoria (ou classe) a idade maior (ou classe maior) do atleta. (ex: Um juvenil e um mirim jogam a categoria juvenil - Um atleta Classe 3 e um atleta classe 5 jogam a Classe 5)

§ - Na Categoria Absoluto (A,B e C) a dupla deverá jogar obrigatoriamente na categoria relativa ao melhor Rating  entre os atletas, independente da média de pontos da dupla.

 Art. 26 - Em competições envolvendo Federação/Clube cada Federação/Clube poderá inscrever apenas uma dupla em cada categoria.

§ - Caso haja junção de categorias ou classes, será permitido duplas de mesmo clube.

§ - Nas competições de duplas somente poderão participar atletas de nacionalidade brasileira.

 Art. 27 - Um atleta não poderá participar de mais de uma dupla.

Capítulo XII

DAS COMPETIÇÕES INDIVIDUAIS

Art. 28- Copa Brasil Série Ouro

# 1 - Cada uma das Copas abrangerá uma série de provas individuais, observando as disposições que se seguem:

1 - os atletas serão alocados em cada categoria conforme os pontos que tiverem obtido (Rating), conforme a data de nascimento (Ranking) e conforme classificação funcional motora ou intelectual (Classe), não cabendo recursos quanto a estas alocações. A CBTM reserva-se o direito de remanejar qualquer atleta de categoria, desde que seja constatada alguma anomalia.

Ex: Atleta alocado na categoria inferior por incompatibilidade de sua data de nascimento, conforme descrito no Artigo 17, parágrafo l.

Caso o erro não seja detectado dentro do prazo de reclamações, o atleta será desclassificado da competição.

1.2 - A CBTM divulgará a lista do Rating mensalmente, sempre no primeiro dia útil do mês, desde que não esteja este no meio de competições nacionais, valendo neste caso o primeiro dia útil após o término da competição.

1.3 - A CBTM divulgará a lista do Ranking e da Classe e de Deficiência Intelectual quarenta e oito horas após o término da competição.

  SISTEMA DE COMPETIÇÃO

1.1- Caso não ocorra à inscrição de um mínimo de três atletas em uma determinada categoria ou classe ou de deficiência intelectual, essa não será realizada. Nos eventos olímpicos e paraolímpicos a categoria com três atletas será organizada em grupo único e a partir de 4 atletas em diante o mínimo de dois grupos.

1.2- A CBTM poderá promover a acesso ou descenso de atletas das categorias os ratings ou classes ou de deficiência intelectual, em conformidade com sua classificação funcional, conforme necessidade do evento, ou seja, poderá remanejar atletas para categorias, ratings ou classes diferentes de seus originais.

# 1 - Na fase semifinal os perdedores serão considerados, ambos, como 3o classificados.

# 2 - As posições de 5o lugar serão ocupadas pelos perdedores das quartas-de-final. As posições de 9o lugar serão ocupadas pelos perdedores das oitavas-de-final.

1.2 - a pontuação usada como base da programação dos jogos será a do mês equivalente à data final para a realização dos GRUPOS DA COMPETIÇÃO, para o Ranking, Rating, Classes e de Deficência Intelectual.

# 3 - Todo atleta que perder duas partidas por Wx0 (presente ou não), terá todos os seus jogos já realizados e por realizar imediatamente cancelados, ficando, portanto, automaticamente eliminado da competição.

# 4 - Os confrontos serão disputados em melhor de sets ímpares de 11 pontos conforme o número de inscritos e será informado na circular do evento.

#5 - Um atleta poderá na mesma Copa Brasil, participar de:

 § 1 - 01 Ranking + Ranking Escolar/Universitário

§ 2 - 01 Rating + Ranking Escolar/Universitário

§ 3 - 01 Ranking e 01 Rating + Ranking Escolar/Universitário

§ 4 - 02 Ranking (somente atletas das categorias Pré-Mirim, Mirim, Infantil e Juvenil) e 01 Rating + Ranking Escolar/Universitário

§ 5 - 01 Classe ou de Deficiência Intelectual

§ 6 - 01 Classe ou de Deficiência Intelectual e 01 Rating

§ 7 - 01 Classe ou de Deficiência Intelectual, 1 Ranking e 01 Rating

§ 8 - 01 Classe ou de Deficiência Intelectual, 1 Ranking, Ranking Especial e 01 Rating

§ 9 - Ranking Escolar/Universitário

COMPETIÇÃO POR FAIXA ETÁRIA – RANKING

# 1 - RANKING por categoria de Faixa Etária:

# 1.1 - Pré-mirim, mirim, infantil, juvenil, juventude, absoluto (A, B ou C), sênior/lady, veteranos 40-44, veteranos 45-49, veteranos 50-54, veteranos 55-59, veteranos 60-64, veteranos 65-69 e veteranos 70+.

