Confederação Brasileira de Tênis de Mesa

Regulamento Geral

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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TÊNIS DE MESA

 

REGULAMENTO GERAL DE COMPETIÇÕES 2015

  

Capítulo I - DOS CAMPEONATOS E SEUS FINS

 Art. lº - Todos os certames de âmbito nacional e internacional, cujos direitos pertencem integralmente à Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, têm por finalidade principal o congraçamento das entidades e ainda a aferição técnico-disciplinar de todos aqueles que praticam o Tênis de Mesa, visando o interesse geral pela sua divulgação, bem como, a obtenção de subsídios com vistas à composição das equipes representativas da CBTM nos eventos em que tenha de se apresentar o Selecionado Brasileiro.

 

 Capítulo II - DA ORGANIZAÇÃO DOS EVENTOS

 Art. 2º - As competições internacionais, nacionais e interestaduais e de seleções estaduais e clubes serão organizadas e dirigidas somente pela CBTM, podendo esta entidade, a seu inteiro critério, reservar ou não a coordenação dos eventos para as suas filiadas.

 l - Em todos os eventos nacionais serão observadas, na íntegra, as Regras Oficiais vigentes, aprovadas e emitidas pela International Table Tennis Federation - ITTF, bem como, todas as disposições contidas no presente Regulamento Geral.

 II - A CBTM poderá promover, anualmente, a realização dos seguintes eventos, onde poderão participar Clubes e Federações filiadas, sendo vedada a participação de Associações Espontâneas, pelo fato de não serem pessoas jurídicas constituídas e portadoras de CNPJ:

§ 1 - Circuito Copa Brasil Série Ouro, de caráter individual, divididas em várias etapas, Circuito Top 12, Desafio Pan-Americano e Copa Latina de Tênis de Mesa;

§ 2 – Circuito Copa Brasil de Equipes de Seleções Estaduais, Campeonato Brasileiro de Clubes, individual, duplas e equipes;

§ 3 - Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais, individual, duplas e equipes;

§ 4 - Torneio Aberto do Brasil (Brazilian Open Championship) de Adultos, Jovens e Veteranos;

§ 5 - Copa Centro-Norte-Nordeste por Equipes de Clubes, sendo no 1º semestre as categorias juventude, adulto, sênior, lady, veteranos 40, veteranos 50, veteranos 60 e veteranos 70+ e no 2º semestre, as categorias pré-mirim, mirim, infantil e juvenil.

§ 6 - Copa Sul-Sudeste por Equipes de Clubes, sendo no 1º semestre as categorias juventude, adulto, sênior, lady, veteranos 40, veteranos 50, veteranos 60 e veteranos 70+ e no 2º semestre, as categorias pré-mirim, mirim, infantil e juvenil;

§ 7 - Torneios Escolares / Universitários;

§ 8 - Torneios Empresariais;

§ 9 - Eventos Paradesportivos para pessoas com deficiência motora ou intelectual.

III - A CBTM também poderá promover o Circuito Copa Brasil Série Prata, de caráter
individual, divididas em várias etapas, aberto a todos os filiados, inclusive, associações espontâneas.

 

Capítulo III - DA DIREÇÃO TÉCNICA

Art. 3º - Os certames brasileiros listados no artigo segundo serão organizado pela Liderança de Eventos da CBTM, que cuidará de todos os aspectos administrativos e técnicos, podendo terceirizar algumas ações quando assim lhe convier.

Art. 4º- Compete à CBTM:

I - fazer respeitar as datas designadas para as competições e que constam do Calendário Oficial da entidade;

II - examinar e aprovar ou não os pedidos de participação das filiadas, verificando se as suas situações jurídica, financeira e administrativa encontram-se devidamente regulares;

III - solicitar sempre a carteira de identificação da CBTM ou Credencial do Evento ou carteira de identidade;

IV - elaborar a programação geral dos jogos;

V - preparar os auxílios visuais necessários aos participantes e público em geral.

 

Capítulo IV - DO ÁRBITRO GERAL E SEUS AUXILIARES

Art. 5º- Os eventos oficiais no que se referem aos aspectos da arbitragem e da programação dos jogos, terão a direção e o controle de um Árbitro Geral, indicado pela CBTM, devendo a escolha recair sobre pessoa de reconhecida competência e de comprovada idoneidade. Nos eventos internacionais o Árbitro Geral deverá, preferencialmente, ter o título de árbitro-geral internacional da ITTF. Nos casos em que isto não for possível, deverá ser escolhido um Árbitro Internacional com reconhecida experiência.

I - O Árbitro Geral será responsável pelo cumprimento, na íntegra, das disposições contidas neste Regulamento Geral, no Estatuto da CBTM, nas Regras e Regulamentos da ITTF nos casos em que tal se faça necessário.

II - Para todos os efeitos, o Árbitro Geral será o representante legal da CBTM, ou alguém, por ele indicado.

Art. 6º- Deverá ser designado, ainda, até três Árbitros Gerais Adjuntos, até três Árbitros Secretários, até dois Árbitros para o Controle de Raquetes, um Coordenador Técnico (Banco de dados).

Art. 7º- As funções e suas competências:

7.1 – Do Árbitro Geral

I – examinar, previamente, o local das provas, verificando mesas, redes, suportes, separadores, piso, espaços, iluminação, vestiários, etc., sugerindo as modificações que se fizerem necessárias;

II - reunir os árbitros e seus auxiliares antes do início das provas, a fim de estabelecer o padrão da arbitragem e de dirimir dúvidas porventura existentes;

III - receber das filiadas participantes, por escrito e em documento próprio timbrado, quaisquer reclamações de ordem técnica ou sobre a atuação dos árbitros ou de seus auxiliares, deliberando a respeito;

IV - encaminhar à Comissão Disciplinar, através de relatório, as faltas disciplinares ocorridas;

V - aprovar ou não os jogos realizados, por meio de rubricas nas súmulas ou através de assinatura eletrônica;

VI - superintender o andamento das competições, reportando à CBTM, imediatamente, após o término destas, sobre o aspecto técnico e disciplinar, relacionando os resultados finais dos certames em relatório padronizado, detalhando as ocorrências havidas e sugerindo medidas que possam sanar, para o futuro, as falhas porventura acontecidas;

VII - substituir árbitros ou auxiliares, em função de deficiência técnica ou problema de saúde;

VIII - resolver os casos omissos ou os que dependam de urgente solução;

IX - desclassificar das competições o atleta que agir de forma desrespeitosa com autoridades, dirigentes, atletas ou público, assim como, o participante que se conduzir de forma inconveniente durante o transcurso das provas, visando claramente irritar ou perturbar seus oponentes, enviando relato pormenorizado à Comissão Disciplinar para o devido julgamento, conforme a Legislação em vigor.

§ Único – Caso um jogo não seja realizado pelo não comparecimento do atleta (W x O), este não poderá mais ser realizado em nenhuma hipótese.

7.2 – Do Árbitro Geral Adjunto

I – Substituir o Árbitro Geral quando necessário;

II – Assisti-lo na direção da competição e na escalação dos árbitros;

III – Auxiliar no trabalho da mesa de controle, no lançamento de resultados e no trabalho dos Árbitros Secretários e do Árbitro Controlador de Raquetes.

