Técnico da seleção paralímpica analisa última temporada e fala sobre 2017: 'Maior responsabilidade'

13/01/2017 15:18

Paulo Molitor ressaltou dedicação de atletas e comissão técnica na preparação para a Rio 2016

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 13/01/2017

Foto: Fernando Maia/MPIX/CPB

Depois de um 2016 que entrou para a história do tênis de mesa paralímpico, com inúmeras conquistas como as quatro medalhas na Rio 2016, esse ano começa com mais responsabilidade, segundo Paulo Molitor, técnico da seleção brasileira. O treinador ressaltou a evolução que a modalidade tem tido ao longo dos últimos anos e afirmou que esta temporada tem tudo para ser ainda mais vitoriosa.
 
Nos Jogos Olímpicos, Israel Stroh ganhou a medalha de prata no individual da Classe 7, Bruna Alexandre ficou com o bronze no individual da Classe 10, Iranildo Espíndola, Guilherme Costa e Aloisio Lima conquistaram o bronze por equipes Classes 1-2, enquanto Bruna Alexandre, Danielle Rauen e Jennyfer Parinos ficaram com o bronze por equipes Classes 6-10.
 
"Estamos na expectativa de começar um novo ciclo, mas agora com maior responsabilidade por causa do ano de 2016. Quando se tem um ano anterior histórico, sabemos que vamos ter o trabalho dobrado, porque chegar é fácil, o desafio maior é manter. O Brasil, a cada ano que passa, está conseguindo espaço a nível mundial. Há um tempo atrás, em competições paralímpicas e em mundias, íamos apenas pra figurar, agora, a cada ano que passa, somos uma realidade em várias categorias, com um trabalho fora e dentro da mesa. Vamos fazer um ano de 2017 muito forte", disse.
 
Molitor lembrou que as medalhas não foram um mero acaso e salientou todo o trabalho que foi feito no decorrer do ciclo olímpico:
 
"As quatro medalhas obtidas nas Paralimpíadas foram fruto de um trabalho de vários anos, com muita luta e dedicação de todos. Tanto atletas como técnicos, abdicaram de outras coisas para se dedicar ao tênis de mesa. Com isso, tivemos tantos resultados individuais como resultados em equipes. Isso significa que o paralímpico anda em um mesmo foco para o crescimento a nível mundial. Então, 2016 foi um ano inesquecível para todos que fazem parte do tênis de mesa paralímpico".
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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