As categorias Pré-Mirim, Mirim, Infantil e Juvenil são categorias autorizadas a disputar a sua categoria de origem e a categoria imediatamente acima. O objetivo é dar aos atletas destas categorias a oportunidade de disputar com atletas de uma categoria acima da que por idade teriam direito a se inscrever, visando um intercâmbio maior entre os atletas, seguindo a orientação do Consultor de Seleções Olímpicas.

Quando não houver a categoria referente à inscrição, desde que possível, os inscritos serão alocados na categoria imediatamente superior (para as categorias Pré-mirim, Mirim, Infantil, Juvenil e Juventude) ou anterior (para as categorias Sênior, veteranos 40-44, veteranos 45-49, veteranos 50-54, veteranos 55-59, veteranos 60-64, veteranos 65-69 e veteranos 70+). Os atletas das categorias, Absoluto A, Absoluto B, Absoluto C somente poderão jogar nas suas respectivas categorias. Os atletas da categoria Sênior e Lady poderão disputar a categoria Absoluto A, B ou C de acordo com critérios técnicos e mediante aprovação da Coordenadoria de Eventos.

# 2 - Na composição das chaves dos grupos na competição de Rankings, observar-se-á a colocação dos atletas conforme sua posição no ranking em primeiro lugar e no caso de empate a posição no rating. No caso do primeiro Campeonato do ano observar-se-á a colocação dos atletas conforme sua posição no Rating.

# 3 - A pontuação computada para critérios de convocação para a Seleção do país da categoria Adulto será a pontuação referente à competição do Ranking Absoluto A, estabelecendo desta forma que somente atletas de nacionalidade brasileira possam compor a Seleção do país na categoria Adulto.

# 4- Os 04 atletas melhores classificados em cada categoria de faixa etária (exceto a de adultos), terão direito a seguinte pontuação relativa ao Ranking Nacional.

  COLOCAÇÃO

PONTUAÇÃO

130

80

3º (2)

50

 CLASSE – COMPETIÇÃO POR CLASSES E DE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

I - CLASSE – competição por categorias de dificuldade motora no masculino e feminino:

§ 1 - Cadeirantes: Classe 1, Classe 2, Classe 3, Classe 4 e Classe 5

§ 2 - Andantes: Classe 6, Classe 7, Classe 8, Classe 9 e Classe 10

§ 3 - Deficientes Intelectuais

II - Quando não houver a classe referente à inscrição, desde que possível, os inscritos serão alocados preferencialmente na seguinte ordem:

§ 1 - Cadeirantes: Classe 1 a 3; Classe 4 e 5

§ 2 - Andantes: Classe 6 e 7; Classe 8 a 10

 III - A junção de classe será feita agrupando um ou dois atletas de uma classe mais baixa para a logo acima desde que possível. Na Classe 4 e 5 só será feita se não houver o número suficiente de atletas da classe 4, o mesmo valendo para a Classe 10 que só terá a junção se não houver o número suficiente nas classes 8 e 9. Na competição de deficiência intelectual não existe junção sendo divididos nos gêneros masculinos e feminino.

§1 – Caso o atleta de uma classe inferior tenha um resultado final melhor que um atleta de classe superior, o atleta de classe superior terá sua colocação real para questão de ranking nacional.