7.3 – Do Árbitro Secretário

I – Auxiliar o Árbitro Geral e o Árbitro Adjunto na condução da competição;

II – Organizar a saída de súmulas e folhetos de informação para entrega aos árbitros de mesa;

III - Realizar o lançamento de resultados e impressão das súmulas da competição;

7.4 – Do Árbitro Controlador de Raquetes

I – Atuar na conferência das raquetes dos atletas na competição;

II – Informar ao Árbitro Geral sobre quaisquer irregularidades que envolva o Controle de Raquetes.

7.5 – Do Coordenador de Técnico (Banco de Dados)

I – Auxiliar na condução do trabalho da mesa de controle;

II – Dar suporte ao lançamento de resultados e impressão de súmulas da competição;

III – Esclarecer qualquer dúvida quanto aos cruzamentos dos grupos.

IV – Verificar se atualização do mural de resultados, durante a competição;

V – Auxiliar na confecção de documentos requeridos por pessoas participantes da competição (Certificados de Participação, Declarações, etc).

Art. 8º- As decisões do Árbitro Geral nos casos de interpretação das regras serão irrevogáveis. As decisões na área técnica só poderão sofrer alteração por instrução do Líder de Eventos ou do Comitê Executivo da CBTM.

 

 Capítulo V - DO LÍDER DE EVENTOS

Art. 9º- É da competência do Líder de Eventos:

I - examinar previamente o local das provas ou determinar alguém que o faça, verificando mesas, redes, suportes, separadores, piso, espaços, iluminação, vestiários, etc., sugerindo as modificações que se fizerem necessárias;

II - constituir as diversas Comissões Técnicas e Administrativas que funcionarão durante os eventos;

III - não permitir alterações de qualquer natureza ao presente Regulamento Geral, sob autorização de pessoa alguma;

IV - superintender o andamento do evento, reportando à CBTM, imediatamente, após o término deste, sobre o aspecto técnico e disciplinar, relacionando os resultados finais dos certames em relatório padronizado, detalhando as ocorrências havidas e sugerindo medidas que possam sanar, para o futuro, as falhas porventura acontecidas.

 

Capítulo VI - DA COMISSÃO DISCIPLINAR

Art. 10- A Comissão Disciplinar (CD) é o órgão de justiça dos certames nacionais, tendo por finalidade julgar, de acordo com o Código Brasileiro de Justiça Desportiva, as infrações disciplinares cometidas, seja por parte das entidades filiadas e dos seus atletas, administradores e técnicos, dos árbitros e dos seus auxiliares, seja por parte de pessoas físicas ou jurídicas, diretamente ou indiretamente vinculadas à CBTM ou a serviço de quaisquer filiadas.

I - A Comissão Disciplinar deverá funcionar no mesmo local (cidade) em que se realizem os eventos.

 II - A Comissão Disciplinar será constituída por cinco membros, indicados pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBTM e que não pertençam a este Tribunal.

III - As penas aplicáveis pela Comissão Disciplinar estão previstas na legislação vigente.

 Art. 11- A qualquer decisão da Comissão Disciplinar caberá recurso ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBTM.

 

Capítulo VII - DA INSCRIÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS ASSOCIADOS

Art. 12 - A CBTM notificará as entidades filiadas, através de circular inserida na internet, no link específico do evento, contendo informações sobre as datas do evento e abertura de inscrições.

Art. 13 - As condições para inscrição dos associados são:

I - preencher o formulário de inscrição, constante no website da CBTM.

§ 1º - Somente os Clubes/Federações podem realizar inscrições dos atletas nos eventos, sendo vedada a inscrição diretamente do atleta em eventos nacionais.

II - pagamento das taxas estabelecidas via boleto bancário, gerado pelo sistema CBTM WEB.

III - não poderá ser inscrita a entidade filiada ou qualquer membro da mesma que não estiverem em dia com as situações jurídica, financeira ou administrativa perante a CBTM ou entidades filiadas à CBTM.

IV - os atletas, árbitros, dirigentes e treinadores inscritos pelas filiadas, em quaisquer competições, devem estar rigorosamente em dia com o pagamento da TRA (Taxa de Registro Anual), com exceção ao vinculo como Associação Estudantil que ficará isento, permanentemente, de pagamento da TRA (somente para participação na Copa Brasil Escolar/Universitária).

V - os técnicos deverão possuir no mínimo Certificação de Curso de Técnico Nível 1 da CBTM ou ITTF e utilizarem o crachá padronizados. Os técnicos podem atuar por até três clubes/associações no evento oficial da CBTM.

§ 1- O atleta poderá competir e atuar na função de técnico/treinador dentro da mesma competição caso esteja, previamente, inscrito nas duas modalidades (atleta e técnico) e que cumpra as exigências do artigo 13, deste regulamento.

VI - A data final para inscrições será de até 21 (vinte um) dias antes da data de inicio do evento;

VII - As inscrições deverão ser efetuadas, obrigatoriamente, pelos clubes, associações estudantis e/ou federações (quando forem eventos de seleções estaduais).

VIII - Nas competições realizadas pela CBTM poderão ser usadas, tanto bolas laranja como bolas brancas, a definição será divulgada na circular do evento.

IX - é condição para o atleta participar dos jogos:

§ 1 - Estar uniformizado com short, tênis e camisa conforme definido pelo Regulamento da CBTM. Na área de jogo é proibida a utilização de qualquer peça do uniforme (agasalho, short ou camisa) na cor branca.

§ 2 – Nas competições de Clubes/Associações: Individual, Duplas e Equipes os atletas devem ter o nome na parte de trás da camisa aplicado através de silk screen ou bordado, diretamente na camisa, não podendo ter nenhum tipo de material entre a escrita e o tecido da camiseta – devendo aplica a primeira letra, do primeiro nome e último nome completo e, abaixo do nome, a sigla do estado (contendo duas letras) na parte de trás da camisa, no terço superior (exceto atletas cadeirantes que deverão ter a identificação na parte de trás do assento da cadeira). A fonte a ser utilizada deverá ser cheio ("bold") medindo o mínimo de 5 (cinco) centímetros de altura e com a largura variando de 2 (dois) a 5 (cinco) centímetros. A cor das letras deverá ser clara, caso a camisa seja de tom escuro e de cor escura caso a camisa tenha o tom claro, de forma a ficar visível para todas as pessoas presentes no ginásio, na parte frontal da camisa deverá ter o logotipo do Clube/associação o qual o atleta representa (aplicado através de silk screen ou bordado, diretamente na camisa, não podendo ter nenhum tipo de material entre a escrita e o tecido da camiseta).

§ 3 - Nas competições de Seleções Estaduais de Equipes  os atletas devem ter o nome na parte de trás da camisa, podendo ser aplicado através de silk screen, bordado, diretamente na camisa, não podendo ter nenhum tipo de material entre a escrita e o tecido da camiseta ou ainda através de tarjas afixadas por velcro - devendo aplica a primeira letra, do primeiro nome e último nome completo e, abaixo do nome, a sigla do estado (contendo duas letras) na parte de trás da camisa, no terço superior (exceto atletas cadeirantes que deverão ter a identificação na parte de trás do assento da cadeira). A fonte a ser utilizada deverá ser cheio ("bold") medindo o mínimo de 5 (cinco) centímetros de altura e com a largura variando de 2 (dois) a 5 (cinco) centímetros. A cor das letras deverá ser clara, caso a camisa seja de tom escuro e de cor escura caso a camisa tenha o tom claro, de forma a ficar visível para todas as pessoas presentes no ginásio, na parte frontal da camisa deverá ter o logotipo da Federação (aplicado através de silk screen ou bordado, diretamente na camisa, não podendo ter nenhum tipo de material entre a escrita e o tecido da camiseta) a qual o atleta representa.

