Um ano da Rio 2016: Emoção e choro de família marcados na memória de Dani Rauen

11/09/2017 16:57
Atleta se surpreendeu com torcida e admitiu que, antes dos Jogos, pensou que veria ginásio vazio
 
Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 11/9/2017
 
Foto: Alexandre Urch/ MPIX/ CPB
 
Conquistar uma vitória sobre a segunda melhor do mundo na categoria e ainda sob os olhares de familiares e amigos, que não esconderam a emoção quando o triunfo foi assegurado. Essa é a cena da Rio 2016 que não sai da cabeça de Danielle Rauen (Classe 9). A atleta, logo no primeiro dia de competição, venceu a chinesa Xiong Guiyan por 3 sets a 2, após estar perdendo por 2 a 0.
 
“Todos os momentos foram inesquecíveis, desde a aclimatação, mas o momento mais marcante foi quando ganhei o jogo da chinesa, na chave, e estava toda a minha família e amigos na arquibancada. Olhei e estavam todos chorando e gritando. Foi uma vitória que eu não esperava e que me fez chegar à semifinal. Toda vez que lembro da Olimpíada, lembro dos familiares e amigos torcendo por mim em uma das vitórias mais marcantes da minha carreira”, disse.
 
Para Dani, os resultados obtidos na Rio 2016 – quarto lugar no individual e bronze por equipes Classes 6-10, ao lado de Bruna Alexandre e Jennyfer Parinos – lhe deram ainda mais energia para os desafios que ainda terá pela frente.
 
“Eu ter chegado na semifinal e ter tidos reais chances de uma medalha de bronze foi uma sensação inexplicável. Deu mais confiança, certeza de que posso chegar cada vez mais longe. Ter jogado de igual para igual com as melhores do mundo me deu mais motivação para chegar ao topo”, afirmou a atleta, admitindo que não imaginava que a torcida fosse comparecer da forma como aconteceu:
 
“Nós não esperávamos que teria tanta gente. Tínhamos até receio de que não teria quase ninguém. Chegamos lá e tinha muita gente, muito barulho, uma atmosfera totalmente diferente do que eu já tinha vivenciado na minha vida. Por mais que estivesse perdendo, todo mundo gritando o nome, ginásio indo abaixo com cada ponto... Essa recepção foi sensacional”.
 
Rauen ressalta ainda que a Rio 2016 ajudou a alavancar os esportes paralímpicos no Brasil.
 
“O esporte paralímpico ficou mais conhecido. Mostramos que podemos levar o nome do Brasil para frente e que podemos representar bem o país”, concluiu.
 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

 

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