Exemplo 1: Junção classes 4-5

1º colocado – atleta classe 05 – 130 pontos

2º colocado – atleta classe 04 – 130 pontos (melhor atleta da classe, o atleta que ficou acima é de classe superior)

3º colocado – atleta classe 05 – 50 pontos (e não 80 pontos, como 2º melhor classe 05)

3º colocado – atleta classe 04 – 80 pontos (como 2º melhor classe 04)

Exemplo 02: Junção classes 06-08

1º colocado – atleta classe 07 – 130 pontos

2º colocado – atleta classe 08 – 80 pontos

3º colocado – atleta classe 06 – 130 pontos (melhor atleta da classe, e todos os atletas que ficaram acima são de classes superiores)

3º colocado – atleta classe 08 – 50 pontos

 Exemplo 03: Junção classes 09-10

1º colocado: classe 10 – 130 pontos

2º colocado: classe 09 – 130 pontos

3º colocado: classe 10 – 50 pontos

 IV - Na composição dos grupos na competição por classes, observar-se-á a colocação dos atletas conforme sua posição no ranking.

V - Os 4 atletas melhores classificados em cada classe terão direito a seguinte pontuação relativa ao Ranking Nacional:

COLOCAÇÃO

PONTUAÇÃO

130

80

3º (2)

50

  CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL

I - A classificação funcional dos atletas para a alocação das classes deverá ser realizada no momento da inscrição do atleta no site da CBTM, por um classificador oficial que avaliará a dificuldade motora do atleta conforme Regulamento Geral da ITTF – PTT Division e a enviará para a CBTM a fim de aprovar a referida inscrição. O atleta não poderá participar das competições do certame sem a classificação aprovada e enviada para a CBTM.

§ 1 - O atleta classificado nacionalmente poderá a qualquer tempo ser reclassificado desde que assim o classificador entenda a necessidade ou que seja solicitada a reclassificação do atleta por um técnico devidamente inscrito no site da CBTM.

§ 2 - A classificação de atletas com deficiência intelectual foi criado a partir da parceria entre a INAS-FID (Federação Internacional para Atletas com Deficiência Intelectual) e a ITTF-PTT. O Primeiro e o Segundo estágio é basicamente clínico onde o atleta é avaliado quanto às evidencias primárias que apontam as alterações intelectuais do atleta como o QI e Adaptações Comportamentais bem como a Inteligência aplicada ao esporte. Para estes dois primeiros estágios a INAS-FID padronizou os teste utilizados. O Terceiro e Quarto estágio correspondem respectivamente a Classificação Especifica para o Esporte e a observação em jogo, sendo estes dois últimos estágios um processo semelhante à Classificação Funcional. Neste sistema de classificação o atleta é considerado ELEGÍVEL ou NÃO ELEGÍVEL, tendo assim apenas uma classe para deficientes intelectuais no masculino e uma no feminino e tais procedimentos de classificação serão divulgados em Notas Oficiais da CBTM.

COMPETIÇÃO ESCOLAR/UNIVERSITÁRIA

# I - Escolar - Pré-mirim, mirim, infantil, juvenil e juventude;

# 1.1 – Universitário – Absoluto.

Quando não houver a categoria referente à inscrição, desde que possível, os inscritos serão alocados na categoria imediatamente superior (para as categorias Pré-mirim, Mirim, Infantil, Juvenil e Juventude)

# 2 - Na composição das chaves dos grupos na competição de Rankings, observar-se-á a colocação dos atletas conforme sua posição no ranking em primeiro lugar e no caso de empate a posição no rating. No caso do Campeonato observar-se-á a colocação dos atletas conforme sua posição no Rating.

# 3 - Os 4 atletas melhores classificados em cada categoria de faixa etária (exceto a de Adultos), terão direito a seguinte pontuação relativa ao ranking.

  COLOCAÇÃO

PONTUAÇÃO

130

80

3º (2)

50

COMPETIÇÃO POR NÍVEL TÉCNICO – RATING

# 1 – RATING – por categoria de nível técnico:

1.1 – A, B, C, D, E, F, G, H, I.J,L,M,N e O.