 X - O técnico para participar dos eventos e atuar como tal deve comparecer uniformizado de calça de agasalho ou short e camiseta ou ainda a parte de cima do agasalho, todos identificando o clube ou associação estudantil pelo qual é filiado, não podendo ser da cor da bola que será usada no evento e ter o seu nome (primeira letra do primeiro nome e ultimo nome completo) e abaixo do nome a sigla do estado (duas letras) na parte de trás da camisa ou parte de cima do agasalho no terço superior. No caso de competições entre Federações, identificando a Federação a qual pertence. O tipo de letras deverá ser cheio ("bold") medindo o mínimo de 5 (cinco) centímetros de altura e com a largura variando de 2 (dois) a 5 (cinco) centímetros. A cor das letras deverá ser clara, caso a camisa seja de tom escuro e de cor escura caso a camisa tenha o tom claro, de forma a ficar visível para todas as pessoas presentes no ginásio.

XI – O prazo de reclamação de inscrições e reclassificação funcional é de 48h, após o encerramento do prazo de inscrições. Em até três dias úteis (noventa e seis horas) após o encerramento das inscrições será inserido no website da CBTM os GRUPOS DA COMPETIÇÃO. Não será aceito cancelamento de inscrições após a inserção dos grupos da competição. Na hipótese de alguma desconformidade entre a inscrição enviada, via internet, e a relação dos inscritos, o clube ou associação estudantil deverá entrar em contato com a CBTM no prazo máximo de 48 (quarenta e oito horas) horas após a publicação.

§ 1 – As reclamações sobre erros de inscrição ou alocação de grupos não diagnosticados dentro do prazo de reclamações não serão aceitas, em nenhuma hipótese.

XII – Noventa e seis horas (96h) após o prazo das desconformidades serão publicados os GRUPOS DA COMPETIÇÃO DEFINITIVOS e a PROGRAMAÇÃO DE JOGOS, isto é, a tabela e os horários.

 Artigo 14 - A CBTM será responsável pela convocação do Quadro de Arbitragem para atuar nos eventos. Os árbitros deverão ter certificado de arbitragem de curso aprovado pela CBTM ou filiada. Juntamente com a circular do evento deverá sair uma lista com o nome dos árbitros convidados a participarem do evento, os quais devem confirmar a sua presença de participação no evento obedecendo à forma e obrigações dos demais associados participantes do evento.

Artigo 15 - A CBTM após 15 dias da realização de um evento devolverá à Federação local e esta, através de recibo a ser assinado pelo atleta e encaminhado à CBTM, os recursos despendidos pelo atleta (inscrição) que se inscreveram em uma ou mais categorias e que por falta de competidores e de acordo com o Regulamento de Competições da CBTM, esta não pode realizar a competição na categoria em que esse atleta se inscreveu.

Artigo 16 – Conforme o item Xl do artigo 13, o prazo máximo de cancelamento do inscrito é de 96 horas, após o encerramento das inscrições. Após este prazo, somente serão permitidos os seguintes motivos de cancelamento ainda passiveis de aceitação pela coordenação de eventos:

 I - Da ocorrência de lesões:

Diante de qualquer ocorrência de lesão do atleta participante do evento, a CBTM deverá ser comunicada, imediatamente, mediante envio de laudos e licença médica através do e-mail: eventos@cbtm.org.br e andre@cbtm.org.br;

II - Motivos de força maior

Diante de qualquer fato de força maior (falecimento, fenômenos da natureza, etc.), o mesmo deverá ser comunicado à CBTM sendo analisado pela coordenação de eventos, podendo a mesma solicitar a comprovação deste fato;

Quaisquer casos não descritos, anteriormente, serão avaliados pela liderança de eventos podendo ser deferidos ou não.

 Art. 17 – Os associados participantes deverão observar os seguintes limites de idade para todos os eventos da CBTM

I - CATEGORIA / FAIXA ETÁRIA

Pré-mirim - até 11 anos (2004 a ...).

Mirim - 12 e 13 anos (2002 a 2003).

Infantil - 14 e 15 anos (2001 a 2000).

Juvenil - 16 a 18 anos (1999 a 1997).

Juventude - 19 a 21 anos (1996 a 1994).

Absoluto A - Nascidos entre 1986 e 1993 que estejam alocados nos Rating A, B e C.

Absoluto B - Nascidos entre 1986 e 1993 que estejam alocados nos Rating D, E, F e G.

Absoluto C - Nascidos entre 1986 e 1993 que estejam alocados nos Rating H, I, J, L, M, N, e O.

Sênior/Lady - 30 a 39 anos ( 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984 e 1985).

Veterano - 40 (1966, 1967, 1968, 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1974 e 1975).

Veterano – 50 ( 1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964 e 1965).

Veterano – 60 ( 1946, 1947, 1948, 1949, 1950, 1951, 1952, 1953, 1954 e 1955).

Veterano - 70+ (... a 1945).

II - A data limite para mudança de categoria relativa à faixa etária será no dia 31 de dezembro de cada ano.

Observação: os atletas estrangeiros poderão participar apenas dos eventos de Rating. 

 CATEGORIA

IDADE

NASCIDOS

RATING

Pré-Mirim

Até 11 anos

Até 2004

Todos

Mirim

12 e 13 anos

2003 a 2002

Todos

Infantil

14 e 15 anos

2001 a 2000

Todos

Juvenil

16 a 18 anos

1999 a 1997

Todos

Juventude

19 a 21 anos

1996 a 1994

Todos

Absoluto A*

22 a 29 anos

1993 a 1986

A, B e C

Absoluto B*

22 a 29 anos

1993 a 1986

D, E, F e G

Absoluto C*

22 a 29 anos

1993 a 1986

H, I, J, L, M, N, e O

Sênior / Lady

30 a 39 anos

1985 a 1976

Todos

Veterano 40

40 a 49 anos

1975 a 1966

Todos

Veterano 50

50 a 59 anos

1965 a 1956

Todos

Veterano 60

60 a 69 anos

1955 a 1946

Todos

Veterano 70+

Mais de 70 anos

Até 1945

Todos

 

 

 

Capítulo VIII - DA SEQUÊNCIA DAS PROVAS E PROGRAMAÇÃO DE EVENTOS:

Artigo 18 - As provas que integram os eventos oficiais nacionais deverão ser desenvolvidas, sempre que tal seja viável, dentro da ordem que se segue:

I - Programação do Circuito Ouro (Copa Brasil)

a.    Evento com Copa Latina

1º Dia de Evento (quarta-feira): Rating / Premiação;

2º Dia de Evento (quinta-feira): Ranking;

3º Dia de Evento (sexta-feira): Ranking / Classes Paralímpicas / Abertura Oficial do Evento / Premiação / Copo Latina;

4º Dia de Evento (sábado): Ranking / Copa Latina / Premiação;

5º Dia de Evento (domingo): Ranking / Premiação

b.    Evento sem Copa Latina

1º Dia de Evento (quinta-feira): Rating / Premiação;

2º Dia de Evento (sexta-feira): Ranking / Classes Paralímpicas / Abertura Oficial do evento / Premiação;

3º Dia de Evento (sábado): Ranking / Classes Paralímpicas / Premiação;

4º Dia de Evento (domingo): Ranking / Premiação.

