Técnico da seleção masculina avalia último ano como positivo e quer que Brasil mantenha evolução em 2017

05/01/2017 11:13
Jean-René Mounie ressalta os resultados positivos conquistados em 2016 e lembra boas colocações dos atletas no ranking mundial
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 05/01/2016
 
Foto: Arquivo Pessoal Calderano
 
Responsável por grande parte do planejamento dos atletas da seleção brasileira e técnico do time masculino da delegação verde e amarela, Jean-René Mounie ficou satisfeito com o desempenho obtido pelos mesatenistas do país na última temporada. O treinador lembrou as diversas conquistas obtidas na última temporada e a dificuldade de se manter o bom desempenho por anos consecutivos.
 
"Acredito que o ano 2016 foi um ano de alto nível. Ganhamos tudo na América Latina: campeonato por equipe e individual em Porto Rico, Copa Latina na Guatemala... Às vezes, as pessoas de fora pensam que isso é normal, mas quando você briga por um título, você conhece a dificuldade de repetir os desempenhos. A América Latina está evoluindo bastante e foi um esforço importante dos atletas brasileiros para manter esse tipo de resultado", disse ele, que completou:
 
"Podemos lembrar que conseguimos subir, de novo, para a primeira divisão no Mundial ao vencer o Mundial na Malásia, as boas atuações no decorrer da temporada e, com certeza, a ótima participação do Calderano no Rio"
 
Jean-René aproveitou para avaliar o último ciclo olímpico como um todo, lembrando a evolução mostrada pelos atletas brasileiros entre os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e os do Rio, ano passado.
 
"Meu trabalho é ter uma visão geral, então, ao invés de avaliar somente 2016, gostaria dar uma olhada no ciclo olímpico inteiro, de 2012 até 2016. Estou bem satisfeito com o nosso trabalho e com a evolução dos atletas. Durante esse ciclo, o Matsumoto alcançou o número 45 no ranking mundial, Tsuboi, o 33, e Calderano, o 21. Com a participação do Thiago Monteiro também, ganhamos os títulos dos Jogos Pan-Americanos por equipe e as 3 medalhas individuais", avaliou.
 
O ano que começa, representa o início de um novo ciclo, desta vez, visando Tóquio/2020, e o técnico espera que o desenvolvimento do tênis de mesa brasileiro continue a caminhar a passos largos.
 
"Por tudo isso, estou orgulhoso do resultado final, conseguimos evoluir todos juntos. Vamos entrar em uma nova era, espero que o Brasil continue desse jeito!", finalizou.
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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