1.1.1 – as categorias do RATING Masculino são:

 RATING MASCULINO

RATING

PONTOS

RATING

PONTOS

A

a partir de 1.701

H

a partir de 701

B

a partir de 1.301

I

a partir de 601

C

a partir de 1.201

J

a partir de 551

D

a partir de 1.101

L

a partir de 451

E

a partir de 1.001

M

a partir de 351

F

a partir de 901

N

a partir de 251

G

a partir de 801

O

Até 250

 

 

   1.1.2 – as categorias por pontos do RATING Feminino são:

 RATING FEMININO

RATING

PONTOS

RATING

PONTOS

A

a partir de 1.301

F

a partir de 551

B

a partir de 1.001

G

a partir de 451

C

a partir de 801

H

a partir de 351

D

a partir de 701

I

a partir de 251

E

a partir de 601

J

Até 250

 

 

 De acordo com o volume de atletas envolvidos, a tabela de pontos do rating acima descrita poderá sofrer modificações, a fim de que as competições fiquem mais equilibradas tecnicamente. Somente a categoria Rating poderá incluir competidores de outras nacionalidades mediante aprovação da coordenadoria de eventos após avaliar o nível técnico do atleta. O evento de Rating Paraolímpico e de Deficiência Intelectual será criado no mesmo molde do Rating Olímpico assim que o CBTM WEB estiver implantado este módulo de competição.

Para manter atualizado e garantir o nível técnico das competições de Rating, caso o atleta não participe de nenhum evento válido para o Ranking CBTM em uma temporada completa, o mesmo terá um decréscimo de 10% de sua pontuação de Rating atual.

 TABELA DE PESO DOS EVENTOS

 TABELA DE PESO POR EVENTO PARA 2014

Evento

Peso no Ranking Nacional

Peso do Rating

Campeonato Brasileiro INDIVIDUAL

5

5

Campeonato Brasileiro EQUIPES E DUPLAS

0

5

Copa Brasil Serie Ouro

3

3

Copa Brasil Serie Prata

0

1

Seletivas e Top 12

0

3

Eventos Interestaduais*

2

2

Copa Brasil Escolar/Universitário

0

0

Eventos Estaduais**

1

1

 

 

 *Um por estado aprovado pelo Comitê Executivo da CBTM conforme Nota Oficial 269-2013

** Dois por estado valendo pontos para o Ranking Nacional, um por semestre conforme Nota Oficial 270-2013

§ - O Campeonato Brasileiro de Equipes e Duplas não valerá pontos para o Ranking Nacional. - Somente os jogos individuais das competições por equipes valerão para o Rating Nacional.

 CIRCUITO COPA BRASIL SÉRIE OURO

 # 1 - No Circuito Copa Brasil Série Ouro, as entidades filiadas comporão duas Zonas Regionais distintas e assim conhecidas:

  1 - Zona Regional SUL-SUDESTE

Federação Gaúcha de Tênis de Mesa, Federação Catarinense de Tênis de Mesa, Federação de Tênis de Mesa do Paraná, Federação Paulista de Tênis de Mesa, Federação de Tênis de Mesa do Estado do Rio de Janeiro Federação Espiritosantense de Tênis de Mesa e Federação Mineira de Tênis de Mesa.

 2 - Zona Regional CENTRO-NORTE- NORDESTE

Federação de Tênis de Mesa do Pará, Federação Amapaense de Tênis de Mesa, Federação de Tênis de Mesa do Amazonas, Federação Goiana de Tênis de Mesa, Federação de Tênis de Mesa do Distrito Federal, Federação de Tênis de Mesa de Mato Grosso do Sul, Federação Mato-grossense de Tênis de Mesa; Federação Baiana de Tênis de Mesa, Federação Sergipana de Tênis de Mesa, Federação Alagoana de Tênis de Mesa, Federação Pernambucana de Tênis de Mesa, Federação Paraibana de Tênis de Mesa, Federação de Tênis de Mesa do Piauí, Federação Potiguar de Tênis de Mesa e Federação Cearense de Tênis de Mesa.

Capítulo XII

DA OUTORGA DE PRÊMIOS DA SÉRIE OURO

Artigo 25- Os prêmios concedidos às entidades filiadas, bem como aos técnicos e atletas, serão da inteira responsabilidade das entidades promotoras dos certames nacionais.