 

II - Programação do Campeonato Brasileiro de Inverno (Duplas/Ranking)

a.    Evento com Copa Latina

1º Dia de Evento (quarta-feira): Duplas de Clubes / Premiação;

     2º Dia de Evento (quinta-feira): Duplas de Clubes / Premiação / Classes Paralímpicas /Ranking;

3º Dia de Evento (sexta-feira): Ranking / Classes Paralímpicas / Abertura Oficial do Evento / Premiação / Copa Latina;

4º Dia de Evento (sábado): Ranking / Copa Latina / Premiação;

5º Dia de Evento (domingo): Ranking / Premiação.

 

b.    Evento com Copa Latina

1º Dia de Evento (quarta-feira): Duplas de Clubes / Premiação;

      2º Dia de Evento (quinta-feira): Duplas de Clubes / Premiação / Ranking;

3º Dia de Evento (sexta-feira): Ranking / Classes Paralímpicas / Abertura Oficial do Evento / Premiação;

4º Dia de Evento (sábado): Ranking / Classes Paralímpicas /Premiação;

5º Dia de Evento (domingo): Ranking / Premiação.

 

III - Programação do Campeonato Brasileiro de Verão (Equipes/Ranking)

a.    Com Copa Latina

1º Dia de Evento (quarta-feira): Equipes de Clubes;

     2º Dia de Evento (quinta-feira): Equipes de Clubes / Equipes de Seleção Estadual / Premiação;

3º Dia de Evento (sexta-feira): Ranking / Classes Paralímpicas / Abertura Oficial do Evento / Premiação / Copa Latina;

4º Dia de Evento (sábado): Ranking / Classes Paralímpicas / Copa Latina / Premiação;

5º Dia de Evento (domingo): Ranking / Premiação.

b.    Sem Copa Latina

1º Dia de Evento (quarta-feira): Equipes de Clubes;

 2º Dia de Evento (quinta-feira): Equipes de Clubes / Equipes de Seleção Estadual / Premiação;

3º Dia de Evento (sexta-feira): Ranking / Classes Paralímpicas / Abertura Oficial do Evento / Premiação;

4º Dia de Evento (sábado): Ranking / Classes Paralímpicas / Premiação;

5º Dia de Evento (domingo): Ranking / Premiação.

Observação:

#1 – A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa poderá alterar a programação dos eventos acima, informando em tempo hábil através de Nota Oficial, as mudanças que porventura venham a ocorrer.

#2 – A Programação com os horários, de início é término das competições, serão publicados na Circular de Abertura Oficial do Evento, publicada no link do evento.

 

Capítulo IX - DAS COMPETIÇÕES POR EQUIPES

Art. 19 - É condição obrigatória para a realização de qualquer uma das provas que integram os eventos brasileiros que existam, no mínimo (05) cinco equipes de instituições (Clube ou Federação) diferentes.

Art. 20 - As provas por equipes serão realizadas em duas etapas distintas, denominadas de Competição por Equipes de Seleções Estaduais e Competição por Equipes de Clubes pelo Campeonato Brasileiro de Clubes.

I - será disputado sempre em Eliminatória Simples no sistema "Marcel Corbillon" como segue:

A x X, B x Y, Dupla x Dupla, A x Y, B x X

 # Critérios de desempate

 § - Os empates porventura ocorridos entre três ou mais equipes em quaisquer colocações na primeira etapa serão decididos pela apuração dos resultados obtidos somente entre as representações empatadas, utilizando-se, para tanto, a seguinte fórmula:

              Partidas pró

-------------------------------------

 Partidas pró + partidas contra

 § - Perdurando o empate, usar-se-á o mesmo critério em relação aos "sets" e depois pontos, nesta ordem;

 § - Caso mantenha-se o empate após o uso fórmula e dos critérios mencionados acima, o desempate será por sorteio.

§ - Se os empates registrarem-se apenas entre duas representações nos grupos desta fase, em quaisquer colocações, a decisão dar-se-á com base no resultado do confronto direto entre as referidas representações;

 § - Idêntica sistemática será adotada no critério de desempate para as competições individuais, conforme o presente texto do Artigo 20, substituindo-se os termos equipe pela palavra atleta. O esquema de desempate acima descrito é válido para todas as competições da CBTM constantes deste Regulamento Geral.

§ - No caso de vitória por WxO, este jogo não será creditado no rating dos atletas envolvidos de ambas equipes, tendo em vista a impossibilidade de definirmos as escalações das mesmas (A x X, B x Y, A x Y, B x X) e com isto definirmos os vencedores de: A x X, B x Y, A x Y, B x X.

II - este evento será destinado aos clubes registrados nas filiadas e será realizado nas categorias pré-mirim, mirim, infantil, juvenil, juventude, absoluto (A-B-C), veteranos 40, veteranos 50, veteranos 60 e veterano 70+, masculino e feminino, sênior e lady.

 

Capítulo X - CAMPEONATO BRASILEIRO EQUIPES DE SELEÇÕES ESTADUAIS e CLUBES

Art. 20 - O Campeonato Brasileiro de Clubes e o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais OLÍMPICAS e PARALÍMPICAS acontecerão no segundo semestre.

§ - Tanto na competição olímpica como na paralímpica deverão ter no mínimo de 5 (cinco) equipes inscritas para que uma categoria seja realizada.

 Art. 21 - O emparceiramento será feito baseado na melhor média de pontos, obtida da soma dos pontos de todos os atletas da equipe, dividido pelo número de atletas desta equipe. Os pontos referidos são os pontos do Rating da CBTM. Caso ocorra empate, o critério de desempate será a equipe que tiver o atleta com a maior pontuação no Rating, caso persista o empate será a pontuação do segundo atleta, assim por diante, persistindo ainda o empate será adotado o seguinte critério: a equipe que tiver o atleta mais velho.

§ - A equipe poderá ser formada por no mínimo dois e no máximo de quatro atletas.

§ - Caso a equipe seja composta de atletas de categorias diferentes, valerá para efeito de alocação na categoria a idade do atleta mais velho. (ex: Um juvenil e um mirim jogam a categoria juvenil)

§ - Na Categoria Absoluto (A, B e C) a equipe deverá jogar, obrigatoriamente, na categoria relativa ao melhor Rating  entre os atletas, independente, da média de pontos da equipe.

 Art. 22 - Em competições envolvendo Federação/Clube cada Federação/Clube poderá inscrever apenas uma Equipe em cada categoria.

§ - Nas competições de Equipes de Seleções Estaduais somente poderão participar atletas de nacionalidade brasileira.

§ - Caso haja junção de categorias ou classes, NÃO serão permitidas equipes de mesmo clube/federação.

 Art. 23 - Um atleta não poderá competir na competição de Equipes em mais de uma equipe;

 

Capítulo XI - DAS COMPETIÇÕES DE DUPLAS OLÍMPICAS E PARALÍMPICAS

Art. 24 - O Campeonato Brasileiro de Duplas de Clubes e de seleções Estaduais (OLÍMPICOS e PARALÍMPICOS) acontecerá no primeiro semestre. As regras abaixo descriminadas valem para o evento olímpico e paralímpico.

§ - Tanto na competição olímpica como na paralímpica deverão ter o mínimo de cinco duplas inscritas para que a categoria seja realizada.

 Art. 25 - O  emparceiramento  será   feito  baseado  na  melhor  média  de  pontos,  obtida  da  soma  dos pontos dos atletas da dupla. Os pontos referidos são os pontos do rating da CBTM. Quando houver empate será  considerado  o  Rating  mais  alto  entre  os  atletas  das  equipes.  Caso  ocorra  empate, o critério de desempate será a dupla que tiver o atleta com a maior pontuação no Rating, caso persista o empate será a pontuação do segundo atleta, persistindo  ainda  o  empate  será  adotado o seguinte critério: a equipe que tiver o atleta mais velho.

