Um ano da Rio 2016: Estreante em Jogos, Cazuo afirma: 'Realização de um sonho'

04/08/2017 17:07

Mesatenista se recorda da abertura do evento e da energia da torcida

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 06/08/2017

Foto: ITTF

Aos 31 anos, Cazuo Matsumoto desembarcou no Rio de Janeiro para alcançar um grande objetivo que já vinha perseguindo há algum tempo. O mesatenista, pela primeira vez, integrava a seleção brasileira na disputa dos Jogos Olímpicos. E quis o destino que a estreia fosse justamente no Brasil, fazendo com que a Rio 2016 se tornasse ainda mais especial para ele.
 
“Quando falo da Rio 2016, logo me vem à cabeça a realização de um sonho. Depois de muitos anos batalhando, eu estava em uma Olimpíada, realizando um grande sonho”, afirma.
 
Cazuo, que atuou no torneio de equipes masculinas, foi um dos atletas brasileiros que viu a pira olímpica ser acessa de uma visão privilegiada: o gramado do Maracanã.  
 
“(Principal lembrança) É a Abertura dos Jogos Olímpicos. É sempre muito emocionante. E foi a hora que senti que, realmente, estava nas Olimpíadas. Foi muito legal”, recorda.
 
Apesar de a vibração da torcida no Pavilhão 3 do RioCentro ter sido algo que tenha ficado na memória do atleta, ele ressalta que tentou deixar a euforia de lado para que pudesse ter um bom desempenho à mesa:
 
“Na hora, não pensei muito. Só depois que senti, realmente, o que estava acontecendo. Calderano e Tsuboi jogaram o individual antes, então, deu para ver que a energia da torcida estava muito boa. Procurei me concentrar ao máximo em meu jogo e acho que consegui fazer o meu melhor”.
 
A Rio 2016 foi um marco na vida profissional de Cazuo, que aproveitou o sonho realizado para traçar novas metas na carreira.
 
“Tive de colocar novos objetivos na minha cabeça. Consegui realizar um deles. Esse período, foi um ano de sentar e pensar no meu caminho para os próximos anos”, finaliza.
 
Na disputa por equipes, o Brasil pegou a Coreia do Sul e acabou sendo eliminado por 3 jogos a 0. Cazuo encarou Youngsik Jeoung, 12º do mundo à época, e perdeu por 3 sets a 1.
 
A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.
 

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