 # 1 - Será de responsabilidade da CBTM a aquisição dos medalhões destinados aos técnicos e atletas.

 # 2 - A destinação dos prêmios, cuja posse é definitiva, deverá obedecer ao disposto abaixo:

1 - Copas Brasil/Campeonatos Brasileiros/Campeonato Brasileiro de Clubes e Seleções

 Provas por Equipes

Provas Individuais

1º lugar

1º lugar

Troféu para a Federação ou Clube

Medalhões de ouro para atletas

Medalhões de ouro para atletas

 

 

 

2º lugar

2º lugar

Troféu para a Federação ou Clube

Medalhões de prata para atletas

Medalhões de prata para atletas

 

 

 

3º lugares

3º lugares

Medalhões de bronze para atletas

Medalhões de bronze para atletas

 

 

 

  # 3 - O Troféu Eficiência de cada Copa Brasil (Ouro, Paraolímpica e Escolar/Universitária) será calculado em função das colocações conquistadas pelos atletas dos clubes participantes, sendo considerada como vencedora a entidade que obtiver o maior número de pontos. Havendo empate em qualquer posição, esse será dirimido pelo maior número de primeiras colocações obtidas nas categorias disputadas, persistindo o empate será considerado o maior número de segundas colocações.

 

  COLOCAÇÃO

PONTOS

 

130

 

80

 

3º (2)

50

 

 

 

  # 4 - O Troféu Eficiência Geral por Clubes (Melhores do Ano) será calculado ao findar do Campeonato Brasileiro de EQUIPES E DUPLAS em função das colocações conquistadas pelos atletas dos clubes participantes nos eventos válidos para o Ranking Nacional - Copa Brasil Série Ouro e Campeonato Brasileiro INDIVIDUAL - sendo considerada como vencedora a entidade que obtiver o maior número de pontos. Havendo empate em qualquer posição, esse será dirimido pelo maior número de primeiras colocações obtidas nas categorias disputadas, persistindo o empate será considerado o maior número de segundas colocações e a pontuação será aferida levando - se em conta os resultados em cada competição com pontuação abaixo:

 

  COLOCAÇÃO

PONTOS

130

80

3º (2)

50

 # 5 - O Troféu Eficiência Geral por atletas (Melhores do Ano) será calculado ao final do Campeonato Brasileiro de EQUIPES E DUPLAS em função das colocações conquistada nos eventos válidos para o Ranking Nacional - Copa Brasil Série Ouro e Campeonato Brasileiro INDIVIDUAL, Eventos Interestaduais autorizados pela CBTM e Estaduais (dois por ano, um por semestre sendo no segundo semestre antes do Campeonato Brasileiro) sendo considerada como vencedora a entidade que obtiver o maior número de pontos. Havendo empate em qualquer posição, esse será dirimido pelo maior número de primeiras colocações obtidas nas categorias disputadas, persistindo o empate será considerado o maior número de segundas colocações e a pontuação será aferida levando - se em conta os resultados em cada competição com pontuação abaixo:

 

 COLOCAÇÃO

PONTOS

130

80

3º (2)

50

 

CIRCUITO COPA BRASIL SÉRIE PRATA

 # 1 - Os eventos da Série Prata serão realizados preferencialmente num só dia, devendo ser sábado ou domingo.

 # 2 - Não será admitida em nenhuma hipótese a participação de atletas em mais de uma categoria na Série Prata.

 # 3 - Será de responsabilidade do Organizador Local a aquisição das medalhas destinadas aos técnicos e atletas.

COPA LATINA DE TÊNIS DE MESA

Competição Individual com 16 jogadores em 4 grupos com 3 jogadores, formados a partir do  ranking ITTF onde se classificarão 1 de cada grupo que enfrentará nas quartas de final 4 jogadores com o melhor ranking da ITTF na fase eliminatória. Caso o confronto em uma das semifinais sejam entre dois atletas brasileiros será realizado um sorteio para definir um novo confronto.. As partidas do grupo serão disputadas em uma melhor de 5 sets e na fase eliminatória em uma melhor de 7 sets.

 Chave A

Chave B

Chave C

Chave D

5º Cabeça de chave ITTF

6º Cabeça de chave ITTF

7º Cabeça de chave ITTF

8º Cabeça de chave ITTF

12º Cabeça de chave ITTF

11º Cabeça de chave ITTF

10º Cabeça de chave ITTF

9º Cabeça de chave ITTF

16º Cabeça de chave ITTF

15º Cabeça de chave ITTF

14º Cabeça de chave ITTF

13º Cabeça de chave ITTF

            A organização reserva o direito de incluir entre os inscritos atletas brasileiros caso o número de vagas de convidados pelo ranking ITTF não seja completado.