§ - Caso a dupla seja composta de atletas de categorias (ou classes) diferentes, valerá para efeito  de alocação na categoria (ou classe) a idade maior (ou classe maior) do atleta. (ex: Um juvenil e um mirim jogam a categoria juvenil - Um atleta Classe 3 e um atleta classe 5 jogam a Classe 5)

§ - Na Categoria Absoluto (A,B e C) a dupla deverá jogar obrigatoriamente na categoria relativa ao melhor Rating entre os atletas, independente da

média de pontos da dupla.

 Art. 26 – Nas competições Olímpicas e Paralímpicas de Duplas por Clubes, cada entidade poderá  inscrever apenas uma dupla em cada categoria ou classe.

§ - Caso haja junção de categorias ou classes, NÃO serão permitidas duplas de mesmo Clube/Federação. Ocorrendo a junção caso um Clube/Federação fique com mais de uma dupla o mesmo (a) deverá optar por uma dupla, caso não se manifeste será eliminado a dupla que subiu ou desceu.

§ - Nas competições de duplas somente poderão participar atletas de nacionalidade brasileira.

 Art. 27 - Um atleta NÃO poderá participar de mais de uma dupla.

 

Capítulo XII - DAS COMPETIÇÕES INDIVIDUAIS

Art. 28- Copa Brasil Série Ouro

# 1 - Cada uma das Copas abrangerá uma série de provas individuais, observando as disposições que se seguem:

I - os atletas serão alocados em cada categoria conforme os pontos que tiverem obtido (Rating), conforme a data de nascimento (Ranking) e conforme classificação funcional motora ou intelectual (Classe), não cabendo recursos quanto a estas alocações. A CBTM reserva-se o direito de remanejar qualquer atleta de categoria, desde que seja constatada alguma anomalia.

Ex: Atleta alocado na categoria inferior por incompatibilidade de sua data de nascimento, conforme descrito no Artigo 17, parágrafo l.

Caso o erro não seja detectado dentro do prazo de reclamações, o atleta será desclassificado da competição.

II - A CBTM atualizará o do Rating, mensalmente, sempre no primeiro dia útil do mês, desde que não esteja este no meio de competições nacionais, valendo neste caso o primeiro dia útil após o término da competição.

III - A CBTM divulgará a lista do Ranking e da Classe e de Deficiência Intelectual noventa e seis horas após o término da competição.

 

  1 - SISTEMA DE COMPETIÇÃO

1.1- Caso não ocorra à inscrição de um mínimo de três atletas em uma determinada categoria ou classe ou de deficiência intelectual, esta não será realizada. Nos eventos olímpicos e paraolímpicos a categoria com três atletas será organizada em grupo único e a partir de 4 atletas em diante, o mínimo de dois grupos.

1.2- A CBTM poderá promover o acesso ou descenso de atletas das categorias ou ratings ou classes ou de deficiência intelectual, em conformidade com sua classificação funcional, conforme necessidade do evento, ou seja, poderá remanejar atletas para categorias, ratings ou classes diferentes de seus originais.

# 1 - Na fase semifinal os perdedores serão considerados, ambos, como 3o classificados.

# 2 - As posições de 5o lugar serão ocupadas pelos perdedores das quartas-de-final. As posições de 9o lugar serão ocupadas pelos perdedores das oitavas-de-final.

1.3 - A pontuação usada como base da programação dos jogos será a do mês equivalente à data final para a realização dos GRUPOS DA COMPETIÇÃO, para o Ranking, Rating, Classes e de Deficência Intelectual.

# 3.1 - O atleta será eliminado da competição de Ranking:

a) Fase de Grupo: a partir do segundo WxO;

b) Fase Eliminatória:a partir do primeiro WxO.

# 3.2 - O atleta será eliminado da competição de Rating a partir do primeiro WxO, caso o primerio WxO seja seu primeiro jogo, não terá direito a premiação.

# 4 - Os confrontos serão disputados em melhor de sets ímpares de 11 pontos, conforme o número de inscritos e será informado na circular do evento.

#5 - Um atleta poderá em um mesmo evento Copa Brasil série OURO, participar de:

 § 1 - 01 Ranking + Ranking Escolar/Universitário

§ 2 - 01 Rating + Ranking Escolar/Universitário

§ 3 - 01 Ranking e 01 Rating + Ranking Escolar/Universitário

§ 4 - 02 Rankings (somente atletas das categorias Pré-Mirim, Mirim, Infantil e Juvenil) e 01 Rating + Ranking Escolar/Universitário.

§ 5 - 01 Classe ou de Deficiência Intelectual

§ 6 - 01 Classe ou de Deficiência Intelectual e 01 Rating

§ 7 - 01 Classe ou de Deficiência Intelectual, 1 Ranking e 01 Rating

§ 8 - 01 Classe ou de Deficiência Intelectual, 1 Ranking, Ranking Especial e 01 Rating

§ 9 - Ranking Escolar/Universitário

 

2 - COMPETIÇÃO POR FAIXA ETÁRIA – RANKING

# 1 - RANKING por categoria de Faixa Etária:

# 1.1 - Pré-mirim, mirim, infantil, juvenil, juventude, absoluto (A, B ou C), sênior/lady, veteranos 40, veteranos 50, veteranos 60 e veteranos 70+.

As categorias Pré-Mirim, Mirim, Infantil e Juvenil são categorias autorizadas a disputar a sua categoria de origem e a categoria, imediatamente, acima. O objetivo é dar aos atletas destas categorias a oportunidade de disputar com atletas de uma categoria acima da que por idade teriam direito a se inscrever, visando um intercâmbio maior entre os atletas, seguindo a orientação do Consultor de Seleções Olímpicas.

Quando não houver a categoria referente à inscrição, desde que possível, os inscritos serão alocados na categoria, imediatamente, superior (para as categorias Pré-mirim, Mirim, Infantil, Juvenil e Juventude) ou anterior (para as categorias Sênior/Lady, veteranos 40, veteranos 50, veteranos 60 e veteranos 70+). Os atletas das categorias, Absoluto A, Absoluto B, Absoluto C somente poderão jogar nas suas respectivas categorias.

Quando um ou dois atletas forem alocados numa categoria acima (pré-mirim ao juventude) ou abaixo (veterano 60 até sênior) por motivo alheio à sua vontade (quando não houver a categoria referente à inscrição), ele ganhará os pontos no Ranking Nacional obedecendo o seguinte critério:

1º Caso - apenas um atleta inscrito, a pontuação será a máxima prevista para aquela competição.

2º Caso - dois atletas inscritos serão considerados à classificação final na categoria a qual foram alocados em caso de empate os dois ganham a pontuação máxima.

# 2 - Na composição das chaves e/ou grupos na competição de Ranking, observar-se-á a colocação dos atletas conforme sua posição no ranking em primeiro lugar e no caso de empate a posição no rating. No caso do primeiro Campeonato do ano observar-se-á, unicamente, a colocação dos atletas conforme sua posição no Rating.

 

# 3 – Será seguido como padrão o sistema COBRA para alocação dos atletas nos grupos da competição, podendo haver modificações em casos específicos, como por exemplo, em que atletas de mesmo clube estejam no mesmo grupo, sendo assim remanejados sempre dentro do possível, fins de evitar confrontramento de atletas de mesmo clube já na fase inicial da competição, assim como inverter ordem de alocação dos atletas quando temos três atletas por grupo.

Exceção: Fica definido que, quando tivermos cinco atletas a distribuição nos grupos não obedecerá ao sistema cobra e sim o emparceiramento a seguir: 

Grupo 1:  atleta 1 e  2  - o primeiro e o segundo atleta com melhor classificação,  independente do clube;

Grupo 2: atletas 3, 4  e o 5 – O terceiro, o quarto e o quinto atleta com melhor classificação, independente do clube.

# 4 - A pontuação computada para critérios de convocação para a Seleção do país da categoria Adulto será a pontuação referente à competição do Ranking Absoluto A, estabelecendo, desta forma, que somente atletas de nacionalidade brasileira possam compor a Seleção do país na categoria Adulto.

# 5 - Os 04 atletas melhores classificados em cada categoria de faixa etária (exceto a de adultos), terão direito à seguinte pontuação relativa ao Ranking Nacional:

COLOCAÇÃO

PONTUAÇÃO

130

80

3º (2)

50

 

 

3 - CLASSE – COMPETIÇÃO POR CLASSES E DE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

I - CLASSE – competição por categorias de dificuldade motora no masculino e feminino:

§ 1 - Cadeirantes: Classe 1, Classe 2, Classe 3, Classe 4 e Classe 5

§ 2 - Andantes: Classe 6, Classe 7, Classe 8, Classe 9 e Classe 10

§ 3 - Deficientes Intelectuais: Classe 11

 

II - Quando não houver a classe referente à inscrição, desde que possível, os inscritos serão alocados, preferencialmente, na seguinte ordem:

§ 1 - Cadeirantes: Classe 1 a 3; Classe 4 e 5

§ 2 - Andantes: Classe 6 e 7; Classe 8 a 10

 

 III - A junção de classe será feita agrupando um ou dois atletas de uma classe mais baixa para a classe logo acima, desde que possível. Na Classe 4 e 5 só será feita se não houver o número suficiente de atletas da classe 4, o mesmo valendo para a Classe 10 que só terá a junção se não houver o número suficiente nas classes 8 e 9. Na competição de deficiência intelectual não existe junção sendo divididos nos gêneros masculinos e feminino.

§1 – Caso o atleta de uma classe inferior tenha um resultado final melhor que um atleta de classe superior, o atleta de classe superior terá sua colocação real para questão de ranking nacional.

Exemplo 1: Junção classes 4-5

1º colocado – atleta classe 05 – 130 pontos

2º colocado – atleta classe 04 – 80 pontos

3º colocado – atleta classe 05 – 50 pontos (e não 80 pontos, como 2º melhor classe 05)

3º colocado – atleta classe 04 – 50 pontos

Exemplo 02: Junção classes 06-08

1º colocado – atleta classe 07 – 130 pontos

2º colocado – atleta classe 08 – 80 pontos

3º colocado – atleta classe 06 – 130 pontos (melhor atleta da classe, e todos os atletas que ficaram acima são de classes superiores)

3º colocado – atleta classe 08 – 50 pontos

Exemplo 03: Junção classes 09-10

1º colocado: classe 10 – 130 pontos

2º colocado: classe 09 – 130 pontos

3º colocado: classe 10 – 50 pontos

 IV - Na composição dos grupos na competição por classes, observar-se-á a colocação dos atletas conforme sua posição no ranking.

V - Os 4 atletas melhores classificados em cada classe terão direito a seguinte pontuação relativa ao Ranking Nacional:

COLOCAÇÃO

PONTUAÇÃO

130

80

3º (2)

50

 

 

 4 - CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL

I - A classificação funcional dos atletas para a alocação das classes deverá ser realizada no momento da inscrição do atleta no site da CBTM, por um classificador oficial, que avaliará a dificuldade motora do atleta conforme Regulamento Geral da ITTF – PTT Division e a enviará para a CBTM a fim de aprovar a referida inscrição. O atleta não poderá participar das competições do certame sem a classificação aprovada e enviada para a CBTM.

§ 1 - O atleta classificado nacionalmente poderá a qualquer tempo ser reclassificado desde que assim o classificador entenda tal necessidade ou que seja solicitada a reclassificação do atleta por um técnico devidamente inscrito no site da CBTM.

§ 2 - A classificação de atletas com deficiência intelectual foi criada a partir da parceria entre a INAS-FID (Federação Internacional para Atletas com Deficiência Intelectual) e a ITTF-PTT. O Primeiro e o Segundo estágio é basicamente clínico onde o atleta é avaliado quanto às evidencias primárias que apontam as alterações intelectuais do atleta como o QI e Adaptações Comportamentais, bem como, a Inteligência aplicada ao esporte. Para estes dois primeiros estágios a INAS-FID padronizou os testes utilizados. O Terceiro e Quarto estágio correspondem respectivamente à Classificação Especifica para o Esporte e a observação em jogo, sendo estes dois últimos estágios um processo semelhante à Classificação Funcional. Neste sistema de classificação o atleta é considerado ELEGÍVEL ou NÃO ELEGÍVEL, tendo assim, apenas uma classe para deficientes intelectuais no masculino e uma no feminino e tais procedimentos de classificação serão divulgados em Notas Oficiais da CBTM.

 

5 - COMPETIÇÃO ESCOLAR/UNIVERSITÁRIA

# I - Escolar - Pré-mirim, mirim, infantil, juvenil e juventude;

# 1.1 – Universitário – Absoluto.

Quando não houver a categoria referente à inscrição, desde que possível, os inscritos serão alocados na categoria, imediatamente, superior (para as categorias Pré-mirim, Mirim, Infantil, Juvenil e Juventude)

# 2 - Na composição das chaves dos grupos na competição de Rankings, observar-se-á a colocação dos atletas conforme sua posição no ranking em primeiro lugar e no caso de empate a posição no rating. No caso do Campeonato observar-se-á a colocação dos atletas conforme sua posição no Rating.

# 3 - Os 4 atletas melhores classificados em cada categoria de faixa etária (exceto a de Adultos), terão direito à seguinte pontuação relativa ao ranking:

  COLOCAÇÃO

PONTUAÇÃO

130

80

3º (2)

50

 

 

6 - COMPETIÇÃO POR NÍVEL TÉCNICO – RATING

6.1 – RATING – por categoria de nível técnico. Segue abaixo as Categorias Masculinas e Femininas.

6.1.1 - RATING MASCULINO

RATING

PONTOS

RATING

PONTOS

A

a partir de 1.801

H

a partir de 701

B

a partir de 1.451

I

a partir de 601

C

a partir de 1.251

J

a partir de 551

D

a partir de 1.101

L

a partir de 451

E

a partir de 1.001

M

a partir de 351

F

a partir de 901

N

a partir de 251

G

a partir de 801

O

Até 250

 

   

6.1.2 -  RATING FEMININO

RATING

PONTOS

RATING

PONTOS

A

a partir de 1.301

F

a partir de 551

B

a partir de 1.001

G

a partir de 451

C

a partir de 801

H

a partir de 351

D

a partir de 701

I

a partir de 251

E

a partir de 601

J

Até 250

 
* A CBTM, se reserva o direito de a qualquer momento revisar e redifinir a faixa de pontos.