 

 

Prêmio:

 O prêmio será de R$ 14.000,00 assim dividido:

1º Lugar - R$ 6.000,00

2º Lugar - R$ 4.000,00

3º Lugares (2) - R$ 2.000,00

O valor do prêmio é em moeda nacional, conforme a legislação brasileira. Será descontado do valor os 15% relativos a descontos com o Imposto de Renda.

Guarantee Money:

Será pago o Guarantee Money para o atleta que não obter a classificação entre os 8 primeiros. O valor do Guarantee Money não é acumulativo com o premio por classificação e será pago conforme tabela abaixo:

 Até 120º do ranking mundial ---------- R$ 1.000,00

De 121º do ranking mundial ao 200º - R$ 500,00

200º em diante não haverá Guarantee Money.

Passagem aérea, transporte interno, hospedagem e alimentação:

 Por conta da organização do evento.

 Capítulo XIII

DA HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO NOS EVENTOS

 Artigo 26- Tendo em vista inúmeras tentativas infrutíferas de organização de pacotes para hospedagem, alimentação e transporte interno, a CBTM deixa claro que não fará indicação de hotel para os atletas Olímpicos ou Paraolímpicos ou de Deficiência Intelectual, assim como locais de alimentação, meios de transporte interno e transfers do aeroporto/rodoviária para hotel/ginásio de jogos nos municípios sedes de eventos. Em situações especiais e sempre quando os valores e qualidade dos mesmos forem adequados a nossa realidade, a CBTM poderá fazer tais indicações e isto fará parte da circular de informações da competição em tela. Enfatizamos que nosso principal compromisso é proporcionar aos atletas as melhores condições de jogo possível, sendo que a parte de hospitalidade e transporte é obrigação dos clubes aos quais os atletas e treinadores são vinculados.

Fica claro, desde já, que ao efetuar as inscrições no evento em tela, o atleta ou treinador tem ciência do fato acima e assume total e irrestrita responsabilidade para arranjar os meios adequados de hospedagem, alimentação e transporte interno.

Capítulo XIV

DA DISCIPLINA EM GERAL

Artigo 27- A postura de dirigentes e atletas, mesmo em situações adversas, deverá concorrer de forma permanente para o brilho das competições e para a manutenção do bom nome do Tênis de Mesa.

# - 1 Será Considerado como falta disciplinar e passível de punição, o atleta que apresentar para competir, seja por equipe, dupla ou individual sem que esteja usando o uniforme oficial da entidade a qual representa. O atleta que se apresentar para competir em eventos individuais sem o uniforme conforme o Regulamento para competir terá a opção de adquirir da organização uma camisa de punição no valor de R$90,00. Caso não opte por adquirir a camisa, será eliminado automaticamente.

# - 2 A ausência do atleta no podium de premiação, ou presente, porém sem uniforme implicará na perda dos pontos do atleta ou entidade adquirida no evento em questão, seja categoria Ranking ou Rating, além de uma multa no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais). O atleta não deverá portar ou carregar mochilas, bolsas ou qualquer invólucro no momento da premiação. Não serão aceitos representantes nas cerimônias de premiação. As autoridades convidadas para fazer a premiação deverão estar vestidas com trajes Social e/ou Esporte Fino;

# - 3 Na falta injustificada de um atleta, dupla ou equipe para jogar em duas partidas (WxO), os mesmos deverão ser punidos com a desclassificação da Competição e seus resultados anteriores tornar-se-ão nulos.

# - 4 A desqualificação de um atleta nos evento da CBTM será possível em quatro casos:

1- WxO por não comparecimento.

2- Mau comportamento.

3- Problemas com o Anti-dopping - negar-se a fazer o exame, fraudes,

4- Troca de raquete visando ludibriar o controle de Raquetes.

Nos casos 1, 2 e 4 a desqualificação é de competência direta do Árbitro Geral. No caso 3 é de competência do Controle de antidoping que passará então a informação ao Árbitro Geral e este fará a desqualificação.