De acordo com o volume de atletas envolvidos, a tabela de pontos do rating, acima descrita, poderá sofrer modificações, a fim de que as competições fiquem mais equilibradas, tecnicamente. Somente a categoria Rating poderá incluir competidores de outras nacionalidades mediante aprovação da liderança de eventos após avaliar o nível técnico do atleta. O evento de Rating Paraolímpico e de Deficiência Intelectual será criado no mesmo molde do Rating Olímpico assim que o CBTM WEB estiver implantado este módulo de competição.Para manter atualizado e garantir o nível técnico das competições de Rating, caso o atleta não participe de nenhum evento válido para o Ranking CBTM em uma temporada completa, o mesmo terá um decréscimo de 10% de sua pontuação de Rating atual.

 TABELA DE PESO DOS EVENTOS

 TABELA DE PESO POR EVENTO PARA 2015

Evento

Peso no Ranking Nacional

Peso do Rating

Campeonato Brasileiro DUPLAS E INDIVIDUAL*

6

6

Campeonato Brasileiro EQUIPES E INDIVIDUAL*

8

8

Copa Brasil Serie Ouro

4

4

Copa Brasil Serie Prata

0

2

Seletivas e Top 12

0

3

Eventos Interestaduais**

2

2

Copa Brasil Escolar/Universitário

0

1

Eventos Estaduais***

1

1

 

 

*Somente as competições INDIVIDUAIS valerão pontos para o Ranking Nacional.

**Um por estado aprovado pelo Comitê Executivo da CBTM conforme Nota Oficial nº 269/2013, desde que observado o prazo da Nota Oficial nº 243/14.

*** Dois por estado valendo pontos para o Ranking Nacional, um por semestre, conforme Nota Oficial nº 270/2013, desde que observado o prazo da Nota Oficial nº 243/14.

§ - O Campeonato Brasileiro de Equipes e Duplas não valerá pontos para o Ranking Nacional. Somente os jogos individuais das competições por equipes valerão para o Rating Nacional. 

CIRCUITO COPA BRASIL SÉRIE OURO

 # 1 - No Circuito Copa Brasil Série Ouro, as entidades filiadas comporão duas Zonas Regionais distintas e assim conhecidas:

  1 - Zona Regional SUL-SUDESTE : Federação Gaúcha de Tênis de Mesa, Federação Catarinense de Tênis de Mesa, Federação de Tênis de Mesa do Paraná, Federação Paulista de Tênis de Mesa, Federação de Tênis de Mesa do Estado do Rio de Janeiro Federação Espiritosantense de Tênis de Mesa e Federação Mineira de Tênis de Mesa.

 2 - Zona Regional CENTRO-NORTE- NORDESTE: Federação de Tênis de Mesa do Pará, Federação Amapaense de Tênis de Mesa, Federação de Tênis de Mesa do Amazonas, Federação Goiana de Tênis de Mesa, Federação de Tênis de Mesa do Distrito Federal, Federação de Tênis de Mesa de Mato Grosso do Sul, Federação Mato-grossense de Tênis de Mesa; Federação Baiana de Tênis de Mesa, Federação Sergipana de Tênis de Mesa, Federação Alagoana de Tênis de Mesa, Federação Pernambucana de Tênis de Mesa, Federação Paraibana de Tênis de Mesa, Federação de Tênis de Mesa do Piauí, Federação Potiguar de Tênis de Mesa e Federação Cearense de Tênis de Mesa.

 

Capítulo XII -DA OUTORGA DE PRÊMIOS DA SÉRIE OURO

Artigo 25- Os prêmios concedidos às entidades filiadas, bem como, aos técnicos e atletas, serão da inteira responsabilidade das entidades promotoras dos certames nacionais.

 # 1 - Será de responsabilidade da CBTM a aquisição dos medalhões destinados aos técnicos e atletas.

 # 2 - A destinação dos prêmios, cuja posse é definitiva, deverá obedecer ao disposto abaixo:

1 - Copas Brasil/Campeonatos Brasileiros/Campeonato Brasileiro de Clubes e Seleções

 Provas por Equipes

Provas Individuais/Duplas

1º lugar

1º lugar

Troféu para a Federação ou Clube

Medalhões de ouro para atletas

Medalhões de ouro para atletas

 

 

 

2º lugar

2º lugar

Troféu para a Federação ou Clube

Medalhões de prata para atletas

Medalhões de prata para atletas

 

 

 

3º lugares

3º lugares

Troféu para a Federação ou Clube

Medalhões de bronze para atletas

 Medalhões de bronze para atletas

 

 

 

 # 3 - O Troféu Eficiência de cada Copa Brasil (Ouro, Paraolímpica e Escolar/Universitária) será calculado em função das colocações conquistadas pelos atletas dos clubes participantes, sendo considerada como vencedora a entidade que obtiver o maior número de pontos. Havendo empate em qualquer posição, esse será dirimido pelo maior número de primeiras colocações obtidas nas categorias disputadas, persistindo o empate será considerado o maior número de segundas colocações.

  COLOCAÇÃO

PONTOS

 

130

 

80

 

3º (2)

50

 

 

 

  # 4 - O Troféu Eficiência Geral por Clubes (Melhores do Ano) será calculado ao findar do Campeonato Brasileiro de EQUIPES E INDIVIDUAL em função das colocações conquistadas pelos atletas dos clubes participantes nos eventos válidos para o Ranking Nacional - Copa Brasil Série Ouro e Campeonatos Brasileiros INDIVIDUAIS - sendo considerada como vencedora a entidade que obtiver o maior número de pontos. Havendo empate em qualquer posição, esse será dirimido pelo maior número de primeiras colocações obtidas nas categorias disputadas, persistindo o empate será considerado o maior número de segundas colocações e a pontuação será aferida levando - se em conta os resultados em cada competição com pontuação abaixo:

  COLOCAÇÃO

PONTOS

130

80

3º (2)

50

 # 5 - O Troféu Eficiência Geral por atletas (Melhores do Ano) será calculado ao final do Campeonato Brasileiro de EQUIPES E DUPLAS em função das colocações conquistadas nos eventos válidos para o Ranking Nacional - Copa Brasil Série Ouro e Campeonato Brasileiro INDIVIDUAL, Eventos Interestaduais autorizados pela CBTM e Estaduais (dois por ano, um por semestre sendo no segundo semestre antes do Campeonato Brasileiro) sendo considerada como vencedora a entidade que obtiver o maior número de pontos.

§ 1 – O Campeonato Brasileiro de Duplas e Equipes não contatá pontos para o Troféu Eficiência Geral por atletas.

Havendo empate em qualquer posição, este será dirimido pelo maior número de primeiras colocações obtidas nas categorias disputadas, persistindo o empate será considerado o maior número de segundas colocações e a pontuação será aferida levando - se em conta os resultados em cada competição com pontuação abaixo:

  COLOCAÇÃO

PONTOS

130

80

3º (2)

50

 

1 - CIRCUITO COPA BRASIL SÉRIE PRATA

 # 1 - Os eventos da Série Prata serão realizados, preferencialmente, num só dia, devendo ser sábado ou domingo.

 # 2 - Não será admitida em nenhuma hipótese a participação de atletas em mais de uma categoria na Série Prata.

 # 3 - Será de responsabilidade do Organizador Local a aquisição das medalhas destinadas aos técnicos e atletas.

 

2 - COPA LATINA DE TÊNIS DE MESA

Competição Individual com 16 jogadores, distribuídos a partir do  ranking ITTF, no sistema eliminatório simples. As partidas serão disputadas em melhor de 5 ou 7 sets.

            A organização reserva o direito de incluir entre os inscritos atletas brasileiros caso o número de vagas de convidados pelo ranking ITTF não seja completado.  

Prêmio:

 O prêmio será de R$ 14.000,00 assim dividido:

1º Lugar - R$ 6.000,00

2º Lugar - R$ 4.000,00

3º Lugares (2) - R$ 2.000,00

O valor do prêmio é em moeda nacional, conforme a legislação brasileira. Será descontado do valor os 15% relativos a descontos com o Imposto de Renda.

                   Passagem aérea, transporte interno, hospedagem e alimentação: Por conta da organização do evento.

 

Capítulo XIII - DA HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO NOS EVENTOS

Artigo 26- Tendo em vista inúmeras tentativas infrutíferas de organização de pacotes para hospedagem, alimentação e transporte interno, a CBTM deixa claro que não fará indicação de hotel para os atletas Olímpicos ou Paraolímpicos ou de Deficiência Intelectual, assim como, locais de alimentação, meios de transporte interno e transfers do aeroporto/rodoviária para hotel/ginásio de jogos nos municípios sedes de eventos. Em situações especiais e sempre quando os valores e qualidade dos mesmos forem adequados à nossa realidade, a CBTM poderá fazer tais indicações e isto fará parte da circular de informações da competição em tela. Enfatizamos que nosso principal compromisso é proporcionar aos atletas as melhores condições de jogo possível, sendo que a parte de hospitalidade e transporte é obrigação dos clubes aos quais os atletas e treinadores são vinculados.

Fica claro, desde já, que ao efetuar as inscrições no evento em tela, o atleta ou treinador tem ciência do fato acima e assume total e irrestrita responsabilidade para arranjar os meios adequados de hospedagem, alimentação e transporte interno.

                                         

 

Capítulo XIV - DA DISCIPLINA EM GERAL

Artigo 27- A postura de dirigentes e atletas, mesmo em situações adversas, deverá concorrer de forma permanente para o brilho das competições e para a manutenção do bom nome do Tênis de Mesa.

# - 1 Será Considerado como falta disciplinar e passível de punição, o atleta que apresentar para competir, seja por equipe, dupla ou individual sem que esteja usando o uniforme oficial da entidade a qual representa. O atleta que se apresentar para competir em eventos individuais sem o uniforme conforme o Regulamento para competir será eliminado, automaticamente.

# - 2 A ausência do atleta no podium de premiação, ou presente, porém sem uniforme implicará na perda dos pontos do atleta ou entidade adquirida no evento em questão, seja categoria Ranking ou Rating, além de uma multa no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais). O atleta não deverá portar ou carregar mochilas, bolsas ou qualquer invólucro no momento da premiação. Não serão aceitos representantes nas cerimônias de premiação. As autoridades convidadas para fazer a premiação deverão estar vestidas com trajes Social e/ou Esporte Fino.

# - 3 Na falta injustificada de um atleta, dupla ou equipe para jogar em duas partidas (WxO), os mesmos deverão ser punidos com a desclassificação da Competição e seus resultados anteriores tornar-se-ão nulos.

# - 4 A desqualificação de um atleta nos eventos da CBTM será possível em quatro casos:

1- WxO por não comparecimento.

2- Mau comportamento.

3- Problemas com o Anti-dopping - negar-se a fazer o exame, fraudes,

4- Troca de raquete visando ludibriar o controle de Raquetes.

Nos casos 1, 2 e 4 a desqualificação é de competência direta do Árbitro Geral. No caso 3 é de competência do Controle de antidoping que passará então a informação ao Árbitro Geral e este fará a desqualificação.

5- Cada Clube deverá enviar um representante (atleta/técnico/dirigente) no desfile da Abertura Oficial do Evento, caso não envie o clube poderá ser multado no valor mínimo de R$ 2.000,00 (dois mil reais).

 

 

 

Capítulo XV - DOS ENCARGOS, DA CBTM E DOS PROMOTORES

Artigo 28- Com um prazo mínimo de 3 e um máximo de 12 meses antes da data fixadas para o início dos eventos, a CBTM enviará para o promotor o Contrato, o Caderno de Encargos e o Controle de Providências, ensejando assim àquelas entidades, com a devida antecedência, o necessário conhecimento de todas as tarefas que devem ser desenvolvidas para uma perfeita organização dos certames brasileiros.

# 1 - Através de seu representante, a CBTM fará vistorias nas instalações onde serão realizados os eventos.

a- A vistoria deverá ocorrer no mínimo 30 dias antes da data marcada para o início das inscrições, cabendo ao responsável pela referida vistoria, utilizando um Controle de Providências, verificar um a um todos os itens nela relacionados, registrando então suas observações;

b- ao final da vistoria, o responsável deverá entregar ao promotor uma cópia de um relatório aprovando o local em que se realizará o evento ou contendo as desconformidade ou providências a serem tomadas. Uma cópia do relatório deverá ser enviada para CBTM - eventos@cbtm.org.br - até 72h após a vistoria. A cópia do relatório de vistoria remetida à CBTM e a entregue ao promotor deverão estar rubricadas em todas as páginas pelo responsável pela vistoria e pela representante do promotor do evento.

 

 

 Capítulo XVI - DA RESPONSABILIDADE POR DANOS E AUTORIZAÇÃO DE DIVULGAÇÃO

 Artigo 29- O atIeta e técnico que participarem dos eventos organizados pela CBTM isenta a entidade e seus organizadores de qualquer responsabilidade por danos, eventualmente, causados no decorrer da competição.

Artigo 30- O atleta e técnico que participarem dos eventos organizados pela CBTM declara estar em pleno gozo de saúde e em condições físicas de participar do Evento, não apresentando cardiopatias genéticas, congênitas ou infecciosas, viroses, ou qualquer outra doença, patologia ou distúrbio de saúde que implique em qualquer tipo de impedimento ou restrição à prática de exercícios físicos, atividades físicas e esportivas, e realizará, no período de pré-participação nesse Evento, por própria conta e risco, avaliação clínica que atesta as condições apresentadas.

Artigo 31- O atleta e técnico que participar dos eventos organizados pela CBTM autoriza em caráter universal, gratuito, irrevogável, irretratável e exclusivo, a CBTM – Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, ou terceiros por estes devidamente autorizados, a título universal e de forma irrevogável e irretratável, no Brasil e/ou no exterior, o direito de usar o nome, voz, imagem, material biográfico, declarações, gravações, entrevistas e endossos dados pelo participante citado ou a ele atribuíveis, bem como de usar sons e/ou imagens do evento, seja durante as competições, seja durante os aquecimentos, os treinamentos, a hospedagem, o transporte ou alimentação em qualquer suporte existente ou que venha a ser criado, a serem captados pela TV para transmissão, exibição e reexibição, no todo, em extratos, trechos ou partes, ao vivo ou não, sem limitação de tempo ou de número de vezes, na forma do disposto no Regulamento Geral de Competições.

 

 

Capítulo XVII - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

 Artigo 32- Os casos omissos a este regulamento serão resolvidos, analisados e estudados pelo Comitê Executivo da CBTM.

 Artigo 33- As disposições contidas neste Regulamento Geral de Competições entram em vigor no dia da sua publicação e poderão ser alteradas a qualquer momento pela CBTM e informadas aos associados por meio de Nota Oficial. .

 Artigo 34- Revogam-se todos os Regulamentos anteriores referentes à matéria.

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