Capítulo XV

DOS ENCARGOS, DA CBTM E DOS PROMOTORES

Artigo 28- Com um prazo mínimo de 4 e um máximo de 12 meses antes da data fixadas para o início dos eventos, a CBTM enviará para o promotor o Contrato, o Caderno de Encargos e o Controle de Providências, ensejando assim àquelas entidades, com a devida antecedência, o necessário conhecimento de todas as tarefas que devem ser desenvolvidas para uma perfeita organização dos certames brasileiros.

# 1 - Através de seu representante, a CBTM fará realizar no mínimo 3 vistorias nas instalações onde serão realizados os eventos e tal precaução observará a seguinte seqüência:

a- 1a vistoria deverá ocorrer entre 120 e 360 dias antes da data marcada para o início das competições, cabendo ao responsável pela referida vistoria, utilizando um Controle de Providências, verificar um a um todos os itens nela relacionados, registrando então suas observações;

b- ao final da vistoria, o responsável deverá entregar ao promotor uma cópia de um relatório aprovando o local em que se realizará o evento ou contendo as desconformidade ou providências a serem tomadas. Uma cópia do relatório deverá ser enviada para CBTM - cbtm@cbtm.org.br - até 72h após a vistoria e uma outra cópia entregue ao promotor. A cópia do relatório de vistoria remetida à CBTM e a entregue ao promotor deverão estar rubricadas em todas as páginas pelo responsável pela vistoria e pela representante do promotor do evento. Esta cópia deverá também ser publicada no website da CBTM;

c- a 2ª vistoria deverá ser levada a efeito entre 90 e 60 dias antes da data designada para o começo dos certames e deverá obedecer as mesmas regras do item b;

d- a 3ª vistoria deverá ser levada a efeito entre 60 e 30 dias antes da data designada para o começo dos certames e deverá obedecer as mesmas regras do item b.

 Capítulo XVI

DA RESPONSABILIDADE POR DANOS E AUTORIZAÇÃO DE DIVULGAÇÃO

 Artigo 29- O atIeta e técnico que participar dos eventos organizados pela CBTM isenta a entidade e seus organizadores de qualquer responsabilidade por danos eventualmente causados no decorrer da competição.

Artigo 30- O atleta e técnico que participar dos eventos organizados pela CBTM declara estar em pleno gozo de saúde e em condições físicas de participar do Evento, não apresentando cardiopatias genéticas, congênitas ou infecciosas, viroses, ou qualquer outra doença, patologia ou distúrbio de saúde que implique em qualquer tipo de impedimento ou restrição à prática de exercícios físicos, atividades físicas e esportivas, e realizará, no período de pré-participação nesse Evento, por própria conta e risco, avaliação clínica que atesta as condições apresentadas.

Artigo 31- O atleta e técnico que participar dos eventos organizados pela CBTM autoriza em caráter universal, gratuito, irrevogável, irretratável e exclusivo, a CBTM – Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, ou terceiros por estes devidamente autorizados, a título universal e de forma irrevogável e irretratável, no Brasil e/ou no exterior, o direito de usar o nome, voz, imagem, material biográfico, declarações, gravações, entrevistas e endossos dados pelo participante citado ou a ele atribuíveis, bem como de usar sons e/ou imagens do evento, seja durante as competições, seja durante os aquecimentos, os treinamentos, a hospedagem, o transporte ou alimentação em qualquer suporte existente ou que venha a ser criado, a serem captados pela TV para transmissão, exibição e reexibição, no todo, em extratos, trechos ou partes, ao vivo ou não, sem limitação de tempo ou de número de vezes, na forma do disposto no Regulamento Geral de Competições.

Capítulo XVII

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

 Artigo 32- Os casos omissos a este regulamento serão resolvidos, analisados e estudados pelo Comitê Executivo da CBTM.

 Artigo 33- As disposições contidas neste Regulamento Geral de Competições entram em vigor no dia da sua publicação e poderão ser alteradas a qualquer momento pela CBTM e informadas aos associados por meio de Nota Oficial. .

 Artigo 34- Revogam-se todos os Regulamentos anteriores referentes à matéria.

 

 

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